Agência Digital

Você já esteve em alguma situação em que pensou “cara, isso precisava ser aprovado mais rapidamente” ou “esse projeto precisa estar rodando na próxima semana e ainda estamos em fase de testes”? Bom, então venho dar ótimas notícias: o Lean UX pode ajudar você nessa missão impossível. Vamos descobrir como?

Aplicando o Lean UX no seu ambiente de trabalho

1920 1080 Leonardo Pereira

Você já esteve em alguma situação em que pensou “cara, isso precisava ser aprovado mais rapidamente” ou “esse projeto precisa estar rodando na próxima semana e ainda estamos em fase de testes”? Bom, então venho dar ótimas notícias: o Lean UX pode ajudar você nessa missão impossível. Vamos descobrir como?

O que é o Lean UX?

O Lean UX significa literalmente “UX magra”. Esse sentido parte da ideia de que essa é uma metodologia de trabalho “mais magra”, ou seja, com processos menores e mais fáceis de aplicar ao comparar com outras metodologias disponíveis. Isso porque seus processos não demandam tanto tempo dos envolvidos.

Ela surgiu para diminuir os ruídos na comunicação entre os desenvolvedores e os designers. Pois é muito comum em agências o seguinte cenário: o designer constrói todo o projeto sem trocar ideias sobre o funcionamento desse com o desenvolvedor. Então, há toda uma aprovação com o cliente, passando pelas fases anteriores de ideação e criação. Quando o projeto chega no desenvolvedor, há erros processuais ou ideias que não são possíveis de aplicar com as tecnologias disponíveis.

Esse gap pode gerar perdas de tempo e de dinheiro para a empresa, afinal, excesso de ajustes podem impactar diretamente no produto final. Aqui na Prod, nós seguimos os conceitos do Design Thinking e do Design Sprint, aliados com o Lean UX, mas é sempre bom ficar antenado nas novidades, aprender novos conceitos e construir ou adaptar uma metodologia que seja eficaz para a sua situação. Então, vamos entender como funciona o Lean UX?

Como funciona?

Seu funcionamento é simples e exige apenas a união de todos os times envolvidos nos processos (desde o Comercial, passando pela Criação e finalizando nos Dev’s). Podemos, por exemplo, ao invés de pensar durante horas para definir um fluxo de navegação de um site, podemos desenhar as ideias em um quadro branco, chamar os envolvidos e conversar sobre ele. O importante aqui é coletar o feedback de todos, pois é extremamente mais simples fazer alterações no projeto quando ele ainda está no “plano das ideias”.

O Lean UX é dividido em pequenos ciclos formados por “descobrir, definir, desenvolver, entregar”. “Descobrir” é o momento inicial para fazer a imersão no projeto, entender as necessidades dos usuários, analisar o mercado e os produtos similares. “Definir” é a fase em que os times refinam todas as informações que já foram coletadas e propõem alternativas para suprir as necessidades encontradas. Então, parte-se para a fase “Desenvolver” em que são coletadas as melhores ideias e coloca-se a mão na massa para que os protótipos ganhem vida. A última fase, “Entrega”, são os testes com os usuários finais do produto e isso é vital para colher os feedbacks deles para que seja gerada a última versão com ajustes refinados e alinhados com as expectativas. O legal é que, por ser uma dinâmica mais rápida, sobra tempo para mais uma rodada neste ciclo, afunilando ainda mais o projeto.

Dicas para aplicar o Lean UX no seu ambiente de trabalho

Bom, agora que você já entendeu o Lean UX, tenho certeza que você deve estar se perguntando “Léo, eu trabalho com Contabilidade, como essa metodologia pode me ajudar?”. Então, calma! Vou explicar com algumas dicas:

Faça a imersão: seja em qualquer área de trabalho, toda demanda exige imersão. Você precisa entender o que está sendo pedido e o que já foi feito por esse problema, seja internamente ou externamente. Compartilhe as dúvidas com seu time, mais cabeças pensam melhores que uma sozinha.

Pense sobre as soluções: ao compartilhar seu problema com o time inteiro, você conseguirá refletir a respeito das soluções indicadas. Você provavelmente conseguirá olhar a demanda de uma forma diferenciada.

Desenvolva a partir das ideias: tudo o que foi dito foram conceitos que estão no “mundo das ideias”. Bote a mão na massa e desenvolva sua demanda a partir das ideias. Ao enxergar o problema mais claramente, as respostas virão de maneira que vai soar intuição.

Teste!: aqui na Prod temos a filosofia de testar tudo o que será veiculado – de um site à uma campanha de Ads. Tudo precisa ser testado para ver se, de fato, dará certo. Caso não dê, volte do início e busque pessoas diferentes para compartilhar seu problema. Caso dê certo, tente achar brechas que possam levar a futuros erros.

Bom, o problema pode ser individual ou coletivo. Você pode chamar algumas pessoas ou um time inteiro! Depende da demanda e de quão complexa precisa ser a solução dela. Que tal experimentar? Conte pra gente o resultado!

Um dos pontos fortes que temos como seres humanos é a nossa capacidade de trabalharmos com criatividade. Quer saber mais? Leia agora o texto do blog!

