Agência Digital

Já divulgamos um texto em que falamos das tendências para 2020 sobre a gestão de pessoas e processos. Mas, claro, não poderíamos deixar de falar sobre as tendências para as operações de marketing digital. Vamos nessa?

Especial 2020: 5 tendências para operações de mkt digital

1920 1080 Leonardo Pereira

Já divulgamos um texto em que falamos das tendências para 2020 sobre a gestão de pessoas e processos. Mas, claro, não poderíamos deixar de falar sobre as tendências para as operações de marketing digital. Vamos nessa?

Tendências para marketing digital

Seja na RD Summit, livros, artigos ou acompanhando Top Voices do LinkedIn, já é possível sacar quais tendências irão (me perdoe o trocadilho rs) pipocar para operações de marketing digital em 2020. É essencial ficar alerta e, ao longo do texto, faça um teste de autoconsciência: você está preparado para o que está vindo por aí?

5 tendências que estão ganhando força

1: Analytics
Ferramentas para analisar, como o Google Analytics, nunca foi tão essencial! Você acompanha o tráfego do seu site? Analisa as páginas mais acessadas? Tira insights dos resultados obtidos? Se não, é melhor começar a repensar o uso dessa ferramenta tão poderosa. Com o aumento da tendência de business intelligence, ou seja, muita análise para decisões assertivas, softwares de análise estão ganhando, cada vez mais, uma posição de destaque nas operações de marketing digital. Isso porque eles apresentam dados concretos sobre o desempenho do movimento das pessoas no seu site.

2: Integração de ferramentas
Quer otimizar tempo? Faça a integração das suas ferramentas, sejam elas de criação (como as ferramentas Adobe que hoje são completamente integradas) ou de gestão de projetos e mídias (Trello, Harvest, Clockify, RDstation, Salesforce, mLabs e outras). O ideal é que tudo funcione com automação, em que o sistema saiba que determinadas ações devem encadear outras em diferentes ferramentas. Se tempo é dinheiro, integrar suas ferramentas pode dar um ganho no tempo gasto em demandas.

3: Explore o LinkedIn
Você pode me falar: “Léo, o LinkedIn é uma tendência faz tempo, né?”. Sim, claro. O LinkedIn está em foco nas mídias há algum tempo. Entretanto, o jeito de usá-lo está se adaptando. Observando o crescente aumento da presença de CEOs e diretores na plataforma, devido à força que os Top Voices estão ganhando, comece a repensar o uso de Ads, ou seja, mídias de performance para atrair contatos de lá. Claro, se fizer sentido para a sua persona.

4: Audio Marketing
Tenho certeza que você ouviu ao menos 1 podcast ao longo do ano. Eles estão com tudo! Mas é claro que o Audio Marketing não se limita a isso. Cada vez mais estamos vendo a disseminação de Cortanas, Siris e Alexas que são acionadas por comando de voz. Para quem achou que o rádio sumiria, aí está: tudo se adapta. Seja no formato de audiobooks, podcasts, mídias sonoras, audiogramas… Edney Interney, Diretor Acadêmico da Digital House Brasil, já deu o papo na RD Summit: se até então estávamos na era dos likes (que está em declínio, certo?), entraremos na era da voz. Que tal começar a olhar para esse mercado?

5: Humanização
Humanize o marketing da sua empresa! Coloque o rosto das pessoas, conte histórias e inspire sua audiência com bons hábitos. Compartilhe seu produto sem ser invasivo buscando um olhar humano daquela situação. Pessoas se identificam com pessoas, não com máquinas. Claro, não deixe de explorar todos os lados da rede social. Mas a questão aqui é levar humanidade para cada publicação e, assim, entregar mais do que um simples conteúdo.

Se durante seu teste de autoconsciência você detectou falhas na sua operação de marketing digital, vamos trocar uma ideia! Temos várias soluções para integrar nossos clientes com as novidades do mercado.

2019 decolou com força e cumpriu seu objetivo com sucesso. 2020 chega com novos ares e tendências ganhando novas óticas, recheado de possibilidades para o universo da gestão de pessoas e empresas.

Especial 2020: 6 tendências para gestão empresarial

1920 1080 Leonardo Pereira

2019 decolou com força e cumpriu seu objetivo com sucesso. 2020 chega com novos ares e tendências ganhando novas óticas, recheado de possibilidades para o universo da gestão de pessoas e empresas.

Tendências para o mercado de gestão

São inúmeras as formas de buscar tendências mercadológicas. Nós decidimos unir os insights que tivemos assistindo às inúmeras palestras da RD Summit com as informações dos artigos e estudos mais recentes da área.

