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Leonardo Pereira

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O Instagram vem sendo usado cada vez mais para e-commerce. São diversas as marcas que estão presentes na plataforma e interagem diariamente com seus seguidores.

5 estratégias para vender mais no Instagram

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O Instagram vem sendo usado cada vez mais para e-commerce. São diversas as marcas que estão presentes na plataforma e interagem diariamente com seus seguidores. Mas nesse mar de concorrentes, há estratégias que podem nos ajudar a nos destacarmos? É isso que vamos descobrir hoje.

É possível vender no Instagram?

Sim! É possível vender no Instagram e até mesmo já está disponível a opção vitrines, que mostra o preço dos produtos e, clicando nele, já vai para a página do produto. Fizemos um texto superinteressante sobre, clique aqui para ler.

Inclusive, uma pesquisa da Locowise apontou que 75% dos usuários do Instagram já compraram algo ou chegaram em um site a partir de um post. Nessa mesma pesquisa, feita em 2016, foi revelado que há mais de 500.000 empresas divulgando na rede social e o Brasil está no top 5 países que mais anunciam na plataforma. Ok, mas aí você pode se perguntar: vale a pena investir?

Por que investir no Instagram como loja

Porque vale a pena, e muito! Afinal, são cerca de 1 bilhão de usuários acessando o Instagram pelo menos uma vez ao mês. Além disso, é uma das redes sociais que mais apresentou crescimento em 2018 e indicadores apontam que a plataforma crescerá ainda mais em 2019.

Além desse crescimento exponencial, o Instagram ainda dá suporte com as vitrines, já citadas acima, que ajudam a aumentar o foco em vendas. Assim fica fácil saber porquê devemos investir nessa plataforma, né?

O problema é que muitas pessoas ainda não sabem como atingir seus leads de maneira correta. Ou pior, não sabem o básico que pode causar o aumento das vendas. Por isso, elaboramos algumas estratégias para alavancar suas vendas no Instagram. Leia abaixo.

5 estratégias para vender mais no Instagram

Perfil comercial: uma dica de ouro! Coloque o perfil da sua empresa como comercial, usando a opção vitrine. Além de passar confiabilidade, você irá conseguir acessar as métricas em tempo real, ver informações sobre seus curtidores e adicionar informações especiais, como: horário de funcionamento, telefone, localização etc.

Remarketing: vou dar um exemplo que vai esclarecer suas ideias sobre o assunto. Temos um cliente aqui na Prod que vende diferentes tipos de telhas. Se alguém, na área comercial da marca, pesquisar sobre “telhas termoacústicas” no Google, a pessoa será impactada posteriormente com anúncios deste nosso cliente. Isso é remarketing! Basicamente, atingir um público que já teve interesse ou pesquisou pelo seu produto. No Instagram, você ainda pode subir uma base de contatos específicos que você quer revisitar.

Humanizar a marca: os consumidores estão cansados de venda “descarada”. Eles querem relação através de uma interação sincera e verdadeira. Por isso, é interessante trabalhar com rostos e experiências ao vender seu produto. Os influencers são um ótimo caminho para começar a trabalhar com essa estratégia no Insta.

Excesso ou escassez de postagens: isso é superimportante, porque se o perfil parece estar “abandonado”, as chances de conversão caem muito. Porém, se há muitos posts por semana, também é prejudicial. O ideal é manter a regularidade – que seria entre 3 a 4 posts semanais. Também, já foi comprovado que marcas que postam apenas conteúdos comerciais perdem engajamento. Por isso, ofereça mais do que apenas venda. Um ótimo exemplo é um cliente aqui da Prod de água mineral. Além das bases comerciais, nós oferecemos conteúdos sobre sustentabilidade, frases motivacionais, receitas e dicas de exercícios físicos.

Use o Instagram Ads: impulsionar posts ou criar campanhas é extremamente importante no Instagram, ou em qualquer outra rede social. Seus curtidores, ou potenciais leads, só serão devidamente impactados se você investir em anúncios, que podem ser tanto na timeline quanto nos stories. Você pode ainda segmentar esses Ads para um público específico! Sem contar que essa ferramenta também é essencial para fazer o remarketing.

Um ponto importante: de nada vai adiantar essas estratégias se o seu conteúdo não estiver trazendo informações relevantes, usando fotos e montagens de qualidade, com um ótimo Português e, acima de tudo, alinhado com seu público!

Se os itens acima estiverem ok, com certeza essas estratégias farão suas vendas aumentar! Afinal, todo mundo gosta de seguir marcas criativas no Instagram, né?!

Se você estiver perdido no assunto e precisar de uma mãozinha, nos chame para bater um papo! Vai ser incrível ajudar você nesse processo. 😉

Algoritmos são uma inteligência que define quem estará melhor rankeado. Mas você sabe quais são os principais algoritmos do Google? Clique!