Criatividade na resolução de problemas

1920 1080 Daniel Monteiro

Um dos pontos fortes que temos como seres humanos é a nossa capacidade de trabalharmos com criatividade. E isso é verdade para qualquer pessoa, qualquer pessoa mesmo! Vamos saber mais?

Todos temos criatividade!

Em uma entrevista para a revista Galileu, o professor Brad Hokanson, da Universidade de Minnesota, disse que criatividade integra as habilidades mentais natas, ou seja, todo mundo é criativo na hora de resolver problemas. Logo, é preciso reconhecê-la e trabalhá-la da melhor maneira possível.

Muitos de nós ainda atribui criatividade apenas para atividades relacionadas às artes. Parece que só Designers, Artistas Plásticos, Atores, Músicos, entre outros, é que são pessoas criativas. Essa não é verdade.

A criatividade e os problemas andam juntos. É por meio da criatividade que conseguimos solucionar todo e qualquer problema que temos, dos menores aos maiores. Da pequena demanda, ao grande projeto.

Nós devemos usar a criatividade o tempo todo?

Não se engane pensando que você precisa ser criativo 100% do tempo para resolver todos os problemas. Ser criativo é cansativo, demanda energia. Assim, também desenvolvemos – de forma criativa e quase automática – um banco de dados mental onde acumulamos conhecimento para podermos recorrer a soluções conhecidas e assim pouparmos esforço.

Você deve estar se perguntando: “Ué, mas então devo ou não ser criativo?”. E eu te respondo: a grande questão não é se devemos ou não ser, mas sim, quando devemos ser criativos!

Boa parte dos nossos problemas já possuem soluções. E, sendo assim, devemos recorrer a essas soluções (que estão espalhadas por aí, seja no Google, em conhecidos ou no nosso banco de dados mental) para que possamos poupar energia e gastar nossa capacidade criativa justamente naqueles problemas e demandas que precisam da nossa atenção.

Para exemplificar, vou trazer o que eu disse pra nossa realidade aqui na Prod. Então, se vou fazer o desenvolvimento de uma rotina padrão de CRUD, não faz sentido eu gastar tempo reinventando algo que é padrão e já existe. Mas, se for preciso desenvolver um código novo para solução de um problema específico e não mapeado, aí sim tenho que usar toda minha capacidade criativa na solução desenvolvida. Isso vale para todas as áreas.

Para resumir

– Todos nós somos criativos;
– Temos problemas a solucionar a todo momento (sim, tudo é um “problema”);
– Temos conhecimento acumulado de soluções para a maior parte do problemas;
– Devemos dedicar tempo e energia para solucionar o que ainda não sabemos como, usando a criatividade.

Alguns estudos apontam que uma taça de vinho pode estimular a criatividade, embora faça você perder a concentração em tarefas que exigem foco. Então, para exercitar sua criatividade, vale a dica do professor Hokanson. “Uma das formas de aumentar nosso potencial criativo é nos expondo a ambientes, coisas e pessoas diferentes.” Ou seja, busque novas experiências e diferentes olhares para situações que são regulares no seu dia a dia.

Aqui na Prod, somos especialistas em entender as dores dos clientes e propor soluções criativas! Se você precisar de uma mãozinha, vamos bater um papo. 😉

Você está buscando novos clientes e não sabe mais o que fazer para atingir seus resultados? Temos uma valiosa dica para você: prospecção! Bora descobrir o que é?

Prospecção: dicas para adquirir novos clientes

1920 1080 Hugo Análio

Você está buscando novos clientes e não sabe mais o que fazer para atingir seus resultados? Temos uma valiosa dica para você: prospecção! Bora descobrir o que é?

O que é Prospecção?

Aqui no blog já falamos como o sucesso do cliente é fundamental para evitar o churn e abrir novas possibilidades de negócios. Mas, o que podemos fazer para conseguir novos clientes?

A prospecção é o caminho mais indicado para esse objetivo e, por isso, muitas empresas estão reestruturando seu departamento comercial nos últimos anos. Essa não é uma metodologia a seguir, mas, sim, uma maneira de trabalho que traz bons resultados.

Hoje, existem vários livros que abordam o tema. Como o livro Receita Previsível (Aaron Ross e Marlou Tyler, 2011), que dá dicas para montar um funil de vendas e, sobretudo, estimar um faturamento em um determinado período com pequenas margens de erro.

Segundo Philip Kotler “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais que manter um atual”. Tal afirmação não deve ser vista como algo desanimador, ela serve para entender que organização, entendimento do mercado e análise dos resultados são essenciais para prospectar e tornar essa prática assertiva. E como fazer isso? Temos algumas dicas.

Dicas para arrasar na prospecção

1 – Prospecção é outbound!

No time comercial há duas maneiras de approuch. Uma é o Inbound que é quando o cliente chega até você de maneira espontânea. Provavelmente, em algum momento, ele teve contato com a sua marca, seja por meio de um evento, um patrocínio ou uma campanha de Ads que o impactou. Há uma necessidade e ele encontra em você um potencial parceiro para resolver seus problemas e demandas.