Assim, conseguimos ter uma visão bacana do que ganhará espaço no mercado de gestão em 2020. De pessoas a gerenciamento de processos, há conceitos ganhando ainda mais força para esse novo ciclo. Bora descobrir?

6 tendências para ficar de olho

1: GPTW
Ter o selo Great Place to Work (GPTW) é um diferencial, claro. Porém, é preciso focar na felicidade individual dos colaboradores. Uma maneira de aumentar esse índice é com ações de GiftWork. Esse conceito nada mais é do que proporcionar experiências únicas e inesperadas para a pessoa em questão. Por exemplo: alguns Prothers são Flamenguistas doidos. O Dani, nosso CEO, levou-os para assistir a uma partida com o Maraca lotado. Algo tão simples que, para eles, significou o mundo!

2: Cultura organizacional
Aposto que você sabe o que é cultura organizacional, certo? Mas, a partir de 2020, você precisa repensar TUDO o que você aprendeu sobre esse conceito. Mais do que nunca, os ambientes de uma empresa precisam ser acolhedores e inspiradores. Salas fechadas, ambientes escuros, falta de estrutura e tantos outros pontos que desanimam qualquer um precisam ser urgentemente revistos. Sem felicidade no local de trabalho, todo o seu esforço para criar uma cultura de família será em vão.

3: Business Intelligence ou BI
Você já deve ter lido esse termo por aí. Questões de análise agora estão em outro patamar, afinal todas as decisões precisam, mais do que nunca, ser baseadas em resultados prévios. Que tal ter uma pessoa específica para isso? Novos movimentos, sucesso do cliente e estratégias, tudo precisa ser fundamentado em dados. Ao trilhar esse caminho, suas chances de assertividade aumentarão muito!

4: Growth
Você quer aumentar seus resultados? Então comece a pensar nas diferentes habilidades do seu time e em como aplicá-las em conjunto. Ao unir peças diferentes que se encaixam, é possível aproveitar melhor a capacidade de cada um. Para, assim, otimizar os resultados e, consequentemente, aumentar as possibilidades de melhoria nas rotinas e trabalhos. Reveja as posições atuais dentro do seu time, é possível otimizar processos movendo algumas peças? Se sim, faça!

5: Somos humanos
Algo ficou bem claro sobre os insights acima: somos todos humanos! Pessoas falham, aprendem, desenvolvem e mudam suas concepções sobre tudo. A atriz Denise Fraga, que se apresentou como uma “investigadora de humanos” na palestra da RD Summit, citou sobre este momento atual em que vivemos o pior de nós mesmos, porque atualmente temos medo de ser gentis e acabar sofrendo algum tipo de “abuso”. Não deixe que esse pensamento se alastre na sua empresa. Promova a gentileza entre os colaboradores, os gerentes e os diretores.

6: Liderança e sucessão
Por último, é importante pensar sobre a formação de sucessores para os atuais líderes. Identifique talentos e explore aqueles que precisam de um empurrãozinho para expressar esse lado de comandante. Essa prática é vital para criar sucessão dos atuais mentores, treinar seus colaboradores e, assim, criar um caminho em que todos possam vislumbrar uma carreira de sucesso.

Deu pra perceber que o futuro é logo ali, certo? Não dá mais para ter uma mentalidade antiga sobre relacionamento entre empresas e clientes, ou empresas e colaboradores. O maior capital de uma empresa são as pessoas e é preciso ter isso em mente para decidir qual caminho trilhar.

Estamos sempre ligados nas tendências e já trabalhamos nesses pontos faz algum tempo – ações que culminaram no selo de Great Place to Work, que ganhamos no início de novembro. Se você precisar de um help pra colocar essas tendências em prática, que tal marcarmos uma conversa?

gptw

GPTW: termômetro do ambiente de trabalho

1920 1080 Lais Santiago

Nós ficamos tão felizes com a notícia que ganhamos o selo da GPTW que decidimos dividir com você! Afinal, grandes conquistas precisam ser compartilhadas, não é mesmo?

A GPTW (Great Place to Work) mede o clima e as boas práticas das empresas. Nascida nos Estados Unidos, hoje ela está presente em mais de 61 países ao redor do mundo e tem como missão construir uma sociedade melhor, transformando cada organização em melhores locais para se trabalhar. Vamos conhecer mais?