Algoritmos do Google: o que são e como interferem no seu site

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Já demos várias dicas de SEO aqui no Blog da Prod. Também, falamos que os algoritmos são uma inteligência que define quem estará nas primeiras posições do Google. Mas você sabe quais são os principais algoritmos que o Google usa? Bora descobrir.

O que são algoritmos?

Algoritmo, para o mundo web, nada mais é do que um conjunto de regras e procedimentos lógicos que solucionam um problema em algumas etapas. Ao aliar esse conceito meio que abstrato ao Google, chegamos a uma conclusão: são fórmulas que o buscador usa para transformar as perguntas dos usuários em respostas na hora da busca.

Essas “fórmulas” já foram diversas vezes incrementadas e modificadas. O mais legal é que, na verdade, é sempre um grande mistério como o Google define quais serão as próximas métricas que ele utilizará. As atualizações sempre recebem nomes diferentões e as mais recentes são: Panda, Penguin, Hummingbird, Pigeon, Mobile, RankBrain e Fred.

As últimas atualizações dos algoritmos

Retomando o que eu disse lá em cima, cada atualização que o Google libera trabalha algum ponto referente às buscas e aos fatores do ranqueamento. Abaixo vou falar sobre algumas das atualizações mais recentes:

Panda: essa foi a primeira atualização dos algoritmos, feita em 2011. O Panda se encarrega de atribuir pontuação para as páginas indexadas. Ele gera esses “rankings” penalizando sites com conteúdos de baixa qualidade (que sejam cópias ou plágios), excesso de palavras-chave e páginas com bounce rate.

Penguin: essa atualização chegou para ficar de olho nos backlinks que estão apontando para o seu site. Ele identifica e pune links manipulados, irrelevantes ou inadequados. Ou seja, se você estiver usando gerador de backlinks aleatórios, fica esperto! O Penguin já deve estar sabendo disso e é provável que sua página perca muitas posições quando a pena for aplicada.

Hummingbird: em 2013, o algoritmo evoluiu para algo que se aproximava muito da inteligência artificial. Era o Hummingbird que chegava na praça. Com ele, o Google passou a entender mais sobre sinônimos. Isso porque ele consegue interpretar a pergunta para oferecer o resultado que o usuário quer. Antes, era tudo baseado em palavra-chave. Hoje em dia, se na pesquisa a pessoa se confunde e comete um erro em alguma palavra, o Google entende exatamente o que ela quis dizer e dá a resposta que o usuário quer.

Pigeon: lançado em 2014, o Pigeon inseriu algo que faz muita diferença nas nossas buscas: buscas por locais. Por exemplo: se algum usuário busca por “farmácia”, os primeiros resultados serão de estabelecimentos que estejam próximos a ele. Por isso, para todos os clientes da Prod, já aprimoramos todas as respostas no Google Meu Negócio.

Mobile: já falamos bastante sobre essa atualização dos algoritmos do Google. Foi essa versão que veio priorizando sites que sejam mobile-friendly: que sejam responsivos e que ofereça uma boa experiência para o usuário.

RankBrain: em 2015, o Google passou a utilizar de fato inteligência artificial para aprimorar suas respostas. O RankBrain aprende com as consultas feitas pelos usuários e identifica quando o conteúdo acessado atendeu às necessidades deles.

Fred: a última atualização dos algoritmos da Google foi lançada em 2017. O Fred só veio pegar ainda mais pesado na vigilância de conteúdos de qualidade e que não sejam 100% comerciais. Se você não oferecer mais do que venda para os seus clientes, é muito provável que o Google não esteja entregando seu site como deveria.

Bom, deu pra perceber que o Google adora mudar os fatores de rankeamento dele, né? Por isso é bem importante ficar atento às novidades e manter seu site dentro dos padrões. Leia mais sobre tendências do marketing digital e, também, sobre sites responsivos.

Por falar nisso, seu site está adequado às expectativas do Google? Você acha que pode melhorar em algo? Vamos trocar uma ideia! Nós, com certeza, temos a solução.

Machine Learning (em português, aprendizado da máquina) é, basicamente, o computador conseguindo identificar padrões e prever algo de maneira certeira. Mas não estamos falando de previsões astrológicas, viu? Em meio a milhões de dados, o ML (abreviação para Machine Learning) cruza as informações para tirar conclusões ou aprender algo novo.

O que é Machine Learning e como aplicamos no dia a dia

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Sempre imaginamos sobre como seria quando os robôs começassem a pensar como os humanos. Inclusive, muitos filmes foram feitos a partir desse pensamento. E hoje em dia? As máquinas estão sendo capazes de pensar sozinhas? Isso é Machine Learning? Isso que vamos descobrir hoje.

