Agência Digital

Tendências de Marketing Digital para 2019

1920 1080 Leonardo Pereira

2018 voou, né? Vimos várias estratégias, plataformas e ferramentas indo embora ao perder o interesse do público. Então, que tal olhar com a gente o que ficou consolidado em 2018 e está indo pra 2019? Bora se preparar para aplicar as tendências de marketing digital!

Esse ano ficou marcado pela perda da confiabilidade dos usuários nas redes sociais. Os motivos? A fortíssima onda de fake news; pressão no Facebook para que ele seja mais claro e transparente, sobretudo após o vazamento dos dados de usuários para uso político; milhões de contas do Twitter e Instagram sendo excluídas por serem ou utilizarem bots.

Como os fatos influenciaram as Tendências de Marketing Digital para 2019?

Esses e outros acontecimentos despertaram os usuários para questionar a privacidade e a segurança dos seus dados. Também, incentivaram o mercado produtor de mídia digital a se preocupar menos com alcances gigantescos e dar mais valor para engajamento de qualidade, desenvolvendo um diálogo mais íntimo com o usuário.

Ou seja, essa onda acabou se tornando algo positivo: precisamos entregar conteúdos de mais qualidade e que dialoguem com a nossa persona. Essa é uma das tendências que separamos para você e que estarão em alta em 2019. Confira abaixo mais algumas:

Hashtags:
Criar um vínculo com o seu público é super importante e, já que o Instagram está no hype, hashtags funcionam muito bem para esse propósito! Afinal, é uma interação direta entre consumidor e a marca. Uma boa prática é usar as hashtags de maneira estratégica e não usar várias para tentar acertar em uma.

Influencers:
Pela falta de confiabilidade nas mídias, ter um rosto conhecido falando pela sua marca se tornou uma questão-chave. Os usuários confiam nos influencers, pois eles são “gente como a gente”.

Lives:
Quer fazer sua marca parecer mais real e confiável? Faça lives! Ter alguém falando em tempo real com seus curtidores fará toda a diferença. Aqui na Prod, planejamos lives com a intenção de engajar o público e resgatar essa confiabilidade.

Stories:
Chris Cox, Diretor de Produtos do Facebook, revelou alguns números apontando que os stories já estão prontos para substituir o feed. Isso é devido às experiências imediatas, já que os stories foram feitos para o mobile. O The Guardian indicou ainda que os stories mais realistas têm um engajamento maior do que aqueles cheios de informações e ações.

Ads:
Estamos na era pay-to-play, certo? E, mais do que nunca, é necessário gerar conexão e discussões por meio desses anúncios. Não somente a transmissão de uma publicidade, mas, sim, algo que agregue e entretenha. Já estamos desenvolvendo Ads com esse foco para os nossos clientes e os resultados estão ótimos!

Mensagens instantâneas:
Cada vez mais os usuários passam tempo trocando mensagens. Que tal usar esse indicador e fazê-lo conversar com sua marca? Chatbot, WhatsApp Business e outros são tendências fortíssimas já que os consumidores estão curtindo uma interação mais direta. Eles querem ser escutados, então escute seu público.

Conteúdos personalizados:
Retomar a confiança dos usuários não será uma tarefa fácil. Mas, um bom caminho é seguir com uma comunicação que ajude e converse com seu público. Ah, e o mais importante: faça isso de uma maneira consistente. Quer um exemplo? Aqui nós focamos na persona dos nossos clientes, porque estudamos as bases que são aplicadas e entendemos o engajamento. Assim, fica mais fácil dar ao público exatamente o que ele está buscando.

Fica a dica! Ainda vale a pena ficar de olho no Instagram que atualmente é a rede social preferida dos usuários. Além do Insta, YouTube e Linkedin são as mídias que mais mostram crescimento.

Bom! Vimos as fortes tendências de marketing digital para 2019 e percebemos que vamos precisar focar bastante na confiabilidade do público quanto às mídias digitais. Consulte agências digitais para buscar melhores formas de realizar essa tarefa. Se precisar de dicas, a Prod está aqui para bater um papo. 😉

Anúncios no WhatsApp

Oportunidades com anúncios no WhatsApp Ads

1920 1080 Leonardo Pereira

O WhatsApp apresentou, em fevereiro deste ano, o WhatsApp Business. Na época, várias especulações surgiram sobre a possibilidade da inserção de ads na plataforma. Mas nada mais foi dito… Até então. No dia 31 de outubro, Chris Daniels, vice-presidente do WhatsApp, em entrevista à publicação indiana IANS, confirmou que o maior aplicativo de envio de mensagens no Brasil passará a exibir anúncios nos Status em 2019. Estamos entrando na era do WhatsApp Ads.