Reconhecimento GPTW

A GPTW reconhece as melhores empresas para se trabalhar com base em uma pesquisa realizada com os colaboradores, até porque são eles que têm propriedade para avaliar o ambiente onde passam algumas horas de seus dias.

A pesquisa é respondida de forma anônima e os colaboradores são convidados a participar, não podendo sofrer nenhum tipo de pressão ou represálias e nem receber prêmios ou estímulos através de presentinhos. São 5 dimensões avaliadas:

  • Credibilidade: mede se os colaboradores consideram seus gestores confiáveis ao abordar as percepções sobre as práticas de comunicação, competência e integridade existente nessa relação.
  • Respeito: avalia como os colaboradores se sentem respeitados por seus gestores, por exemplo, nos momentos de feedback.
  • Imparcialidade: entende o quanto os colaboradores consideram as práticas de gestão justas e imparciais.
  • Orgulho: analisa a interação que os colaboradores têm com seus trabalhos ao avaliar sentimentos em relação às suas funções, equipe e clima organizacional.
  • Camaradagem: verifica o sentimento de companheirismo e proximidade entre os colaboradores e suas equipes.

Nesse ano, a Prod participou pela 1ª vez! Os nossos Prothers se empenharam e 100% da equipe respondeu à pesquisa. Nossa nota foi 85! Somos considerados um Great Place to Work pelos nossos colaboradores e isso é um motivo de muito orgulho para nós! E não vamos parar por aí, é hora de concorrer a alguns rankings que a GPTW propõe. Contaremos em breve como foi nosso resultado. 

Quer saber mais do nosso estilo de gestão e práticas de clima organizacional? Fale com a gente, queremos que você também seja GPTW. 

Lei Geral de Proteção de Dados

LGPD: como regularizar a sua marca

1920 1080 Marcela Lisbôa

A LGPD vai mudar completamente a forma como as pessoas lidam com dados, seja on ou offline. Então, para não ter um impacto negativo, correr risco de penalizações pela lei e garantir a segurança de dados, chegou a hora de entender como validar o manuseio de informações.

Como a legislação divide o público em três categorias (controladores, operadores e titulares de dados), podemos logo pensar em ações específicas para cada um deles, né?! Porém, aqui, vamos focar bastante nas soluções para os controladores e operadores.

Zelar pelos dados

O cuidado com os dados é o principal ponto, tanto para os titulares, como para os operadores e controladores. Afinal, quem manipula as informações precisa ter consciência do quanto elas são sensíveis. Já para os titulares, vale reforçar a importância de conferir a confiabilidade dos locais onde se está disponibilizando dados.

Aderir aos protocolos de segurança conforme a LGPD

Os operadores e controladores devem tomar medidas oficiais de segurança de dados. Assim, é necessário difundir essa cultura dentro de toda a empresa para que o manuseio de informações seja consciente.

Validar dados

Realizar a validação de dados junto aos clientes e colaboradores é uma forma de garantir o consentimento do uso da informação. Vale, por exemplo, usar um pop-up antes do envio de dados no seu site.

Implementar termos de uso e políticas de privacidade

Tornar o seu processamento de dados claro para os titulares garantirá uma proteção diante da manipulação de dados realizada por você. Assim, toda e qualquer forma de captação de dados da sua empresa deve apresentar um comunicado ao público sobre o uso das informações e suas medidas de segurança. Quer um exemplo disso? O campo de contato do seu site deve apresentar uma nota sobre o manuseio de dados.

Adotar o certificado de segurança SSL

O já tão falado SSL também vai fazer diferença na segurança de dados quando o assunto é o seu site. Então, se você ainda não tem o recurso instalado, já passou da hora de regularizar a sua situação.

Essas são algumas das práticas efetivas que fazem parte das nossas orientações para os nossos clientes. Mas, obviamente, uma consultoria jurídica especializada é indispensável para operadores e controladores que lidam massivamente com dados.

Você tem outras dicas de segurança de dados ou medidas já implementadas no seu negócio? Compartilhe com a gente aqui nos comentários para construirmos, juntos, um ambiente mais seguro, principalmente na internet.

Lei Geral de Proteção de Dados

LGPD: o impacto para os negócios

1920 1080 Marcela Lisbôa

Com a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, muitas empresas se viram preocupadas com a forma como manuseiam informações não só dos clientes, mas também dos empregados.

Nós já falamos aqui, no Blog da Prod, sobre a importância da LGPD e trouxemos alguns pontos que você precisa saber sobre ela. Mas você já visualizou o impacto que a nova legislação vai gerar para o seu negócio? É o que vamos conversar agora!