O que é Machine Learning?

Machine Learning (em português, aprendizado da máquina) é, basicamente, o computador conseguindo identificar padrões e prever algo de maneira certeira. Mas não estamos falando de previsões astrológicas, viu? Em meio a milhões de dados, o ML (abreviação para Machine Learning) cruza as informações para tirar conclusões ou aprender algo novo.

Vou dar um exemplo bem simples para você entender de vez. Você abre o Netflix e aparecem as sugestões de filmes e séries indicadas para você, certo? Pois bem, esses resultados foram gerados pelo Machine Learning. Ele verificou quais são seus gêneros mais assistidos e indicou títulos em cima desse padrão. Muito maneiro, né?

Esse conceito foi desenvolvido a partir de algo muito antigo na humanidade: observar comportamentos e aprender com eles. É basicamente isso que o ML faz.

Machine Learning aplicado no marketing digital

Essa forma de tecnologia chegou de mansinho e agora está por todos os cantos da web, literalmente! É possível verificar a existência do ML em vários sites e aplicativos que utilizamos diariamente: Uber, Netflix, Spotify, YouTube, Facebook, Instagram, e-mails etc.

No marketing digital, o ML está otimizando muitas rotinas e tenho certeza que só tende a aumentar. Vou mostrar algumas delas:

Chatbot: desenvolvemos o chatbot de uma startup parceira da Prod. Os bots sabem quais são as respostas para as perguntas mais básicas e, a partir delas, vai evoluindo em questões mais complexas. Ele aprende coisas novas a cada interação com o consumidor. Aprofunde-se mais em Chatbot clicando aqui.

Futuros leads: outro padrão muito interessante que o ML pode enxergar é quais são as suas personas. Por meio do de cruzamento de dados existentes sobre seus atuais clientes e prospecções, é possível saber quais empresas podem se tornar seus leads. Descubra mais sobre personas aqui.

Campanhas mais eficazes: atualmente aqui na Prod uma das campanhas de Google Ads que mais vemos eficácia é a Smart Display. Isso porque o ML do Google consegue identificar quais cores, palavras e layouts convertem mais para determinados perfis de clientes.

Recomendações: como eu já falei acima, todas aquelas recomendações de vídeos e músicas que “foram feitas para você” nas plataformas são Machine Learning. Todas as recomendações são baseadas em suas atividades na web.

Bom, essas são apenas algumas das formas que o Machine Learning está impactando o dia-a-dia do marketing digital e, até mesmo, da sua rotina.

Mas calma, viu? Tudo indica que não iremos enfrentar as máquinas tipo o John Connor em Exterminador do Futuro. E espero que fique tudo assim! Se você quer aplicar Machine Learning em algum projeto ou simplesmente saber mais sobre o assunto, vamos bater um papo! 😉

Com todos os avanços do marketing digital no Brasil e no mundo, atualmente é extremamente importante contar com uma agência que possa propor soluções inovadoras para levar a sua marca ao público certo e atingir as metas traçadas.

Agência de marketing digital: 5 vantagens dessa parceria

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Com todos os avanços do marketing digital no Brasil e no mundo, atualmente é extremamente importante contar com uma agência que possa propor soluções inovadoras para levar a sua marca ao público certo e atingir as metas traçadas. Mas, primeiro, vamos entender melhor o trabalho de uma agência de marketing digital?

O que faz uma agência de marketing digital?

Esses tipos de agências desempenham papéis fundamentais para melhorar a presença digital das empresas. Elas atuam em vária áreas, como desenvolvimento de sistemas, comunicação digital e gestão de web, com foco em atingir os melhores resultados para os clientes que contratam os serviços. Por isso, algumas delas se denominam como “agência de resultados”.

As agências fazem um planejamento estratégico bem elaborado, que é a chave para que se atinja os objetivos e metas. É preciso entender a dor do cliente, quais são as suas necessidades e problemas que querem resolver. Para não só atender ao que ele precisa, mas também encantá-lo durante toda a parceria. Utilizamos bastante o Design Thinking para esse fim e mantemos constantemente contato com ele para garantir o bom relacionamento e a sua satisfação.

Um outro ponto que agências fazem muito bem é uma estratégia de Branding bem estruturada. Ela consiste em um conjunto de ações para solidificar o posicionamento de uma marca, alinhando propósitos e valores com a comunicação. Isso gera sensações e cria conexões com o cliente que são cruciais para que ele escolha sua marca na hora da compra.

Bom, agora que sabemos o que elas fazem, vamos descobrir porque é importante contratar esse tipo de serviço.

Por que contratar uma agência de marketing digital?

