Design

A Febre de Motion Graphics

Motion Graphics: saiba o que é e como utilizar

1920 1080 Jhone Lee

O Motion Graphics é uma das principais tendências em audiovisual da atualidade e vem ganhando destaque a cada ano. Ela explica com facilidade ideias e conceitos de pequenas e grandes empresas, dos mais diversos ramos. Afinal, o Motion Graphics gera grande impacto visual, independente da finalidade, e ainda transmite informações de maneira extremamente acessível.

Além disso, também representa uma opção mais vantajosa financeiramente. Isso porque produções filmadas em vídeo consomem alto budget ao utilizarem mais técnicas profissionais, encarecendo o projeto. Assim, ao optar pelo Motion Graphics, a empresa pode reduzir este gasto sem impactar na qualidade da entrega.

O que é Motion Graphics?

É uma técnica de design gráfico que mescla princípios de design, animação, vídeo e cinema. Desta forma, elementos como círculos, linhas, formas, textos, mapas, etc, movem-se na tela para contar uma história.

Essa técnica foi utilizada pela primeira vez no cinema pelo francês Georges Méliès (1861- 1938), que usava alguns artifícios conhecidos como stop motion. Mais tarde, essa técnica contribuiria para o surgimento do motion graphics. Hoje, ela está presente nas mais diversas áreas que trabalham com produção audiovisual, como cinema, publicidade e web design.

Vantagens do Motion Graphics

Entre as vantagens dessa técnica, pode-se destacar a possibilidade de fazer interfaces, banners e infográficos animados para sites. Até mesmo os “queridinhos” gifs que vemos com frequência nas redes sociais. Ou seja, pode-se considerar uma técnica indispensável para quem trabalha com marketing digital.

How to do Motion Graphics?

A técnica do Motion Graphics tem pontos essenciais para ser aplicada. Para te explicar melhor, vamos utilizar como base a forma como produzimos na Prod:

Alinhamento de Briefing: Após receber o job, é feita uma reunião com o cliente para conversarmos e alinharmos a essência do projeto.

Brainstorm: A equipe de projetos se reúne para um brainstorm. Assim, exploramos diversas ideias e sugestões para compor a identidade do projeto.

Storyline: É a hora de colocar todas as ideias no papel e lapidá-las. Aqui, nasce a história e o roteiro, responsáveis por nortear toda a produção.

Storyboard: A identidade do projeto começa a ganhar vida com o storyboard. Cores, elementos, fontes, ambientes e personagens são apresentados para o cliente. Assim, o cliente já consegue ter as primeiras impressões visuais do projeto e, caso necessário, os ajustes serão feitos antes de colocarmos a “mão na massa”.

Animação: É nessa hora que toda a magia acontece. Ou seja, as ferramentas de edição, como After Effects, Cinema 4D e Premiere, ajudam finalmente a dar vida e movimento à história.

Aprovação e apresentação interna: Após animado, o projeto passa por uma aprovação interna, onde nosso Diretor de Arte avalia todo o projeto.

Aprovação com o cliente: É nesta etapa que temos que encantar o cliente com o que desenvolvemos. E claro, fazer os ajustes solicitados para que o resultado final seja perfeito aos seus olhos. 

Com este fluxo bem desenhado e organizado, nós temos uma produção ágil e de qualidade. Desta forma, conseguimos atingir sempre um bom resultado.

Aposto que, agora que você conheceu mais sobre Motion Graphics, já começou a imaginar como utilizá-lo! Então, se precisar de uma ajuda técnica, é só contar com a gente!

O Design Thinking como processo de inovação

1920 1080 Marcela Lisbôa

O Design Thinking é um conceito poderoso de soluções criativas para resolução de problemas. Uma metodologia que busca interação de forma coletiva e colaborativa. Assim, o fator humano é o centro do desenvolvimento e todos contribuem para que a solução seja alcançada: desde a equipe de trabalho até os clientes ou usuários finais.

Pilares do Design Thinking

Quer conhecer mais sobre o Design Thinking? Então, comece pelos seus três importantes pilares:

Empatia: É preciso ter um relacionamento próximo com o seu público-alvo ou cliente, conversar pessoalmente e colocar-se no lugar deles.  Assim, você criará empatia pelos seus problemas e dificuldades e pensará em como contribuir com eles da melhor forma. Esse é o papel dos nossos gerentes, que buscam vivenciar e entender as dores dos clientes e transformam suas ideias em soluções criativas.