Na sua fundação, a plataforma dizia que não tinha intenções de monetizar o aplicativo. Porém, desde que o Facebook comprou o WhatsApp, os novos proprietários assumiram a intenção de inserir ads.

Vamos colocar anúncios em ‘Status’. Esse será o principal modo de monetização da empresa, bem como uma oportunidade para as empresas alcançarem pessoas no WhatsApp”, disse Daniels na entrevista.

Para acalmar os ânimos (e as polêmicas) o Facebook se pronunciou e garantiu que a criptografia de ponta-a-ponta continuará existindo. Além disso, os códigos de segurança não sofrerão mudanças, garantindo o total sigilo na troca de mensagens.

A novidade ainda não tem data para começar a acontecer. Mas, elaboramos algumas dicas sobre o WhatsApp Ads te preparando para a chegada dessa nova forma de venda direta com o seu cliente. Vamos lá?

Conheça seu público

Isso é essencial, não importa com qual ads você trabalha. Aproveite que o recurso ainda não está disponível para saber mais sobre como seu público se comporta no WhatsApp. Conheça seus gostos, o motivo dele usar o WhatsApp e a frequência com que isso acontece. Assim, quanto mais você conhecê-lo, mais fácil será para alcançá-lo.

Use o WhatsApp Business

Os anúncios só estarão disponíveis para os usuários do WhatsApp Business. Então, se você ainda não tem ou não conhece, é uma boa hora para estudar mais. Descubra como funciona a ferramenta, para quê ela serve, quais são seus limites e suas regras de uso. Quanto mais conhecimento, melhor.

Movimente a plataforma

Se você já usa o WhatsApp Business, comece a movimentá-lo! Divulgue seu número, converse com seus clientes através dele, descubra novas formas de alcançar seu público, defina estratégias e metas… Enfim, movimente sua conta para que, quando o novo recurso chegar, você esteja por dentro da plataforma.

Leia as políticas de privacidade

Estude as políticas de privacidade do WhatsApp. Afinal, cair em spam ou ter a conta excluída pode denegrir a imagem da sua empresa. Enviar muita informação ou demorar para responder seus clientes podem fazer você ter mais perdas do que ganhos. Então, prepare-se para o fluxo de informação a partir dos contatos que vêm do Business, pautando-se nas políticas de privacidade.

Conheça as novidades

Se você já se prepara antes mesmo da novidade chegar, tem mais chances de sair na frente dos seus concorrentes. O amanhã só vem para quem se prepara, então fique por dentro das novidades do Facebook, Instagram e WhatsApp. Estude uma maneira de fazer uma comunicação integrada a partir das três plataformas.

Ainda não há como prever o que teremos de opções no WhatsApp Ads e, muito menos, se poderemos ter um marketing mais direto. O que sabemos é que hoje há 1,5 bilhão de pessoas ativas na plataforma pelo mundo. Um prato cheio pra quem busca oportunidades de conversar com seu público. É possível que surjam muitas oportunidades a partir da novidade dos ads. Então, se você precisar de uma mãozinha para lidar com esses assuntos, nos chame para bater um papo! 😉

Saiba a importância de investir em Customer Success

Customer Success: entenda a importância dessa estratégia

1920 1080 Renan Saulle

Encantar seu cliente é tão essencial quanto entregar um produto de qualidade. Por isso, um conceito bem forte que vem sendo aplicado cada vez mais nas empresas é o Customer Success, a equipe mestre da sedução para o sucesso do cliente.

Fugir da relação de qualidade no atendimento e no produto (ou serviço) vendido pode criar um sentimento de insatisfação no cliente. Assim, acaba-se com o relacionamento que poderia render bons frutos para os dois lados.

Em tempos de conectividade e fácil acesso às informações, os clientes assumem um papel ainda mais decisivo no modelo de negócio das empresas com as quais eles desejam se relacionar.

Eles querem ser ouvidos e, caso isso não ocorra, as chances de não voltarem a fazer negócio com a empresa aumentam muito. Conquistar o cliente significa seduzi-lo e, nessa árdua tarefa, não é apenas o produto que conta, mas, sobretudo, o tempo da relação que se cria.