Segurança

Com a adoção da lei, os consumidores terão a certeza da segurança de seus dados. Portanto, é possível que isso influencie na confiabilidade entre eles e a sua empresa. Afinal, o fator segurança sempre foi um grande decisor de negócios.

Crescimento de mercado

A LGPD também é uma estratégia política. Muitas nações estão levando em conta as leis sobre proteção de dados na hora de firmar parcerias e relações comerciais. Então, ao adotar a Lei Geral de Proteção de Dados, o Brasil abre novas oportunidades de investimento e avanço.

Recursos humanos

As empresas também detêm as informações dos seus funcionários. Desta forma, será preciso revisar as políticas e permissões internas para formalizar o consentimento dos empregados em fornecer tais informações. Além disso, as empresas também deverão notificá-los à respeito do uso de dados.

Sanções da LGPD

Com duras sanções e multas que podem chegar até 50 milhões de reais, as empresas precisam investir em processos de proteção de dados, ainda mais no ambiente virtual. Caso contrário, correrão o risco das penalizações. O que nos leva ao ponto seguinte.

Vista grossa na manipulação de dados

Se você está acostumado a movimentar dados sem protocolos de segurança, precisará rever sua forma de trabalhar! Com a LGPD, será inaceitável ter operações com métodos duvidosos.

Reformulações

Além dos seus processos internos, todas as suas formas de captação de dados deverão ser reformuladas para estarem em acordo com a lei. Além disso, os seus clientes e funcionários devem ser consultados sobre o uso e dados, o que vai influenciar na sua comunicação.

Nós já estamos trabalhando nas reformulações e nos processos de segurança dos nossos clientes, pois entendemos o quão sensíveis são esses itens.

Para que você também garanta um perfeito cumprimento da lei, consulte profissionais qualificados para te auxiliar na definição de medidas e tomada de ações.

Ah, e se a aplicação da LGPD esbarrar no seu posicionamento digital, deixe um comentário aqui para nós avaliarmos o seu caso.

Veja como a Lei protege seus dados

LGPD: entenda a Lei Geral de Proteção de Dados

1920 1080 Marcela Lisbôa

Você usa seus dados na internet? Sabe o que as empresas fazem com ele? Se você é de uma empresa, como lida com os dados dos seus clientes? A partir de agosto de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estará em pleno vigor no Brasil. Sancionada em 14 de agosto de 2018, com prazo de 24 meses para ser adotada por todos, ela é de grande importância para empresas, pessoas físicas e, inclusive, para o país. Afinal, a regularização da internet pode trazer mais investimentos digitais, fomentando o nosso mercado.

A necessidade de uma lei que tornasse o ambiente virtual mais seguro ganhou notoriedade mundial depois do escândalo da Crambridge Analytica, em 2016. A empresa norte-americana acessou dados de usuários do Facebook em um caso que ficou amplamente conhecido.

Mas a caminhada em busca de uma lei para o mundo virtual é antiga. Assim, cada país tem trabalhado na construção de uma legislação eficaz, compreendendo os hábitos e necessidades das empresas e usuários na internet. Porém, a LGPD tem sido considerada uma das mais rigorosas já sancionadas, pois implica em multas exorbitantes no caso de descumprimento da lei.

Como nós entendemos a importância da proteção de dados e também estamos dentro desse cenário, percebemos que precisamos falar sobre isso com você! Vamos lá?

O que eu preciso saber sobre a LGPD?

Quantas vezes bateu aquela insegurança ao se cadastrar em um site ou comprar em uma loja online? Esse medo perseguiu os usuários por muito tempo. Afinal, não havia uma regra clara e definida que garantisse a segurança das informações fornecidas na internet. Mas isso começou a mudar desde 2014, com Marco Civil e sua atenção aos dados compartilhados online no Brasil. Porém, a LGPD vai além, atuando minuciosamente na proteção de dados, desde o uso dos mesmos até a fiscalização.

A legislação é aplicada para todo mundo que fornece e manipula dados. Assim, ela oferece mais segurança às pessoas e garante que as empresas serão mais cuidadosas ao guardarem essas informações. Mas quem é você para a LGPD? A lei traz definições importantes que você precisa entender para posicionar-se de forma clara dentro dela, olha só:

Sou um Controlador?
Os controladores de dados são as empresas que possuem essas informações. Portanto, escolhem como utilizá-las.

Sou um Operador?
Sabe a Prod? Ela é um operadora de dados, pois é responsável por cuidar das informações dos Controladores. Assim também se encaixa, no geral, ferramentas que você pode contratar para utilizar os dados, como as de marketing automation e ads.