Antes de responder à pergunta acima, conte pra gente: você pesquisa no Google sobre um determinado produto antes de comprá-lo? Você busca informações sobre uma marca nas redes sociais ou sites antes de adquiri-la? Você usa aplicativos? Tenho certeza que você respondeu “sim” para algumas dessas perguntas. É aí que mora o motivo de contratar uma agência digital!

Os hábitos dos consumidores mudaram demais ao longo do tempo. É preciso saber como agir nesse universo tão variável para ter bons resultados. Assim, agregando valor à sua marca e fazendo as pessoas escolherem o seu produto ao invés dos concorrentes. Nem sempre é possível acompanhar essas mudanças com a rapidez necessária dentro de uma empresa já consolidada. Então, é exatamente nesse ponto que uma agência pode assessorar. São muitas as vantagens e pontos positivos que devemos levar em consideração e, apesar do clima descontraído, há muito foco e determinação para fazer acontecer. Vamos dar uma olhada em alguns deles?

5 vantagens de contratar uma agência digital

Time de especialistas:
Imagina o custo de ter uma equipe formada pelos melhores profissionais de Marketing, Jornalismo, Design, Desenvolvimento e Publicidade? Pois é, as agências digitais, geralmente, possuem um time de feras desses universos. Eles saberão elaborar as estratégias necessárias, usando as ferramentas ideais, para acertar em cheio e ultrapassar as metas!

Ajustes de contrato:
Uma agência digital vai entender perfeitamente se você, ocasionalmente, precisar ajustar o seu contrato, aumentando ou diminuindo as demandas. O grande ponto positivo é que você não vai precisar demitir ou contratar novos colaboradores para isso. O que, de fato, é um grande avanço, né!?

Foco na sua atividade principal:
Ao fechar o contrato com uma agência, você e seus times poderão focar nas atividades principais da empresa. O que gera um ganho enorme de tempo que pode ser revertido em retorno financeiro.

Mensuração dos Resultados:
Vou te dar um exemplo aqui da Prod, ok? Já que essa parte talvez não seja igual em todas as agências digitais. Estamos acostumados a trabalhar com metas e demonstrar o desempenho das ações que usamos para atingi-las. Essa demonstração vem através dos relatórios que podem ser semanais, quinzenais, mensais ou anuais, depende muito da necessidade do cliente. Afinal, quem está investindo em comunicação gosta de ter um retorno dos ganhos gerados a partir das campanhas.

Credibilidade:
Uma comunicação bem estruturada gera muito mais do que ótimos resultados. Sua marca fica com credibilidade no mercado. Nada melhor para uma empresa do que seu site, as redes e o app estejam conectados! E confiança é algo difícil de conseguir hoje em dia.

Seus resultados não estão bons? Está difícil ficar por dentro das tendências? Seus concorrentes estão na sua frente? Esses são alguns indícios de que você precisa contratar os serviços de uma agência digital. Bora bater um papo? 😉

Dark Post é um modo de segmentação para que seus anúncios impactem o público certo e você não perca dinheiro com impressões erradas.

Dark Post: 4 vantagens ao usar essa estratégia

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Não! O Mark Zuckerberg não criou um tipo específico de Ads para fãs do Star Wars. Dark Post é um modo de segmentação para que seus anúncios impactem o público certo e você não perca dinheiro com impressões erradas. Vamos descobrir do que se trata?

O que é Dark Post

Dark Post é também chamado como “Post de Página não publicado” (Unpublished Page Post). Outro bom nome é “publicação fantasma”. Mas calma, não precisa ficar com medo, porque essa tática é uma grande aliada e não uma vilã. Basicamente, é um post impulsionado que é entregue aos usuários no feed, porém não aparecem na timeline oficial da página que está por trás desse anúncio. Aproveite e descubra a diferença entre Face Ads e Post Impulsionado.

Vou dar um exemplo para que você entenda melhor. Uma das páginas de um grande cliente aqui da Prod é focada em médicos de várias especialidades. Porém, há posts que não são úteis para todo esse público. Nós fazemos o Dark Post para que somente a especialidade qualificada seja impactada pela publicação. Assim, nós podemos usar o budget de uma maneira mais estratégica, gastamos dinheiro com cliques de quem é o público-alvo e o cliente fica satisfeito – afinal conseguimos atingir as metas estabelecidas no planejamento estratégico. E, de quebra, a timeline da página não fica cheia de anúncios e parecendo puramente comercial. Útil, né?! Então, vou te falar mais algumas vantagens de usar essa estratégia.

4 vantagens de fazer Dark Post

Precisão do público impactado:
Isso é muito importante! Com o Dark Post você não só pode criar diferentes anúncios para os diversos públicos da sua página, como também pode personalizar esses posts para cada persona e veicular ambos ao mesmo tempo.
É importante só ficar atento quanto à segmentação. Isso porque, se ela estiver errada, é muito provável que sua campanha não tenha os resultados desejados. Por isso é muito relevante avaliar todas as suas métricas de marketing.