O Outbound se desenrola quando você vai até o cliente, seja por meio de e-mail, presencialmente ou por ligação. Ele provavelmente não sabe da sua existência e, por isso, é fundamental esse tipo de approuch. Portanto, Outbound é prospecção, porque a empresa se apresenta ao prospect.

2 – Como tudo no mundo, sempre há um começo.

Não há um momento exato para começar a prospectar. O que você precisa é organizar um processo e estabelecer um fluxo para que as prospecções comecem a acontecer.
O primeiro passo é definir o PCI – Perfil de Cliente Ideal. Essa etapa é vital para buscar contatos, que se encaixam nesse perfil idealizado. E como fazer isso? Te explicamos aqui.

3 – Bote a mão na massa e use a tecnologia como aliada.

PCI’s prontos, é hora de buscar os contatos. Já foi o tempo em que ligações ou reuniões presenciais eram as maneiras mais assertivas para chegar até um prospect. Hoje temos softwares específicos para atender a essa necessidade. Aqui na Prod, por exemplo, usamos a Ramper.

É por meio dessa ferramenta que fazemos: nossas capturas de contatos de acordo com o perfil desejado, disparamos os e-mails e analisamos os resultados (por exemplo: a segmentação que mais retornou a nossa prospecção de acordo com a faixa de horário).

Basicamente, nossa rotina de prospecção se baseia em:

  1. Escolhemos o(s) segmento(s) que vamos prospectar.
  2. Buscamos os contatos por meio dos sites das empresas ou o Linkedin;
  3. Lista de contatos pronta, é hora de montar os e-mails marketings e fazer os disparos.

Importante: As cadências de envio de e-mails devem ser curtas, no mínimo 3 e máximo 5 por semana.

4 – Recebi um retorno, o que faço?

O possível cliente deu um retorno? É hora de afinar a relação. Envie uma apresentação da sua empresa, marque uma call apresentando seu trabalho e vá construindo uma empatia com o prospect. Essa etapa é importante para identificar a dor do cliente e, com isso, propor uma solução para seu “problema”. Se o prospect se encaixar em algum PCI e possuir uma demanda, é só correr para o abraço. Monte uma proposta comercial e, caso aprovado, parabéns! Você conquistou um novo cliente!

Gostou do texto? Então compartilha. 🙂 Se quiser saber mais sobre a Prod e nossas soluções digitais, é só ficar ligado nas nossas redes sociais e no blog.

Feedback, uma palavra muito utilizada e com um poder sem medidas. Esse processo está intimamente associado ao desenvolvimento profissional e, também, ao desenvolvimento pessoal. Afinal, somos pessoas antes mesmo de sermos profissionais. Então, já que a técnica é como um presente, vamos descobrir sobre ela?

Feedback: o melhor presente para o desenvolvimento das pessoas

1920 1080 Lais Santiago

Feedback, uma palavra muito utilizada e com um poder sem medidas. Esse processo está intimamente associado ao desenvolvimento profissional e, também, ao desenvolvimento pessoal. Afinal, somos pessoas antes mesmo de sermos profissionais. Então, já que a técnica é como um presente, vamos descobrir sobre ela?

O que é feedback?

A tradução literal de feedback é “retroalimento”, ato onde uma ou mais pessoas transmitem informações sobre determinadas atitudes e comportamentos para melhorá-las ou elogiá-las.

A Gestão de Pessoas reforça a importância do processo de feedbacks e atua junto aos gestores em um ambiente empresarial. Lembrando que feedback cabe a qualquer ramo de atuação e independe de suas atividades.

O feedback bem estruturado deve ser pautado em fatos e nunca em sua opinião (eu acho, eu gostaria, eu penso). É preciso abordar a pessoa mediante a situações que aconteceram e tiveram determinado impacto – seja positivo ou negativo. Para certificar que todos os pontos foram entendidos pelo receptor, indague o que foi tratado e sugira melhorias usando um tom de incentivo.

Atualmente há diversos tipos de feedback, sendo utilizado um para cada momento:

Feedback Positivo: o mais agradável de se dar. Está voltado unicamente aos pontos positivos da pessoa, é um elogio;

Feedback Corretivo: importante por ter pontos de desenvolvimento. Nele, deve ser levantado tudo o que se espera do receptor para melhoria contínua;

Feedback Negativo: o mais perigoso e que nunca deveria ser utilizado, pois soa como uma ofensa, até mesmo como um insulto. É falado de forma grossa e menospreza a pessoa que recebe. Não colabora para nenhum desenvolvimento;

Feedback Sanduíche: o mais comum. No início da conversa, o emissor elogia os pontos fortes do receptor, em seguida expõe os pontos a melhorar e encerra com palavras de encorajamento. O emissor precisa ficar atento e se certificar que o receptor entendeu os pontos a melhorar, pois muitas pessoas acabam guardando somente os pontos positivos e “descartam” a mensagem toda.

E na Prod?

Aqui na Prod utilizamos duas novas formas de feedback:

Feedback baseado no livro Empatia Assertiva (Kim Scott): o livro nos diz para ser próximo o suficiente e importar-se pessoalmente com cada um de nossa equipe. Para, sempre que for necessário, darmos o feedback real, independente de qual (positivo, negativo), sem meias palavras e usar a assertividade para melhoria ou reforçar o comportamento. Esse modelo é usado diariamente.