Sou um Titular?
Com certeza! Todos somos titulares de dados. Afinal, somos os donos dos dados que entregamos aos controladores.

Agora que você já se identificou na LGPD, precisa ficar atento ao que pode ou não te afetar dentro da lei. Então trouxemos uma lista com algumas informações:

12 principais pontos da LGPD

  1. A Lei engloba toda atividade que usa dados pessoais, inclusive pela internet;
  2. Ela possui uma lista de 10 ações que legitimam o tratamento de dados de titulares por controladores e operadores;
  3. Há também 10 princípios definidos para que controladores e operadores sigam a proteção de dados;
  4. Quem vai garantir o cumprimento da LGPD e fiscalizar é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados;
  5. As empresas que não estão em terras tupiniquins também respondem à LGPD;
  6. Os dados considerados sensíveis possuem regras especiais para serem manipulados;
  7. Os titulares têm direito sobre os dados, podendo inclusive cancelar o uso pela empresa que o manipula;
  8. Os controladores e operadores devem enviar notificações obrigatórias aos usuários em caso de incidentes com dados;
  9. Os controladores e operadores precisam fazer um Assessment sobre a proteção de dados;
  10. Também é deles a responsabilidade de fazer um relatório sobre o tratamento de dados;
  11. As empresas que atuam com tratamento de dados devem ter um profissional Encarregado da Proteção de Dados Pessoais;
  12. Empresas que cometerem infrações passarão por sanções, com multas que podem chegar até 50 milhões de reais.

Como deu para perceber, esse assunto é bem extenso e importante. Por isso, também vamos falar dos impactos da LGPD e as ações que você deve tomar para adotá-la desde já. Inclusive, são ações que fazem parte das orientações que damos aos nossos clientes e que praticamos aqui na Prod.

Se você quiser tirar algumas dúvidas sobre a LGPD, deixe seu comentário ou entre em contato com a gente. Estamos empenhados a auxiliar nesse processo e contribuir para um mundo digital mais seguro.

O novo formato de funil de vendas integra duas técnicas de marketing muito utilizadas

Funil de vendas em Y: inbound e outbound

1920 1080 Marcela Lisbôa

A evolução do mercado digital trouxe muitas técnicas inovadoras de vendas que não podem mais ser ignoradas por negócios que querem conquistar novos clientes e crescer. Uma das metodologias mais conhecidas é o funil de vendas que, agora, ganhou uma nova versão: o Funil de Vendas em Y.

Mas antes de falarmos sobre essa nova forma de abordagem, vamos dar um passo para trás. Então vamos relembrar o Funil de Vendas, pode ser?!

Funil de Vendas

Trabalhamos com as etapas do Funil de Vendas dentro do digital utilizando a técnica de Inbound Marketing. Com isso, planejamos estratégias e ações que atraem consumidores e geram interesse pela marca. Assim, separamos o funil em quatro partes: atração, conversão, venda e encantamento. Desta forma, dentro de cada etapa, criamos conteúdos específicos, que incentivam o cliente a caminhar pelo funil.

Veja que essa técnica é indispensável para tornar a sua marca importante para seus potenciais clientes. Ela também contribuir para a sua relevância por meio de contents de qualidade.

Funil de Vendas em Y

Com o Funil de Vendas em Y, nós continuamos trabalhando com o inbound marketing e as mesmas etapas do funil. Porém, acrescentamos uma ramificação, a outra mãozinha do Y: o outbound 2.0.

Neste processo, a empresa fica bem ativa no funil. Afinal, ela não só atrai, mas passa a captar potenciais clientes. Assim, o outro lado do Y vai ganhando forma e etapas diferentes:

Captação: O primeiro passo no Outbound 2.0 é buscar contatos quentes que tenham a ver com o seu PCI (perfil de cliente ideal). Então pense na combinação de BI + comercial + ferramentas digitais para encontrar seus clientes dos sonhos e você saberá exatamente do que estou falando.

Conexão: Depois que já temos os contatos, é hora de estabelecer uma ligação com eles – aqui vale de tudo. E-mails, ligações, redes sociais e por aí vai. Porém, é importante lembrar que nessa etapa você deve estar munido de técnicas de persuasão e gatilhos para dialogar e fazer com que o seu contatinho tenha uma queda por você e queira te conhecer melhor.

Qualificação: Rolou um affair? Então aproveite uma reunião para conhecer melhor o seu contato. Perceba o fit. Entenda se os seus produtos ou serviços se aplicam à ele. Assim, se o contato for qualificado, utilize as suas técnicas de vendas para fechar uma parceria de sucesso.