Testes A/B:
O Dark Post é uma ótima maneira de testar diferentes posts com o mesmo intuito, ou seja, fazer testes A/B. Como eles não ficam na timeline, ninguém irá descobrir que você fez os testes e nem terá acesso aos seus resultados.
Solte sua criatividade e comece a testar suas campanhas para ver qual dará mais resultados! E conte com os Dark Posts para isso.

Aperfeiçoamento de conteúdo:
Com o teste A/B do Dark Post você irá conseguir avaliar quais conteúdos e tipos de fotos estão performando melhor na sua página. Com essas informações, você pode melhorar as postagens que, de fato, irão aparecer na sua linha do tempo.
Isso vai aperfeiçoar o conteúdo de uma maneira geral. Afinal, você vai poder explorar os posts (e o conceito por trás deles) com melhores resultados. Dessa forma, você terá certeza de que está usando a melhor versão do seu anúncio.

Conhecimento do seu público:
Vamos voltar no exemplo da página de médicos do cliente aqui da Prod. Temos um post semelhante, porém com viés diferente, rodando para oftalmologistas e cardiologistas. Iremos conseguir enxergar nos resultados da análise final qual público interage mais na página. Assim, podemos nutri-los com informações especiais e dedicar alguns conteúdos a mais, já que eles têm melhor engajamento.

E aí, você conseguiu entender o que é Dark Post e suas vantagens? Se você tiver precisando de uma mãozinha para deslanchar de vez seus resultados, pode contar com a gente. Somos especialistas nisso. 😉

O IGTV colocou sob holofotes uma realidade que ainda não estamos acostumados.

IGTV e a tendência de vídeo vertical

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O IGTV, embora ainda engatinhe no Brasil, colocou sob holofotes uma realidade que ainda não estamos acostumados. E ele pode ser o impulso inicial de uma revolução ainda maior que o lançamento dessa nova plataforma. Sabe do que eu estou falando? Não?! Então, vou te explicar.

O que é o IGTV?

IGTV (ou Instagram TV) é uma plataforma lançada pelo Instagram em junho de 2018. Ela possibilita assistir e subir vídeos de até 60 minutos de duração e com qualidade 4K. O que mais chamou a atenção dos usuários é o fato dos vídeos serem na vertical, afinal, são feitos para serem vistos apenas em smartphones.
Em uma publicação oficial, Kevin Systrom, o fundador do Instagram, disse: “Hoje ainda vemos vídeos no formato da TV. Isso faz a gente ter que virar o celular, não faz sentido. É a época do vídeo avançar e evoluir. Nós reimaginamos vídeos no celular e queremos dividir com vocês.”. Ou seja, deu pra perceber que eles não vieram para brincar, né?!
Inclusive, o Instagram vem inovando de diferentes formas, como com as contas verificadas, vitrines e stories, que também circulam vídeos verticais.

Vídeo vertical

Vídeo vertical é uma tendência que também é conhecida como mobile friendly (“amigável para celular” em tradução livre). Esse termo se refere a tudo que se adapta aos smartphones, como um site responsivo para todas as telas, por exemplo.
E essas mudanças têm se tornado cada vez mais fortes, afinal, 49% dos brasileiros consomem conteúdos pelos smartphones e deixaram o computador de lado – segundo os resultados de um estudo divulgado em 2017 pelo Comitê Gestor da Internet.
Logo, por melhorar a experiência do usuário, pesquisas apontam que vídeos verticais são vistos até o final e a taxa de “desistência” é inferior ao vídeo horizontal.
Nós já trabalhamos com vídeos verticais para alguns clientes da Prod, especialmente para campanhas de Ads nos stories do Instagram.

Tem peixe grande entrando na onda

A tendência de mobile friendly está com tudo! Principalmente após o Google anunciar que sites responsivos agora têm prioridade no ranqueamento das pesquisas. Ou seja, se seu site não se adapta ao smartphone, chegou a hora de fazer essa mudança. Aqui na Prod, todos os sites que entregamos já são responsivos.
Inclusive, o YouTube confirmou que o visualizador agora se ajusta aos vídeos verticais. Aquele “fundo preto” que antes ocupava o espaço lateral nos vídeos 4:3 não existe mais.
Até o Spotify agora lança clipes gravados na vertical, alguns artistas como Anitta, Tribalistas, Taylor Swift e outros já veicularam vídeos seguindo essa tendência.

Deu pra sacar que vídeos verticais estão chegando com tudo, né? Gostando ou não, teremos que nos acostumar com essa realidade. Já imaginou séries, filmes, propagandas, clipes e outros todos na vertical? Então, comece a pensar como isso afetará você ou a rotina da sua empresa. Daqui alguns anos, vídeos horizontais serão como fita cassete: “É sério que usávamos isso?”