Feedback SCI: aplicamos aqui na Prod a cada 2 meses. S de Situação, C de Comportamento e I de impacto. Cada gestor levanta, no momento do feedback bimestral, os pontos que compõe o SCI e apresenta ao colaborador, sejam eles positivos ou a se corrigirem, por exemplo:

1º Situação Positiva
Situação: Percebi que naquele trabalho
Comportamento: Você agiu de forma muito proativa e profissional
Impacto: Isso reforça os valores da Prod e gera um exemplo muito positivo para os colegas, parabéns!

2º Situação Corretiva
Situação: Durante essa semana, percebi que
Comportamento: Você reclamou com a equipe sobre o trabalho
Impacto: Deixou a equipe desmotivada e sua demanda foi entregue com erros.

A ideia de ter o feedback como presente encoraja quem recebe a buscar sempre a melhoria contínua, a sentir a valorização profissional e notar o quanto a confiança mútua se fortalece entre todos da equipe.

E você? Que tal nos presentear com seu feedback? Comente com a gente qual tipo você gostou mais e qual o modelo que você adota na sua empresa!

Uma das grandes questões de todos os times comerciais, independente do ramo, é sempre como vender mais, certo?! Então, para dar um gás nas suas vendas, vou te explicar sobre o Funil de Vendas, uma das técnicas mais modernas utilizadas no mercado para melhorar o desempenho comercial de um negócio. Afinal, as empresas que esperam ultrapassar as metas de vendas precisam olhar com mais atenção para as mais novas tecnologias de prospecção e vendas. Vamos lá?

Funil de Vendas: melhore o desempenho do seu negócio

1920 1080 Renan Saulle

Uma das grandes questões de todos os times comerciais, independente do ramo, é sempre como vender mais, certo?! Então, para dar um gás nas suas vendas, vou te explicar sobre o Funil de Vendas, uma das técnicas mais modernas utilizadas no mercado para melhorar o desempenho comercial de um negócio.

Afinal, as empresas que esperam ultrapassar as metas de vendas precisam olhar com mais atenção para as mais novas tecnologias de prospecção e vendas. Vamos lá?

Você já ouviu falar no Aaron Ross? Ele assumiu a gestão do time de vendas da Salesforce, uma gigante de software americana, e revolucionou os resultados da empresa com sua estratégia. Autor do livro Predictable Revenue (“Receita Previsível”), ele conta como criou uma máquina de vendas.

Os tempos são outros e as cold calls (antigo telemarketing) são coisas do passado. Já não faz sentido realizar uma venda complexa sem antes nunca ter tido qualquer contato com o cliente. Os prospects exigem ao menos algum conhecimento de relevância por parte da empresa, antes de receber um contato para a venda. Esse é um dos pontos do encantamento dos clientes.

Para chegar até esse prospect, que alimenta o topo do funil de vendas, é possível ter mais de uma estratégia, seja outbound, inbound ou uma combinação dos dois.

Aqui na Prod, juntamos o inbound e o outbound para dar mais eficiência para o nosso processo de prospecção de leads e bombar o nosso Funil de Vendas.

Mas afinal, o que é o Funil de Vendas?

Um funil de vendas é uma jornada que vai do primeiro contato com o seu cliente potencial à conclusão de uma venda.

É no funil de vendas que se identifica a oportunidade, se conecta com o lead, se constrói um relacionamento com etapas de negociação concretas, em que obstáculos são identificados e vencidos, para chegar até a conversão.

Parece até os passos para um casamento, né!? Na vida real a gente se interessa por alguém e começa uma paquera – Oportunidade; começa um namoro – Lead; passa a conhecer bem a pessoa pra então se casar – Cliente. Vale até entregar um buquê de flores se você achar preciso, o importante é conquistar seu futuro casamento! Digo, cliente.

Notou que o mindset comercial mudou de “o que será que vem pela frente?” para “temos um plano estratégico que podemos confiar e vamos segui-lo”?

Dando um passo atrás, é importante lembrar que a empresa precisa fazer uma autoavaliação, por exemplo: o nicho de mercado que está inserida, o que os concorrentes estão fazendo e qual o Perfil do seu Cliente Ideal (PCI), que no Marketing é chamado de Persona.

Só assim será possível criar uma abordagem efetiva com seus contatos. Feito isso e iniciado o processo do Outbound, passamos para diferentes estágios do processo de vendas.

Etapas de um Funil de Vendas

O processo de vendas deve ser personalizado, de acordo com cada cliente. Ou seja, ele pode ir de uma fase da venda à outra se isso for bom para sua experiência e tomada de decisão.

As fases do processo são:

Prospect – são contatos que correspondem aos critérios de possíveis clientes da empresa, porém que ainda não possuem real interesse no que é ofertado.

Lead – quando demonstram algum interesse no que a empresa faz, seja por terem convertido no site ou por terem correspondido à uma prospecção ativa.

Cliente – quando um Lead progride no processo de vendas e é identificado que existe uma oportunidade real de venda, ele evolui no funil de negociação para converter a um Cliente.