Fazer o cliente se apaixonar pelo produto ou serviço e tornar essa relação duradoura é tarefa para o Customer Success, pois conquistar um novo cliente é 7 vezes mais caro do que reter um cliente já conquistado.

Mas, como fazer isso?

Em 2005, cientes dessa relação, a Sales Force de algumas empresas de software nos Estados Unidos que trabalham com SaaS (Software as a Service) entenderam que seria necessário uma estratégia que auxiliasse seus clientes a obter sucesso com seu software. Isso no menor tempo possível, pois essa seria a única forma desses clientes não cancelarem o contrato com a empresa.

Assim, nasceu o Customer Success com um conceito simples e genial: o sucesso do seu cliente é o sucesso da sua empresa. Podemos dizer, então, que um departamento de CS consiste em uma nova forma de fazer pós-venda com uma estratégia projetada e orientada para maximizar o valor do cliente e da empresa em todo o processo.

Mas, apenas a satisfação do cliente é sinônimo de sucesso? Não exatamente, pois é preciso encantá-lo e fazê-lo se apaixonar pela empresa.

Customer Success = sucesso do cliente

Existe uma imensa confusão entre o objetivo do cliente e objetivo da empresa. Será que hoje sabemos identificar isso claramente? O time sabe quais são os objetivos dos clientes e como atuar diante dessas demandas?

Ninguém conhece o potencial de seu produto melhor que sua equipe, então só ela está capacitada para dar ao cliente a melhor experiência possível.

Mas a característica que toda a equipe precisa para chegar em uma solução é: empatia!

Ou seja, precisamos nos colocarmos no lugar do outro para sentirmos suas dores, vontades e aflições. Entenda esse pilar do Design Thinking. A maneira mais eficaz de manter seus clientes encantados é torná-los o mais bem sucedidos possível no uso de seu produto.

Isso significa resolução de problemas?

Não é bem assim… Pois, como no mercado SaaS, o departamento de Customer Success não pode ser visto como resolvedor de problemas de clientes.

Não podem existir situações como “Ah, o cliente tem um problema, manda para o CS que ele resolve”. Como o próprio nome diz, o CS deve focar no sucesso do cliente. O problema do cliente é, na verdade, de todos! Aproveite para conhecer os 5 erros cometidos no gerenciamento de clientes.

Mas, é fato que o Customer Success deve ter qualidades e objetivos que o restante da equipe não tem:

Consultor de Mercado
É preciso que seja alguém que entenda do mercado que está atuando. Por exemplo: se o produto é um app, ele deve saber sobre todas as necessidades e etapas para a criação de um.

Acompanhe o cliente
É importante que o CS seja uma referência para o cliente em todas as etapas: implementação, uso, treinamento, suporte, etc. Assim, ele não só sabe todos os problemas e necessidades ao atender o cliente, mas torna-se um amigo confiável.

Pró-atividade
Outro ponto é não esperar o cliente trazer um problema, é preciso antecipar esse situação. Assim, combatendo a falta de sucesso que agirá silenciosamente.

Mas, como gerar a melhor experiência?

O início do uso de um produto ou serviço é extremamente crítico. Afinal, ali define-se o tom da relação que se iniciará. Esse é o momento de criar um vínculo. De poder sempre repassar as etapas do planejamento inicial para saber se ele está atingindo o que almejava na compra.

Os negócios que mais crescem no mercado atual pararam de vender apenas produtos e passaram a entregar experiências. E isso revolucionou seus empreendimentos, pois precisamos encantar nosso cliente.

Essa mudança de posicionamento gera resultados efetivos!

As empresas de sucesso são capazes de enxergar as dores, as soluções e como gerar o engajamento do cliente por meio da transformação de sua cultura interna.

Esse é um novo momento no mercado totalmente potencializado com a experiência do usuário e uma cultura de Customer Success.

O Design Thinking como processo de inovação

1920 1080 Marcela Lisbôa

O Design Thinking é um conceito poderoso de soluções criativas para resolução de problemas. Uma metodologia que busca interação de forma coletiva e colaborativa. Assim, o fator humano é o centro do desenvolvimento e todos contribuem para que a solução seja alcançada: desde a equipe de trabalho até os clientes ou usuários finais.