Onde entra o Y?

Como eu falei, o inbound é uma mãozinha e o outbound 2.0 é a outra. O corpinho é a conexão entre elas. Olha só:

Para essa metodologia funcionar, é preciso criar pontos de encontro entre as duas técnicas. Assim, você fará o seu lead caminhar entre as etapas. Por exemplo: você se conectou com o contato, mas o negócio não virou. Então, nesse caso, ele pode ser direcionado para a nutrição do inbound para continuar com a sua marca na cabeça até estar pronto para se transformar em um cliente.

Essa técnica de prospecção é eficaz tanto para o mercado B2B como B2C. Inclusive, aplicamos aqui na Prod e já estamos com ferramentas e processos bem estruturados e em funcionamento, trazendo novas oportunidades de negócio.

Então, como já temos experiência no assunto, acreditamos que você também pode conquistar bons resultados com essa metodologia. Vale reunir o comercial com o marketing e entender cada etapa do funil em Y para validar a sua operação. Você já sabe, né?! Se precisar de know how, tanto no inbound como no outbound, e de ferramentas que façam acontecer, é só acionar a Prod!

Abra a mente, conheça histórias de superação e inovação incríveis e mude o seu olhar sobre gestão

5 livros que auxiliam na gestão de negócios

1920 1080 Leandra Diniz

A leitura, além de ser uma excelente forma de entretenimento, é também uma maneira eficaz de aprender e alcançar o sucesso na vida profissional. Afinal, a riqueza de detalhes dos livros permite que a nossa imaginação trabalhe com projeções visuais. Então, ler, entender e analisar livros sobre os processos que fizeram grandes profissionais emergirem traz muitas inspirações para as suas práticas pessoais, que podem transformar a maneira como você lida com a sua carreira e seus negócios.

É por isso que valorizamos muito o hábito de ler na Prod. Assim, para incentivar a prática, temos um “Clube da Leitura”. O projeto funciona como uma roda de indicações, onde inicialmente é feito um sorteio entre os Prothers. Depois, é feita a troca de livros entre eles, que devem ler no prazo de dois meses. Ao fim do período, realizamos uma roda de conversa para comentar cada leitura.

Com essa inspiração de manter viva a cultura do livro, nossa Boss, Cyntia, indica cinco livros que podem auxiliar na gestão dos seus negócios. Prepare-se para expandir a sua mente, conhecer histórias de superação e inovação incríveis e mudar o seu olhar sobre gestão, negócios e carreira:

Dicas de leituras de sucesso da Cyntia

1. “Sprint: O método usado no Google para testar e aplicar novas ideias em apenas cinco dias”, de Jake Knapp

Você tem ideias que nunca saem do papel ou um problema que parece impossível de resolver?
O método criado pelo designer Jake Knapp, no período em que trabalhou para a Google, é uma técnica poderosa, que pode contribuir para que você consiga trazer suas ideias para o mundo real.

2. “Essencialismo: A disciplinada busca por menos”, de Greg McKeown

O Essencialismo, mais do que uma estratégia de gestão, é uma técnica de produtividade. Essa leitura mostra como entender desordens que acontecem no seu dia a dia e te orienta para resolver imprevistos no trabalho e na vida pessoal.

Com esse livro, aprendemos que gerir o nosso tempo depende somente de foco e prioridade.

3. “Empatia Assertiva: como ser um líder incisivo sem perder a humanidade”, de Kim Scott

Empatia Assertiva é uma leitura que quebra paradigmas de gestão: ser próximo da sua equipe o suficiente para que você consiga dar um feedback honesto, como se estivesse conversando com um amigo.

Esse livro mostra que é possível extrair o potencial máximo de uma equipe utilizando uma simples técnica: a empatia.

4. “Rebeldes têm asas”, de Rony Meisler e Sergio Pugliese

Rebeldes têm asas é um livro que conta a história de inovação de uma das mais aclamadas marcas de moda do Brasil, a Reserva.

O livro mostra a importância de se melhorar a vida das pessoas ao nosso redor por meio das relações comerciais, o que a Reserva fez de modo implacável, e serve também como uma inspiração de como fazer negócios no mundo atual. Com a leitura é perceptível que mudar o “status quo” não é uma prática comum, mas, pelo que parece, Rony Meisler é extraordinário nisso!