Um funil de vendas o ajuda a passar a mensagem certa na hora certa. Se tem uma coisa que nós, do comercial da Prod, aprendemos é que quanto mais ouvimos os clientes e alinhamos a expectativa deles com os nossos produtos, conseguimos mais conversões e alcançamos o sucesso do cliente.

É importante perceber que aumentar suas vendas não significa aumentar o seu número de vendedores. E, sim, que devemos buscar sempre ter o benefício da previsibilidade, criando uma máquina de vendas previsíveis com a geração de Leads, um time de vendas que faça a ponte entre marketing-vendas e um sistema de vendas consistente, porque sem consistência não há previsibilidade.

Com isso em mente, você está pronto para tirar o máximo proveito do seu processo de vendas e construir relações duradouras com seus futuros clientes? Sua equipe comercial está antenada e tem previsibilidade?

Realize esses questionamentos sempre que possível e avalie a sua atuação com o Funil de Vendas. Assim, você terá mais chances de melhorar a sua performance, aumentar seus resultados e, consequentemente, alcançar o sucesso.

Se você busca expandir sua empresa, melhorar seus lucros e ter clientes fiéis que promovam sua marca, temos uma dica de ouro para você: utilize o OKR. Ele é muito mais do que uma metodologia, é um jeito eficaz para sua empresa crescer.

OKR: o que é e como aplicar

1920 1080 Hugo Análio

Se você busca expandir sua empresa, melhorar seus lucros e ter clientes fiéis que promovam sua marca, temos uma dica de ouro para você: utilize o OKR. Ele é muito mais do que uma metodologia, é um jeito eficaz para sua empresa crescer.

Já falamos aqui no blog sobre a importância do Customer Success como norteador de ações para todas as equipes. Não leu? Clique aqui e confira! Nele chegamos a citar o OKR (Objectives + Key results) e agora é hora de mergulhar no tema.

Mas afinal, o que é OKR?

O OKR (Objetives Keys Results) é uma metodologia de gestão de objetivos para criar alinhamento e engajamento de metas entre todos na empresa. O termo, criado pela Intel nos anos 70, hoje é adotado por grandes empresas como o Google e ajuda os funcionários da companhia a caminharem em uma direção única, por meio de uma estratégia clara.

Os OKR’s podem ser anuais, trimestrais ou até bimestrais, dependendo do objetivo que sua empresa deseja alcançar.

Vamos a um exemplo?

Situação: Em 2015, a empresa de tecnologia X desenvolveu um software que ajudava as pessoas a escrever textos apenas com comandos de voz. Foi um sucesso! Com isso, o faturamento da empresa cresceu 30% e foi necessário dobrar o número de funcionários. Porém, com a novidade no mercado, outras empresas de tecnologia investiram no mesmo segmento, o que gerou uma grande oferta do produto no mercado e, consequentemente, o produto ficou mais barato e as vendas estagnaram.

Desse exemplo podemos tirar vários problemas, mas vamos trabalhar apenas um:

Como a empresa cresceu, as despesas aumentaram. Logo, precisava vender mais.

Com isso, a empresa X tem um Objetivo (O):

Reduzir o orçamento em 20%, comparado ao ano anterior.

Baseado nesse objetivo, podemos definir os seguintes resultados chaves (KR’s):

KR 1: A cada 100 prospecções, converter pelo menos 3 vendas;
KR2: Aumentar o faturamento relacionado a vendas recorrentes em 15% ao ano;
KR3: Diminuir os custos anuais da empresa em 13%.

Bom, agora que temos o objetivo medido por resultados chaves, é hora de definir como cada colaborador pode contribuir para atingir os objetivos.

Com isso, cada integrante da equipe pode ter dois objetivos individuais:

1 – Indicar mensalmente 1 potencial cliente;
2 – A equipe comercial tem que captar pelo menos um novo cliente ao mês.

Importante: semanalmente todas as equipes devem fazer o Check Point Semanal que é uma reunião para acompanhar como estão os OKR´s. Isso ajuda a ver se todos estão no mesmo caminho, o que cada um pode mudar para melhorar os resultados e, consequentemente, alcançar os objetivos.

Se você preferir, pode usar a fórmula desenvolvida por Jonh Doerr, para elaborar seu OKR: Eu vou (Objetivo) ___ medido por (conjunto de Key Results) __.

Enfim, o OKR não é uma meta ou uma forma de controle das pessoas, fazendo-as trabalhar sobre pressão. Pelo contrário, é uma maneira para integrar os funcionários em busca de um objetivo maior, que beneficie a todos e faça a empresa crescer para um caminho cheio de oportunidades e conquistas.

Gostou? Então compartilha com seus amigos! Quer saber mais? Estamos preparando outras dicas sobre o assunto que serão importantes para você e sua empresa. Se quiser, conta para a gente como está sendo a experiência do OKR na sua empresa. É isso, até a próxima. 🙂

O cliente reclamou daquela arte que não atendeu às expectativas? A nota do NPS não foi à esperada? Já não sabe mais como agir com aquele cliente imprevisível? Calma! Seus problemas têm solução, o Sucesso do Cliente chegou para te ajudar... Abaixo temos alguns tips, bora conferir?