Pilares do Design Thinking

Quer conhecer mais sobre o Design Thinking? Então, comece pelos seus três importantes pilares:

Empatia: É preciso ter um relacionamento próximo com o seu público-alvo ou cliente, conversar pessoalmente e colocar-se no lugar deles.  Assim, você criará empatia pelos seus problemas e dificuldades e pensará em como contribuir com eles da melhor forma. Esse é o papel dos nossos gerentes, que buscam vivenciar e entender as dores dos clientes e transformam suas ideias em soluções criativas.

Colaboração: Pensar em conjunto, compartilhar informações e cocriar constroem a colaboração no Design Thinking. Assim, a visão e o entendimento do processo se expandem. Além disso, o próprio cliente tem voz ativa no projeto e é capaz de transformá-lo. Para isso, utilizamos as reuniões kick-off com clientes, para entender melhor a essência dos projetos e, após isso, os Sprints, que são reuniões rápidas para organizar as etapas, definir metas, fluxos de trabalho e também prever gargalos que podem surgir durante o projeto.

Experimentação: Os testes são essenciais para evitar problemas futuros. Desta forma, é possível diminuir a margem de erros e garantir que a sua solução terá um valor agregado e que será, de fato, eficaz para aquele problema em questão. Vale lembrar aqui a importância dos Sprints, que são feitos semanalmente na Prod, em que uma das etapas são os testes. No fim, você terá moldado a peça ideal.

Esses pilares são trabalhados dentro das etapas do Duplo Diamante, uma metodologia do Design Thinking que facilmente pode ser aplicada também às campanhas de marketing digital. Vamos conhecer uma a uma?

Entendimento

Conhecer o seu negócio, o seu público e o mercado em que atua é fundamental para propor inovações. Então, que tal verificar em que ponto da jornada ele está, utilizar análise SWOT, realizar benchmarks e pesquisas para saber exatamente como você pode criar soluções que sejam incríveis para todos? Vale também se aproximar dos clientes para entender o que eles buscam, pesquisar sobre a sua marca e o mercado, fazer análise de big data e observar (muito) os contextos. Assim, foque na experiência que você deseja proporcionar!

Observação

Com as informações e dados que você colheu no processo de entendimento, poderá identificar com clareza o problema que precisa resolver. É o momento de aprofundar a sua empatia para absorver a essência do cliente e dos dados.

Ponto de vista

Como a etapa anterior pode fornecer diversas informações e possibilidades, você precisa ter foco para identificar quais são as dores que deseja solucionar. Tem duas dicas boas para essa etapa: definir o seu público-alvo, pois assim você pode filtrar suas pesquisas; e buscar um ponto de vista com a sua equipe, realizando um brainstorm.

Ideação

Haja criatividade para passar pela etapa das ideias! Afinal, só assim você poderá encontrar boas soluções para as necessidades apresentadas pelo seu público. Então pense nas possibilidades e nos resultados que elas podem gerar. Para isso, você pode realizar uma nova reunião de brainstorm com sua equipe, seguindo uma linha de raciocínio.

Prototipagem

A gente geralmente relaciona protótipo a um produto praticamente finalizado, mas já em um estágio avançado, não é? Mas nem sempre é assim. Um protótipo é algo que permite a interação com o usuário. Assim, você não precisa de grandes orçamentos ou materiais para chegar até o seu protótipo inicial. Pode ser algo simples, mas que vai gerar um resultado valioso para o processo. A finalidade aqui é testar rapidamente e perceber os possíveis erros de cara. Tudo isso com um custo baixo. O importante é perceber o quanto antes a visão dos usuários sobre o produto ou serviço que está sugerindo como solução.

É claro que essa etapa deve se adaptar à sua realidade: em agências, por exemplo, dá para utilizar uma ferramenta trial durante a prototipagem e, obtendo sucesso, partir para o investimento. Já um hardware, por exemplo, precisa de suas peças primordiais para que seja possível analisar seu desempenho na próxima fase.

Teste e iteração

Para realizar os testes do seu protótipo, exponha ele para o seu público. Muitas vezes esse projeto é algo simples, sem detalhes extremamente elaborados, já que trata-se da ideia inicial, correto?

Aproveite esse momento para entender as reações, as necessidades e expectativas do seu consumidor. Assim, com o feedback, dá para lapidar as ideias, repetir os processos, realizar melhorias e comprovar se o seu produto realmente poderá solucionar os problemas encontrados lá no começo.