5. “Pense simples: Você só precisa dar o primeiro passo para ter um negócio ágil e inovador”, de Gustavo Caetano

Se você pensa em empreender, o livro escrito pelo empreendedor do ano, Gustavo Caetano, é o ideal para te auxiliar a refletir sobre inovação com um olhar cheio de propósito, estando sempre um passo a frente.

Nele, você pode aprender com dicas e experiências marcantes do CEO de uma das empresas mais inovadoras do Brasil, a Samba Tech.

Você já leu alguma dessas indicações? Tenho certeza que você já ouviu falar destes livros e autores tão conhecidos, mas que também tem outros livros queridinhos na sua estante para indicar para a gente. Então comente aqui e deixe a sua dica para nós também! ?

Você já esteve em alguma situação em que pensou “cara, isso precisava ser aprovado mais rapidamente” ou “esse projeto precisa estar rodando na próxima semana e ainda estamos em fase de testes”? Bom, então venho dar ótimas notícias: o Lean UX pode ajudar você nessa missão impossível. Vamos descobrir como?

Aplicando o Lean UX no seu ambiente de trabalho

1920 1080 Leonardo Pereira

Você já esteve em alguma situação em que pensou “cara, isso precisava ser aprovado mais rapidamente” ou “esse projeto precisa estar rodando na próxima semana e ainda estamos em fase de testes”? Bom, então venho dar ótimas notícias: o Lean UX pode ajudar você nessa missão impossível. Vamos descobrir como?

O que é o Lean UX?

O Lean UX significa literalmente “UX magra”. Esse sentido parte da ideia de que essa é uma metodologia de trabalho “mais magra”, ou seja, com processos menores e mais fáceis de aplicar ao comparar com outras metodologias disponíveis. Isso porque seus processos não demandam tanto tempo dos envolvidos.

Ela surgiu para diminuir os ruídos na comunicação entre os desenvolvedores e os designers. Pois é muito comum em agências o seguinte cenário: o designer constrói todo o projeto sem trocar ideias sobre o funcionamento desse com o desenvolvedor. Então, há toda uma aprovação com o cliente, passando pelas fases anteriores de ideação e criação. Quando o projeto chega no desenvolvedor, há erros processuais ou ideias que não são possíveis de aplicar com as tecnologias disponíveis.

Esse gap pode gerar perdas de tempo e de dinheiro para a empresa, afinal, excesso de ajustes podem impactar diretamente no produto final. Aqui na Prod, nós seguimos os conceitos do Design Thinking e do Design Sprint, aliados com o Lean UX, mas é sempre bom ficar antenado nas novidades, aprender novos conceitos e construir ou adaptar uma metodologia que seja eficaz para a sua situação. Então, vamos entender como funciona o Lean UX?

Como funciona?

Seu funcionamento é simples e exige apenas a união de todos os times envolvidos nos processos (desde o Comercial, passando pela Criação e finalizando nos Dev’s). Podemos, por exemplo, ao invés de pensar durante horas para definir um fluxo de navegação de um site, podemos desenhar as ideias em um quadro branco, chamar os envolvidos e conversar sobre ele. O importante aqui é coletar o feedback de todos, pois é extremamente mais simples fazer alterações no projeto quando ele ainda está no “plano das ideias”.

O Lean UX é dividido em pequenos ciclos formados por “descobrir, definir, desenvolver, entregar”. “Descobrir” é o momento inicial para fazer a imersão no projeto, entender as necessidades dos usuários, analisar o mercado e os produtos similares. “Definir” é a fase em que os times refinam todas as informações que já foram coletadas e propõem alternativas para suprir as necessidades encontradas. Então, parte-se para a fase “Desenvolver” em que são coletadas as melhores ideias e coloca-se a mão na massa para que os protótipos ganhem vida. A última fase, “Entrega”, são os testes com os usuários finais do produto e isso é vital para colher os feedbacks deles para que seja gerada a última versão com ajustes refinados e alinhados com as expectativas. O legal é que, por ser uma dinâmica mais rápida, sobra tempo para mais uma rodada neste ciclo, afunilando ainda mais o projeto.

Dicas para aplicar o Lean UX no seu ambiente de trabalho

Bom, agora que você já entendeu o Lean UX, tenho certeza que você deve estar se perguntando “Léo, eu trabalho com Contabilidade, como essa metodologia pode me ajudar?”. Então, calma! Vou explicar com algumas dicas:

Faça a imersão: seja em qualquer área de trabalho, toda demanda exige imersão. Você precisa entender o que está sendo pedido e o que já foi feito por esse problema, seja internamente ou externamente. Compartilhe as dúvidas com seu time, mais cabeças pensam melhores que uma sozinha.