Sucesso do Cliente: uma missão para a sua empresa

1920 1080 Hugo Análio

O cliente reclamou daquela arte que não atendeu às expectativas? A nota do NPS não foi a esperada? Já não sabe mais como agir com aquele cliente imprevisível? Calma! Seus problemas têm solução, o Sucesso do Cliente chegou para o ajudar… Abaixo temos alguns tips, bora conferir?

Qual a importância do Sucesso do Cliente?

Já escrevemos aqui sobre o que é Customer Success (ou em bom português, Sucesso do Cliente), hoje vamos dar um passo além e entender que Sucesso do Cliente não é apenas uma área, mas uma missão que deve ser cumprida com êxito por todos da empresa.

Muitas vezes, fala-se em atender à expectativa do cliente ou apenas atender ao cliente. Porém, hoje, os clientes não buscam apenas por agências que ofereçam ferramentas que resolvam seus problemas ou ajudem a tirar a ideia do papel. Mas, sim, parceiros que sejam resolutivos, consigam sentir suas dores e guiá-lo pelo melhor caminho para atingir seu objetivo – algo que nas empresas pode ser o mais diverso possível.

É nessa perspectiva que o Sucesso do Cliente sai da função de uma equipe e se espalha para todos os setores. Então, é necessário que todos entendam que da vírgula (que não colocamos no texto e mudou todo sentido) ao código para otimizar o site: TUDO é importante. Isso mesmo TUDO, em caixa alta e destacado.

Ah! Como fazer isso?

Não existe solução mágica para fazer o sucesso do cliente acontecer. Não é uma tarefa que podemos contar com a sorte, por exemplo. Mas vamos dar algumas dicas pra te ajudar. 😉

  • Mantenha uma comunicação direta com o cliente, sempre combinando e cumprindo prazos. O que será entregue é fundamental para não fechar o tempo com ele. Aqui na Prod temos, por exemplo, um calendário com todas as etapas das entregas dos projetos. Para isso, contamos com um software chamado Gantt que trabalha em conjunto com o Trello. Toda as vezes que há alteração de data ou começamos uma nova etapa, somos “avisados”. Isso ajuda a fazer o cronograma fluir. Claro que imprevistos acontecem, mas é por meio desse método que conseguimos prever futuros atrasos e conversar com o cliente.
  • Alinhar os valores da empresa com a expectativa do cliente é fundamental. Por exemplo, aqui na Prod, qualidade e agilidade são dois dos nossos valores, portanto, em todos os projetos esses valores estão presentes.
  • Estabelecer com o cliente mais que um acordo comercial. Desenvolver uma parceria, faz o cliente confiar que está em boas mãos e, para as equipes, isso se reflete em buscar a melhor solução para a necessidade do cliente.
  • Alinhar objetivos gerais de sucesso do cliente com toda a empresa é uma tática que funciona bem. Aqui utilizamos a metodologia de OKRs (Objectives and Key-Results) para atingir os objetivos macros de sucesso do cliente. Não conhece? Fique tranquilo, vamos falar já já aqui no blog.
  • Sempre antes de começar um projeto, todos envolvidos devem responder a algumas perguntas: como posso ajudar o cliente? Por que ele me “procurou”? O que vou desenvolver para o meu cliente é a melhor solução?
  • Outra forma de alcançar o sucesso do cliente, é usar a metodologia do Design Thinking. Ela estimula as equipes a terem empatia pelo cliente e entender os objetivos do projeto. Também, permite a experimentação para entender qual caminho é o mais assertivo. E, claro, estimula o pensamento em grupo, afinal uma andorinha só não faz verão, não é mesmo?

Tais dicas descritas acima são exercícios que ajudam a enxergar que sucesso do cliente é mais que atendimento. Vai além de uma relação comercial, é um objetivo macro que envolve encantamento, parceria e resultado. Ter uma área voltada para o sucesso do cliente é legal, pois isso garante que dentro da agência, seu cliente tenha uma equipe que seja seus olhos e portanto esteja sempre pensando nele.

Com isso ter uma empresa em que todos olhem para o cliente e não estejam preocupados apenas em cumprir um contrato faz toda diferença. Afinal, o Sucesso do Cliente também é o nosso sucesso.

Gostou? Então compartilhe com seus amigos e acompanhe o blog! Sempre estamos prontos para dar as melhores dicas e ajudar você! Então fique ligado! Até a próxima! 🙂

Qual o seu maior desafio, hoje, como gestor, diretor ou dono da sua empresa? Difícil, né? Podem existir algumas respostas diferentes, mas uma delas é campeã: encontrar e reter talentos! Se por acaso você não concorda com essa resposta, ou é uma pessoa de sorte ou tem um problema e ainda não sabe.

12 métricas para reter os talentos da sua empresa

1920 1080 Daniel Monteiro

Qual o seu maior desafio, hoje, como gestor, diretor ou dono da sua empresa? Difícil, né? Podem existir algumas respostas diferentes, mas uma delas é campeã: encontrar e reter talentos! Se por acaso você não concorda com essa resposta, ou é uma pessoa de sorte ou tem um problema e ainda não sabe.