E aí, desvendamos o Design Thinking para você? Conte para a gente como você pode aplicá-lo a partir de agora. Ah, e se você tem algum case legal, fale também!

Marketing digital e a inteligência artificial

O futuro das agências de marketing digital

1920 1080 Leonardo Pereira

Quando você pensa no futuro das agências de marketing digital, o que vem na sua cabeça? Se sua resposta for robôs, você está certo. Porém, essa questão é um pouco mais complexa do que pode parecer.

Uma pesquisa da PwC indicou que as inteligências artificiais podem retirar cerca de 7 milhões de empregos do mercado. Mas, para compensar, devem criar outras 7,2 milhões de vagas. Ou seja, não é necessário entrar em pânico! Só precisaremos adaptar nossa rotina de marketing digital. Isso é ótimo, né?

Você deve estar se perguntando: adaptar rotina de marketing digital? Como assim?

Então, a adaptação surge da necessidade de diminuição do trabalho operacional e aumento da produtividade. Esse novo processo se dá por meio da inteligência artificial e das novas ferramentas que surgem com os avanços tecnológicos. E esse contexto já é nosso presente.

E o futuro?

O fato de termos exatidão do que traz ou não resultados nas campanhas está modelando o futuro das agências de marketing digital. Estamos numa era na qual todas as ações são detalhadamente mensuráveis. Este texto sobre automação pode te ajudar bastante a entender mais sobre esse processo.

Recentemente, aconteceu um encontro das maiores agências de marketing digital dos Estados Unidos, chamado 4As. Eles chegaram a um consenso interessante: agências que são focadas em apenas um nicho, como SEO, performance, marketing de conteúdo podem desaparecer nos próximos 5 anos. Isso porque, para o futuro, essas precisarão se adaptar para um mercado mais amplo. Pois, chegar em um resultado não depende apenas de uma técnica, mas de um conjunto de ferramentas que cada vez mais serão criadas a partir de IA.

Começou a linkar os pontos? É necessária uma visão mais ampla sobre os resultados que queremos atingir e quais ferramentas que iremos usar para isso. Logo, conseguir colher esses dados, analisá-los e transformá-los em um relatório de fácil entendimento para o cliente é essencial.

Ok, e o que muda a partir dos resultados mensuráveis?

As agências de marketing digital precisam estar muito mais focadas na visão estratégica das ferramentas usadas para atingir os resultados do que apenas na execução das demandas. Vamos te dar um exemplo aqui da Prod.

Antes nós gastávamos horas para gerar um relatório completo de uma campanha no FaceAds. Agora, utilizando DashGoo e geramos esse relatório em segundos! Tudo de uma forma bem prática, levamos resultados precisos e de fácil entendimento ao cliente. E, além do relatório tradicional, podemos inserir gráficos, KPI manual e textos mais dinâmicos – imagina o tempo que gastaríamos fazendo isso tudo manualmente?

Com esse exemplo da Prod deu para perceber que a tendência é cada vez mais deixar as tarefas operacionais de lado para sermos analistas desse mar de resultados! Cada vez mais será necessário estarmos no papel de curadores das tecnologias usadas para aplicação das estratégias escolhidas.

Então, já vimos bastante mudança no conceito de agência digital e qual será o papel dela, certo?

E o nosso papel de profissionais do futuro?

Bom, o mercado irá exigir cada vez mais profissionais híbridos entre marketing e programação, além de saber lidar com os bilhões de informações coletadas por segundo, exigindo foco e uma análise minuciosa. Tomar decisões estratégicas com agilidade e saber se adaptar aos mais diversos cenários também serão grandes diferenciais.

Você está preparado para lidar com mudanças tão significativas? Aqui na Prod, estudamos constantemente sobre as tendências e softwares de automação para sempre oferecermos serviços com mais qualidade e agilidade aos clientes.

Você quer bater um papo sobre esse assunto? Entre em contato com a gente, pois podemos ter a solução certa para você. 🙂

Você conhece a opinião dos seus clientes sobre o seu trabalho?

NPS e a satisfação dos clientes

1920 1080 Marcela Lisbôa

Você conhece a opinião dos seus clientes sobre o seu trabalho? Saber o que eles pensam é fundamental para realizar melhorias, manter ou modificar procedimentos com base na satisfação dos mesmos. Aliás, não conhecer o que o seu cliente pensa sobre você é um grande erro de gerenciamento de clientes. Então, para mensurar a satisfação deles, você pode usar o Net Promoter Score (NPS).