Se você quiser conversar sobre site responsivo, vídeo vertical ou a tendência mobile friendly, pode contar com a gente, ok? 😉

Diferenças entre impulsionar posts e criar anúncios no Face Ads

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Hoje sabemos que investir em campanhas online é indispensável para qualquer empreendimento, sobretudo em redes sociais estratégicas como o Facebook. Mas muita gente se confunde com as inúmeras possibilidades dentro da ferramenta. Por exemplo: você sabe a diferença entre post impulsionado e a criação de anúncios no Face Ads? Então, vamos descobrir juntos.

Diferenças entre impulsionar e criar anúncio no gerenciador do Facebook

Em linhas mais gerais, impulsionar um post é um recurso utilizado para fazer com que seu conteúdo tenha um melhor engajamento e um alcance maior, aumentando o reconhecimento da sua marca.
Já nos anúncios criados a partir do Gerenciador do Facebook (também conhecido como campanha no Face Ads) é possível definir a segmentação do público e subir a campanha em inúmeros formatos com objetivos que veremos mais abaixo.
Lembrando que essas são duas formas pagas de anúncio. Ou seja, será necessário um investimento pra impactar o seu público-alvo. E, quanto mais você afunilar esses interesses, mais caro ficará.

O que são posts impulsionados?

O impulsionamento de posts é uma maneira de fazer com que seu conteúdo atinja um público maior e seja mais entregue para seus seguidores. Com isso, você acaba impactando outros possíveis curtidores, também. Esse post vai aparecer em destaque no feed de notícias e, consequentemente, terá uma maior visibilidade. Lembrando que o Facebook mudou os algoritmos no ano passado e, hoje em dia, os seus amigos têm mais preferência na sua linha do tempo.
Alguns dos nossos clientes impulsionam apenas posts específicos, outros preferem que todos sejam impulsionados. Isso é uma questão de estratégia e depende muito do seu objetivo na rede. O mais legal é que não há um valor mínimo ou máximo para investir.

E anúncios no Face Ads?

Bom, vamos lá. Você já deve ter reparado no seu Facebook alguns anúncios laterais e outros no próprio feed, certo? São as campanhas feitas a partir do Face Ads! Esse é um recurso muito utilizado porque o poder de engajamento e conversão é enorme. Você pode criar uma campanha com objetivos de: gerar novos leads, atrair diferentes curtidores ou converter para acessos em páginas externas.
Hoje em dia existem vários formatos para Face Ads, como: carrossel (em que você pode passar a imagem pro lado e ir completando a informação), imagem única e estática, vídeo, apresentação multimídia, enfim, são inúmeras formas de veiculação do anúncio.

Ahh! Não posso deixar de citar que há um leilão, para posts impulsionados e Face Ads, que vai definir se é você ou seu oponente que será mais entregue aos curtidores. Quanto mais dinheiro, melhor segmentada e mais estruturada, melhor será o resultado da sua campanha.

Deu pra perceber que, na verdade, são duas rosquinhas iguais, apenas com coberturas diferentes? Você só precisa avaliar e escolher qual vai ser o mais assertivo pro seu tipo de negócio. Muitos clientes aqui da Prod utilizam as duas formas com objetivos diferentes. Impulsionamento de post para reconhecimento da marca e aumento de engajamento na página. E Face Ads para conversão e divulgação de alguma ação.

Enfim, qualquer uma das opções é viável e vai acrescentar muito na sua estratégia. Mas, lembre-se que só pagar não vai te dar tantos resultados. Por isso é preciso fazer o marketing corretamente e, assim, os bons frutos virão. Se você precisar de uma mão, pode contar com a gente. 🙂

7 pontos para analisar antes de criar um aplicativo

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Os aplicativos nasceram para facilitar a vida dos usuários e, hoje em dia, existe app pra tudo: chamar táxi, pedir comida, lembrar de beber água, encontrar um crush… Enfim! É uma gama enorme de possibilidades dentro do mundo mobile. Porém, muitos leads chegam aqui na Prod com um pensamento abstrato das funcionalidades que o app vai ter. E aí fica a pergunta: o que vem após a ideia? O que devemos considerar antes de criar um aplicativo? É sobre isso que vamos conversar hoje.

O que analisar antes de criar um aplicativo?

Um cliente do ramo farmacêutico nos procurou com uma necessidade muito específica. A empresa queria criar um app para ajudar os médicos a dosarem os medicamentos. Depois de reuniões criativas e brainstormings, criamos um aplicativo em que o médico indica informações sobre o paciente e depois escolhe qual medicamento ele irá prescrever. Apenas com essas indicações, o app fornece uma tela com layout intuitivo e com diversas informações úteis, como as doses a serem receitadas e a minibula do medicamento.