O crescimento e o sucesso de longo prazo de uma empresa são diretamente proporcionais a sua capacidade de manter e desenvolver talentos. Isso se torna ainda mais verdade numa agência digital, onde o processo criativo e de desenvolvimento dos produtos digitais está totalmente vinculado a característica técnica do time responsável pelo projeto. Tudo depende do skill técnico dos profissionais alocados e do perfil comportamental individual.

O mundo do trabalho atual é preenchido, em grande parte, por uma geração de profissionais que têm no propósito e na realização pessoal os grandes fatores de decisão para se trabalhar numa empresa. É claro que salário e possibilidade de crescimento também são dimensões que se apresentam para eles, mas na escala de importância perdem de goleada para os outros.

Essa nova dinâmica de importâncias traz à luz uma necessidade da organização dar atenção a pontos-chave na retenção dos seus talentos. E até mesmo de perceber e antecipar o momento em que um talento está prestes a ir embora e não ser pego de surpresa quando um excelente funcionário apenas comunicar que está saindo porque aceitou uma nova proposta.

Outro dia, lendo o livro “First, Break All The Rules” dos autores Marcus Buckingham e Curt Coffman, um trecho chamou atenção e é útil para o tema desse post. São algumas métricas que transcreverei abaixo:

12 métricas para medir a satisfação dos talentos

  • Eu sei o que é esperado de mim no trabalho?
  • Tenho os materiais e equipamentos necessários para fazer o meu trabalho de maneira adequada?
  • No trabalho, tenho a oportunidade de fazer o que sei fazer melhor todos os dias?
  • Nos últimos sete dias eu recebi algum reconhecimento ou prêmio por ter feito um bom trabalho?
  • Meu supervisor, ou alguém no trabalho, se preocupa comigo como pessoa?
  • Há alguém no trabalho que encoraja o meu desenvolvimento? No trabalho, minhas opiniões são levadas em conta?
  • A missão ou propósito da minha empresa me faz sentir que o meu trabalho é importante?
  • Meus colegas estão comprometidos em fazer um trabalho de qualidade?
  • Tenho um grande amigo no trabalho?
  • Nos últimos seis meses, falei com alguém sobre o meu progresso no trabalho?
  • No trabalho, tenho tido oportunidades de aprendizado e crescimento?

Perceba que as perguntas em momento nenhum falam de salário ou mesmo de carreira. Mas sempre de satisfação, propósito e senso de comunidade (equipe).

E aí? Como você tem lidado com essas questões? Bora conversar sobre isso?

Perfil Comportamental é uma ferramenta para que a Gestão de Pessoas entenda quais as competências que estão ligadas ao comportamento de cada um.

Perfil Comportamental: prazer em conhecê-lo

1920 1080 Lais Santiago

“Ser ou não ser, eis a questão”, “Não sei se brinco, não sei se estudo, se saio correndo ou fico tranquilo.” O que tem em comum entre as frases de Shakespeare e Cecília Meireles com Perfil Comportamental? Vamos descobrir!

O que é Perfil Comportamental?

Podemos dizer que o Perfil Comportamental está intimamente ligado a indecisão nesses dois versos. As ações são justificadas pelo comportamento que cada pessoa tem.

Assim, o Perfil Comportamental é uma ferramenta para que a Gestão de Pessoas entenda quais as competências que estão ligadas ao comportamento de cada um. Dessa forma é possível conhecer habilidades e tratar situações que demandam um conhecimento sobre as reações das pessoas.

Aqui na Prod utilizamos o Profiler, desenvolvido pela Solides. Basicamente, é um teste de perfil comportamental, baseado na Metodologia DISC, que mapeia as principais tendências de comportamento das pessoas. Enviamos aos colaboradores e candidatos de vagas um link para preenchimento do formulário que é dividido em duas etapas:

1ª Etapa: Nela contém palavras e características, tanto de cunho positivo como negativo, onde a pessoa seleciona os itens que acredita possuir.
2ª Etapa: Contém as mesmas palavras da etapa anterior, mas a diferença é que a pessoa seleciona as que percebe que as outras pessoas querem que ela tenha.

O relatório mostra o(s) perfil(s) predominantes além de várias outras informações, como: Índice de Energia, Índice de Flexibilidade, Índice de Autoaprovação, Índice de Exigência do Meio, Estilo de Liderança, Área de Talento e Roda de Competências.

Os principais benefícios gerados por ele são: recrutamento mais assertivo, engajamento, desenvolvimento e treinamento, aumento de produtividade e a redução dos custos com a rotatividade.

Existem 4 perfis do comportamento de pessoas. Segundo a Solides, essa é uma rápida definição de cada um deles:

Os 4 Perfis Comportamentais

Comunicadores:

Emoções: afetuosos; têm uma boa dialética; não são rancorosos; persuasivos; sonhadores.
Relacionamentos: sociáveis; se preocupam com as pessoas ao seu redor; otimistas; amáveis; carismáticos; compassivos.
Atividades: gostam de causar uma boa impressão; nunca se entediam; gostam de novos desafios e projetos; por serem persuasivos, conseguem envolver outras pessoas em seus projetos.