Empresas do mundo todo, como Apple, Amazon e Netflix, usam o método. Inclusive, há uma lista que você pode conferir quais marcas trabalham com o NPS para se espelhar. Assim, dá para perceber que ele é realmente importante, não é? Afinal, o NPS pode ser até mesmo um dos seus indicadores de desempenho (KPI).

O que é o NPS?

O NPS é um modelo de pesquisa de satisfação inovador, prático e que simplifica a compilação de dados.

Ele é composto, basicamente, por duas questões: uma quantitativa e uma qualitativa.

É importante ressaltar que as perguntas serão sempre as mesmas, porém adequadas à realidade da sua empresa, ok? Assim, as perguntas serão:

1 – “Em uma escala de 0 a 10, qual a probabilidade de você recomendar a nossa marca para um familiar, amigo ou colega?”

Lembre-se de oferecer as opções de 0 a 10 para que seu cliente assinale.

2 – “Por que você deu essa nota?” ou “O que podemos fazer para chegar ao 10?”

A questão quantitativa classificará os seus clientes. Já a pergunta qualitativa será muito importante para identificar os gargalos e pontos de melhoria da marca.

Como classificar meus clientes?

Depois de ter a sua pesquisa respondida, é hora de classificar seus clientes entre detratores, neutros e promotores.

Detratores: São os clientes que assinalaram de 0 a 6. Assim, mostram insatisfação com a sua marca e podem até prejudicar a sua reputação.

Neutros: As notas 7 e 8 são classificadas como neutras. Então, esses clientes não ajudam e também não atrapalham a imagem da sua empresa.

Promotores: Os defensores da sua marca são os que responderam 9 ou 10. Ou seja, eles gostam da sua marca e querem continuar o relacionamento com ela. Assim, têm mais chances de indicar você para os amigos, conhecidos e familiares.

E agora, como descubro meu NPS?

Com a classificação pronta, agora é hora de usar a matemática para descobrir a sua nota real. O cálculo é simples:

NPS = (Promotores – Detratores) / Número total de respondentes

Os resultados maiores que 74 indicam que as marcas alcançaram um padrão de excelência para os seus clientes. Já os que pontuam de 50 a 74 estão na zona de qualidade. As empresas que obtiveram de 0 a 49 encontram-se em aperfeiçoamento. Porém, aquelas que tiveram de -100 a -1 são consideradas em posição crítica.

Depois de obter o seu resultado, é hora de considerar as respostas qualitativas para buscar melhorias. Desta forma, você vai garantir que a sua empresa faça os clientes mais felizes. Assim, a sua marca contará com uma posição privilegiada no mercado, pois estará orientada com base nas experiências e expectativas do cliente.

Caso você queira implantar o NPS na sua empresa, não esqueça de aplicá-lo periodicamente, a fim de monitorar a satisfação dos seus clientes e ficar sempre atento aos pontos a serem corrigidos.

Nós rodamos continuamente nosso NPS e alcançamos o padrão de excelência. Nosso score atual é 87. Apesar disso, utilizamos a opinião dos nossos clientes para redefinir nossos valores e reforçarmos os pontos positivos da experiência com os serviços da Prod.  

Se a satisfação dos seus clientes também é um dos motivadores do seu trabalho, prepare-se para enviar a pesquisa para eles. Você pode contar com a marca registrada NPS, com as ferramentas disponíveis no mercado, como a Survey Legend (utilizada pela Prod) ou seguir a metodologia explicada aqui. 🙂

 

Este procedimento, adotado pelo Google, é utilizado para desenvolver projetos em cinco passos

Sprint: O método do Google para novas ideias

1920 1080 Marcela Lisbôa

O Google é referência em inovação não só pelos serviços e produtos que possui, mas também pela sua forma de trabalhar. E, se você está em busca de revolução e deseja acompanhar as técnicas do mercado, vai gostar de conhecer o método Sprint.

Este procedimento, adotado pelo Google, é utilizado para desenvolver projetos em cinco passos, durante cinco dias. Com a intenção de gerar resultados rapidamente, de maneira objetiva e concreta, ele também traz benefícios para a equipe. Isso, porque, ao vivenciar os passos do processo e obter os resultados, a equipe evolui com o aprendizado.