Mas, antes de realizarmos todo esse processo, o cliente precisou analisar uma série de itens que vou detalhar, separadamente, abaixo.

Público-alvo: você precisa descobrir se há, de fato, um público para o seu aplicativo. Vamos supor que você queira criar um app que alerte os brasileiros sobre perigos com furacão. Obviamente, não vai dar certo, pois aqui no Brasil há pouca incidência desse tipo de desastre natural. Entende? Se não há demanda, não vai ter procura. Sem procura, sem downloads.

Objetivo do app: se você não tiver os objetivos bem claros e definidos, seu app corre o risco de ser um fracasso. É preciso entender quais serão as funcionalidades e quais atividades o usuário poderá desenvolver com esse software.

Permissões do app: é essencial, também, entender quais serão os recursos necessários para desenvolver o aplicativo. Exemplos: será preciso acesso à câmera? Aos contatos? Estará disponível para Android e IOS? Será monetizado? Permitirá anúncios? Receberá comandos de voz?

Política de privacidade: esse passo é muito importante, pois será nele onde você descreverá o que fará com os dados dos usuários e o quão seguro é seu aplicativo.

Classificação indicativa: existem seis classificações que vão do “livre” ao “+18”. Saiba mais sobre as classes aqui.

Concorrência: faça uma análise de mercado! Isso é vital para você entender se terá concorrentes ou não. Se tiver, pense em um diferencial, afinal, seu app precisará superar o produto do seu oponente.

Profissionais capacitados: nada melhor do que deixar seu projeto na mão de quem sabe como fazer. Uma agência digital pode desenvolver seu aplicativo com tecnologias de ponta, fazendo você economizar tempo e dinheiro. E, claro, honrar com prazos e ser assertiva quanto ao cronograma de entrega.

Bom, agora que você analisou os sete pontos cruciais, chegou a hora de colocar a mão na massa. Se ainda houver dúvidas, vamos bater um papo! Ficaremos felizes em te ajudar nesse processo. 🙂

Ubersuggest: ferramenta grátis de palavra-chave

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Reformulada no início do ano passado, a Ubersuggest é um prato cheio para quem quer rankear no Google. Afinal, ela é a mais completa nos resultados das buscas por palavras-chave. Saiba tudo sobre essa ferramenta grátis e suas funcionalidades.

O que é a Ubersuggest?

A Ubersuggest consiste em uma plataforma gratuita e completa para gerir palavras-chave. Neil Patel, um dos nomes mais fortes quando pensamos em marketing digital, é o grande gênio por trás dessa ferramenta. Ele uniu as melhores funcionalidades do Google Suggest e do Google Keyword Planner. E, claro, o resultado não podia ser outro: uma ferramenta que te proporciona todas as visões de qualquer palavra-chave. Aliás, você sabe o que é isso?

Explicando palavra-chave

Palavra-chave (ou keyword) é a pesquisa do usuário no buscador. Basicamente, é o que escrevemos na pesquisa quando estamos com dúvidas ou querendo algo. Vou exemplificar: fizemos um estudo de palavras-chave para um cliente aqui da Prod que fabrica e comercializa telhas termoacústicas. Logo, foi necessário descobrir como as pessoas faziam as pesquisas sobre o produto. Elas buscavam por “termoacústicas”, “telhas com recheio” ou “telhas metálicas”? Somente a partir desse ponto é que conseguimos alinhar toda a campanha de Google Ads e outros conteúdos da marca.

Por que é importante usar a Ubersuggest antes de aplicar estratégias de mkt digital?

Vamos voltar ao exemplo do cliente de telhas aqui da Prod. Se criássemos um Ads trabalhando a keyword “telhas com recheio”, porém as pessoas pesquisassem por “termoacústicas”, a estratégia online traria poucos resultados para o cliente. Afinal, as pessoas erradas seriam impactadas, o tráfego do site seria extremamente baixo e acabaria convertendo poucos leads. Leia mais sobre estratégias de anúncios online no Google Ads para entender melhor.

O que são os resultados que aparecem na pesquisa?

Bom. Você entendeu o que é a Ubersuggest, descobriu o que são as palavras-chave e percebeu que é muito importante investir nessa estratégia! Aí, você entrou no site, fez a pesquisa e… Um mar de resultados apareceram. Não surte! Vou te explicar o que são esses resultados.

Informações gerais: essas são as ideias gerais sobre o posicionamento da sua palavra-chave nos buscadores. O “volume de busca” é a quantidade de vezes que esse termo já foi buscado. Já “SEO difficulty” e “Paid difficulty” referem-se ao nível de competição na busca orgânica e paga, respectivamente.