Pense sobre as soluções: ao compartilhar seu problema com o time inteiro, você conseguirá refletir a respeito das soluções indicadas. Você provavelmente conseguirá olhar a demanda de uma forma diferenciada.

Desenvolva a partir das ideias: tudo o que foi dito foram conceitos que estão no “mundo das ideias”. Bote a mão na massa e desenvolva sua demanda a partir das ideias. Ao enxergar o problema mais claramente, as respostas virão de maneira que vai soar intuição.

Teste!: aqui na Prod temos a filosofia de testar tudo o que será veiculado – de um site à uma campanha de Ads. Tudo precisa ser testado para ver se, de fato, dará certo. Caso não dê, volte do início e busque pessoas diferentes para compartilhar seu problema. Caso dê certo, tente achar brechas que possam levar a futuros erros.

Bom, o problema pode ser individual ou coletivo. Você pode chamar algumas pessoas ou um time inteiro! Depende da demanda e de quão complexa precisa ser a solução dela. Que tal experimentar? Conte pra gente o resultado!

Um dos pontos fortes que temos como seres humanos é a nossa capacidade de trabalharmos com criatividade. Quer saber mais? Leia agora o texto do blog!

Criatividade na resolução de problemas

1920 1080 Daniel Monteiro

Um dos pontos fortes que temos como seres humanos é a nossa capacidade de trabalharmos com criatividade. E isso é verdade para qualquer pessoa, qualquer pessoa mesmo! Vamos saber mais?

Todos temos criatividade!

Em uma entrevista para a revista Galileu, o professor Brad Hokanson, da Universidade de Minnesota, disse que criatividade integra as habilidades mentais natas, ou seja, todo mundo é criativo na hora de resolver problemas. Logo, é preciso reconhecê-la e trabalhá-la da melhor maneira possível.

Muitos de nós ainda atribui criatividade apenas para atividades relacionadas às artes. Parece que só Designers, Artistas Plásticos, Atores, Músicos, entre outros, é que são pessoas criativas. Essa não é verdade.

A criatividade e os problemas andam juntos. É por meio da criatividade que conseguimos solucionar todo e qualquer problema que temos, dos menores aos maiores. Da pequena demanda, ao grande projeto.

Nós devemos usar a criatividade o tempo todo?

Não se engane pensando que você precisa ser criativo 100% do tempo para resolver todos os problemas. Ser criativo é cansativo, demanda energia. Assim, também desenvolvemos – de forma criativa e quase automática – um banco de dados mental onde acumulamos conhecimento para podermos recorrer a soluções conhecidas e assim pouparmos esforço.

Você deve estar se perguntando: “Ué, mas então devo ou não ser criativo?”. E eu te respondo: a grande questão não é se devemos ou não ser, mas sim, quando devemos ser criativos!

Boa parte dos nossos problemas já possuem soluções. E, sendo assim, devemos recorrer a essas soluções (que estão espalhadas por aí, seja no Google, em conhecidos ou no nosso banco de dados mental) para que possamos poupar energia e gastar nossa capacidade criativa justamente naqueles problemas e demandas que precisam da nossa atenção.

Para exemplificar, vou trazer o que eu disse pra nossa realidade aqui na Prod. Então, se vou fazer o desenvolvimento de uma rotina padrão de CRUD, não faz sentido eu gastar tempo reinventando algo que é padrão e já existe. Mas, se for preciso desenvolver um código novo para solução de um problema específico e não mapeado, aí sim tenho que usar toda minha capacidade criativa na solução desenvolvida. Isso vale para todas as áreas.

Para resumir

– Todos nós somos criativos;
– Temos problemas a solucionar a todo momento (sim, tudo é um “problema”);
– Temos conhecimento acumulado de soluções para a maior parte dos problemas;
– Devemos dedicar tempo e energia para solucionar o que ainda não sabemos como, usando a criatividade.

Alguns estudos apontam que uma taça de vinho pode estimular a criatividade, embora faça você perder a concentração em tarefas que exigem foco. Então, para exercitar sua criatividade, vale a dica do professor Hokanson. “Uma das formas de aumentar nosso potencial criativo é nos expondo a ambientes, coisas e pessoas diferentes.” Ou seja, busque novas experiências e diferentes olhares para situações que são regulares no seu dia a dia.

Aqui na Prod, somos especialistas em entender as dores dos clientes e propor soluções criativas! Se você precisar de uma mãozinha, vamos bater um papo. 😉