A proposta deste método é que cada passo seja aplicado em um dia, levando, assim, cinco dias para desenvolver uma ideia ou produto. Desta forma, você pode começar na segunda-feira e, na sexta-feira, já obter resultados. Além disso, o Sprint prevê também a participação massiva da equipe, para que todos contribuam com o projeto trabalhado.

Preparação para o Sprint

Apesar de ser um método rápido, é preciso se preparar para realizá-lo. O Google prevê que este alinhamento aconteça entre três e cinco dias, para que uma empresa inicie o Sprint. Nesta etapa, é preciso levar em conta o conhecimento da sua equipe sobre o processo, o espaço onde ele será realizado, o tempo que será destinado, os especialistas a serem consultados, entre outros. Aliás, o Google tem até uma lista de passo a passo para a preparação.

Depois de realizar este processo, é hora de começar a aplicar o Sprint:

Primeiro passo (Dia 1)

Para iniciar seu Sprint, pense em um objetivo a longo prazo que queira alcançar. Lembre-se de estar em acordo com toda a equipe.
Depois disso, você deve mapear todas as etapas que serão necessárias para realizá-lo.

É importante também consultar especialistas sobre o assunto, na busca de mapear com mais precisão e colher ideias. Neste momento, é importante destacar os responsáveis por cada passo.

Para finalizar essa etapa, analise o material e defina um alvo para orientar o seu Sprint.

Segundo passo (Dia 2)

É hora de esboçar seu Sprint. Primeiro, faça possíveis ajustes no seu mapa para aperfeiçoá-lo. Para isso, conte com as ideias e experiências da sua equipe.

Partindo para o esboço, garanta que cada participante do projeto faça seu próprio esboço e sugira soluções. Desta forma, será possível reunir mais alternativas em busca do seu alvo.

No livro “Sprint”, de Knapp, Zeratsky e Kowitz (2017), o esboço é dividido em quatro partes. Para torná-lo mais fácil, você pode adotar essa forma. As quatro partes são:

  1. Anotações: Anote tudo o que você considerou “bom” até agora. Copie também o objetivo, para tê-lo em mente.
  2. Ideias: É hora de pensar. Escreva suas ideias. Vale desenhar, criar títulos, ações, etc.
  3. Crazy 8s: Para cada ideia criada, desenvolva mais oito versões melhoradas.
  4. Esboço da solução: A melhor ideia, de cada membro da equipe, deve ser esboçada em detalhes. Os esboços serão analisados e debatidos.
    Para facilitar o entendimento da ideia, ela deve ser colocada em um storyboard. É importante que seja autoexplicativo, anônimo e contenha um título marcante.

Terceiro passo (Dia 3)

Quantas soluções você já tem! Agora é o momento de decidir quais ideias são mais aplicáveis e têm mais chances de sucesso.
Compare todas as ideias e realize uma votação para selecionar apenas uma. Com o plano definido, desdobre ele em um storyboard detalhado.

Quarto passo (Dia 4)

Vamos testar o storyboard. Faça um protótipo de fachada, apenas para testar situações hipotéticas que você possa enfrentar. É claro que, em um dia, você não conseguirá criar o seu produto ou serviço. Por isso, é importante ter em mente que o protótipo não precisa ser perfeito. Ele deve apenas proporcionar conhecimento e aprendizado sobre a sua solução.

Quinto passo (Dia 5)

Agora que você tem excelentes ideias e um protótipo pronto, precisa saber a opinião dos seus clientes. Faça entrevistas e avaliações do protótipo para analisar a sua funcionalidade. Com isso, você saberá como melhorar o seu projeto e oferecer ao seu público algo que atenda suas necessidades.

E aí, gostou de aprender este método de trabalho?

Aqui na Prod, nós começamos a aplicar o Sprint e já percebemos os benefícios que ele traz para os projetos e para a equipe! Como temos uma vida agitada ao longo da semana, sem uma rotina fixa de trabalho, preferimos desenvolver o Sprint aos sábados, para podermos viver cada etapa com atenção.

Se você ficou interessado em aprender mais, pode até acessar alguns casos do Google para conhecer exemplos e se inspirar.

Já pensou quando você vai aplicar o Sprint com a sua equipe? Teste, analise e conte para a gente como foi a sua experiência!