Executores:

Emoções: autoconfiantes; decididos; determinados; otimistas; autossuficientes; destemidos; empreendedores.
Relacionamentos: competitivos com as pessoas de sua equipe; persistentes; gostam de tomar a frente e liderar; incentivadores; bons exortadores; não se intimidam pelas circunstâncias.
Atividades: promotores de eventos; resolutos; intuitivos nas tomadas de decisões; proativos; têm tomadas de decisões rápidas em situações de emergência.

Planejadores:

Emoções: calmos; dignos de toda confiança; boa índole; de fácil convivência; alegres e agradáveis; pacifistas; têm muito senso de justiça própria.
Relacionamentos: extremamente fiéis; confiáveis; são de agradável convivência; amigáveis; têm senso de humor; exercem uma influência conciliatória.
Atividades: têm o trabalhar estruturado; acham sempre os meios mais fáceis e práticos de fazer as coisas; conservadores; eficientes; caprichosos; planejam o trabalho antes de executá-lo; têm influência estabilizadora.

Analistas:

Emoções: amam a música e as artes; sensíveis; idôneos; capacidade analítica; pensativos; reagem fortemente à emoção; sentimentais; pensadores profundos, dado à reflexão.
Relacionamentos: amigos confiáveis; sinceros; cautelosos em suas amizades; transparentes.
Atividades: forte tendência para o perfeccionismo; gostam de trabalho analítico e detalhado; autodisciplinados; sempre levam a cabo o que começam; tendem ao trabalho intelectual; meticulosos ao ponto de observar minúcias; muito estudiosos e inteligentes.

O resultado tem uma assertividade de 97% o que nos auxilia a conhecer e até mesmo fornecer a quem respondeu o Profiler o seu autoconhecimento. Então a pessoa consegue entender porque reage de certa forma diante das situações do dia a dia.

Nossas equipes são mistas e podemos dizer que, na Prod, temos uma mescla muito interessante dos perfis. Entendemos onde desenvolver cada um e de que forma dar os feedbacks, afinal, conhecer melhor o outro gera uma maior interação entre todos. Conhecer os colaboradores se tornou nosso benefício máximo.

Como uma boa executora, o texto foi objetivo e rápido de leitura. Espero ter me comunicado bem para análise e planejamento de todos. Se precisar de mãozinha, pode contar com a gente. 😉

É uma ferramenta inspirada pelo sistema Kanban.

Trello: saiba como gerenciamos nossos projetos

1920 1080 Marcela Lisbôa

Quando a gente trabalha com muita demanda, ter organização e planejamento não é necessário; é PRIMORDIAL.

Afinal, executar um trabalho que passa por vários processos e etapas, está em contato com diferentes profissionais e, às vezes, até se conecta com outras equipes, é uma tarefa que precisa de cuidados especiais. Além disso, também é importante ter um fluxo muito bem definido para não haver ruídos de comunicação e execução.

Mas, como podemos fazer isso? Muitas empresas se organizam com looongas planilhas de Excel ou sistemas offline que demandam tempo da equipe. Porém, aqui na Prod, nós optamos por trabalhar com uma ferramenta de gerenciamento de projetos que se adequasse às nossas necessidades. E foi assim que adotamos o Trello.

Gerenciando projetos com o Trello

O Trello é uma plataforma colaborativa totalmente personalizável, inspirada pelo sistema Kanban, que permite uma perspectiva visual dos projetos para toda a equipe. Com ele, podemos organizar nossos projetos por etapas, usando listas e cards, atribuir tarefas para os membros da equipe, estipular prazos, acompanhar o andamento e muito mais.

Inclusive, por ser uma ferramenta muito visual, intuitiva e leve, tem conquistado alguns clientes da Prod que possuem um painel próprio dentro do nosso Trello para acompanharem suas demandas e interagirem com nossos times, já que podemos compartilhá-lo com outros usuários.

Outro ponto muito positivo do Trello é que ele oferece integração a diversas ferramentas, potencializando o controle do user sobre suas atividades. Por exemplo, nós utilizamos um app atrelado ao Trello para mensurar o tempo dedicado a cada demanda, recebemos no e-mail as notificações da plataforma e conseguimos compartilhar no nosso chat interno os cards da ferramenta. Incrível, né?!

Prod ❤ Trello

Nem precisamos dizer que o nosso relacionamento com o Trello resultou em um casamento perfeito.

Com as funcionalidades da ferramenta, conseguimos uma integração perfeita entre as equipes e os processos, nossos Prothers passaram a trabalhar com mais autonomia, reduzimos o tempo investido no gerenciamento de tarefas, aumentamos a agilidade da produção e elevamos a qualidade do nosso trabalho ao adotar um sistema visual que permite que toda a equipe contribua com a sua perspectiva.

Depois de tudo isso, aposto que você ficou com vontade de conhecer o Trello. Então saiba que ele não é só utilizado por empresas e, com a versão free, você pode adotá-lo para a sua vida pessoal e organizar a sua próxima viagem, a reforma de casa ou as tarefas do dia a dia. Quando testar a ferramenta, vem aqui contar para nós o que achou, combinado? 😉