Ideias de palavra-chave: são outras palavras-chave que estão relacionadas ao termo que você buscou. É superinteressante, pois é possível enxergar outras sugestões e descobrir mais a respeito da sua palavra-chave.

Análise da SERP: nessa parte, a ferramenta nos mostra os resultados trazidos pelo Google para a pesquisa da sua palavra-chave. Ou seja, seus concorrentes! E lembre-se: você só conseguirá rankear se você for melhor que todos eles.

Enfim! Essa é uma análise simples para você conseguir entender um pouco mais sobre esse universo do marketing digital. Aqui na Prod, sempre buscamos keywords antes de consolidar qualquer estratégia para nossos clientes. Se você precisar de uma mãozinha nesse processo, entre em contato com a gente! 😉

12 boas práticas para arrasar no e-mail marketing

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É sério que você acreditou nesse papo que e-mail marketing já não é uma boa estratégia de mkt digital? Não se engane, viu? Neste ano a RockContent fez uma pesquisa e descobriu-se que 76,8% dos entrevistados já compraram algo a partir do recebimento de uma newsletter. Então, vem comigo descobrir porque vale a pena investir nessa estratégia e depois te conto 12 boas práticas para arrasar no e-mail marketing.

Vale a pena investir em e-mail marketing?

Estamos na era digital e um grande fluxo de pessoas acessam seus e-mails diariamente, sobretudo pelo celular. Logo, e-mail marketing é uma ótima maneira de fazer deste índice um canal de conexão direta com seu consumidor. Um grande parque hotel, cliente aqui da Prod, consegue em somente um disparo:

    • Fazer links para suas diferentes mídias digitais, como: site, blog, Facebook, Instagram e outras;
    • Aumentar a sua presença online e consolidar mais um meio de suporte para o cliente;
    • Agregar valor na sua marca ao fazer um contato que engaje e seja a cara do seu público;
    • Segmentar o disparo apenas para uma base específica de pessoas, auxiliando em técnicas como o re-marketing ou nutrição para novos leads;
    • Falar sobre promoções, eventos especiais e agendas mensais;
    • Consolidar sua régua de relacionamento ao enviar mensagens em aniversários e datas especiais para os hóspedes;
    • Além de outras funcionalidades, como: retenção de cliente, conhecimento do público, etc.

Esses são apenas alguns dos inúmeros motivos, com base no sucesso dos nossos clientes, para acreditar que e-mail marketing ainda está com tudo e que ele pode fazer a diferença se for bem planejado. Leia mais sobre o conceito do e-mail marketing e assuntos impossíveis de ignorar.

Quer mais um graaande exemplo disso? A Prod é a maior consumidora de disparos no estado de Minas Gerais da Dinamize (nossa querida plataforma de envio), algo em torno de 1 milhão de e-mails ao mês. Também, estamos eliminando cada vez mais as taxas de erros e descadastros em nossas bases. Sendo essas apenas algumas das inúmeras otimizações que fazemos e que geram um grande impacto positivo no resultado do cliente.

Com o público crescendo e as ferramentas se aprimorando, estamos numa era em que podemos enviar newsletter super personalizadas e com alto nível de customização. Porém, não se engane ao pensar que podemos encher as caixas de entrada das nossas bases com muitos disparos ou usar muita extravagância nos layouts. É preciso um equilíbrio, por isso vou te contar 12 boas práticas para arrasar no e-mail marketing.

12 boas práticas para arrasar no e-mail marketing

1 – Personalizar um e-mail marketing deixa tudo mais pessoal e encantador para quem o recebe – deixe-o tão legal quanto tomar uma cerveja com os amigos;
2 – Quanto menor e mais interessante for o assunto, mais o e-mail se tornará atraente para sua base (evite caixa alta e excesso de pontuação);
3 – Evite o excesso de disparos, afinal, quem nunca colocou uma marca irritante como spam?
4 – Use verbos de ação no seu CTA’s, pois induz ao clique;
5 – Coloque links nas imagens e nos CTA’s;
6 – Insira rodapé ou topo para que os cadastrados reconheçam quem é o remetente;
7 – Faça testes A/B de assunto, conteúdo e remetente;
8 – Segmente e personalize suas listas para envios mais pessoais e de interesse certo do seu público;
9 – Respeite os melhores horários e os dias de maior abertura;
10 – Limpe o mailing com frequência para diminuir erros;
11 – Use sempre 50% de html nos disparos, a chance de se tornar spam será menor;
12 – Padronize o remetente para passar confiança e atingir melhores resultados na abertura – tanto no nome, quanto no e-mail.

Ufa! Depois de tantas dicas, se você quer bater um papo, é só entrar em contato. 😉 Vamos ter um prazer enorme em te ajudar.