Colaboração: Pensar em conjunto, compartilhar informações e cocriar constroem a colaboração no Design Thinking. Assim, a visão e o entendimento do processo se expandem. Além disso, o próprio cliente tem voz ativa no projeto e é capaz de transformá-lo. Para isso, utilizamos as reuniões kick-off com clientes, para entender melhor a essência dos projetos e, após isso, os Sprints, que são reuniões rápidas para organizar as etapas, definir metas, fluxos de trabalho e também prever gargalos que podem surgir durante o projeto.

Experimentação: Os testes são essenciais para evitar problemas futuros. Desta forma, é possível diminuir a margem de erros e garantir que a sua solução terá um valor agregado e que será, de fato, eficaz para aquele problema em questão. Vale lembrar aqui a importância dos Sprints, que são feitos semanalmente na Prod, em que uma das etapas são os testes. No fim, você terá moldado a peça ideal.

Esses pilares são trabalhados dentro das etapas do Duplo Diamante, uma metodologia do Design Thinking que facilmente pode ser aplicada também às campanhas de marketing digital. Vamos conhecer uma a uma?

Entendimento

Conhecer o seu negócio, o seu público e o mercado em que atua é fundamental para propor inovações. Então, que tal verificar em que ponto da jornada ele está, utilizar análise SWOT, realizar benchmarks e pesquisas para saber exatamente como você pode criar soluções que sejam incríveis para todos? Vale também se aproximar dos clientes para entender o que eles buscam, pesquisar sobre a sua marca e o mercado, fazer análise de big data e observar (muito) os contextos. Assim, foque na experiência que você deseja proporcionar!

Observação

Com as informações e dados que você colheu no processo de entendimento, poderá identificar com clareza o problema que precisa resolver. É o momento de aprofundar a sua empatia para absorver a essência do cliente e dos dados.

Ponto de vista

Como a etapa anterior pode fornecer diversas informações e possibilidades, você precisa ter foco para identificar quais são as dores que deseja solucionar. Tem duas dicas boas para essa etapa: definir o seu público-alvo, pois assim você pode filtrar suas pesquisas; e buscar um ponto de vista com a sua equipe, realizando um brainstorm.

Ideação

Haja criatividade para passar pela etapa das ideias! Afinal, só assim você poderá encontrar boas soluções para as necessidades apresentadas pelo seu público. Então pense nas possibilidades e nos resultados que elas podem gerar. Para isso, você pode realizar uma nova reunião de brainstorm com sua equipe, seguindo uma linha de raciocínio.

Prototipagem

A gente geralmente relaciona protótipo a um produto praticamente finalizado, mas já em um estágio avançado, não é? Mas nem sempre é assim. Um protótipo é algo que permite a interação com o usuário. Assim, você não precisa de grandes orçamentos ou materiais para chegar até o seu protótipo inicial. Pode ser algo simples, mas que vai gerar um resultado valioso para o processo. A finalidade aqui é testar rapidamente e perceber os possíveis erros de cara. Tudo isso com um custo baixo. O importante é perceber o quanto antes a visão dos usuários sobre o produto ou serviço que está sugerindo como solução.

É claro que essa etapa deve se adaptar à sua realidade: em agências, por exemplo, dá para utilizar uma ferramenta trial durante a prototipagem e, obtendo sucesso, partir para o investimento. Já um hardware, por exemplo, precisa de suas peças primordiais para que seja possível analisar seu desempenho na próxima fase.

Teste e iteração

Para realizar os testes do seu protótipo, exponha ele para o seu público. Muitas vezes esse projeto é algo simples, sem detalhes extremamente elaborados, já que trata-se da ideia inicial, correto?

Aproveite esse momento para entender as reações, as necessidades e expectativas do seu consumidor. Assim, com o feedback, dá para lapidar as ideias, repetir os processos, realizar melhorias e comprovar se o seu produto realmente poderá solucionar os problemas encontrados lá no começo.

E aí, desvendamos o Design Thinking para você? Conte para a gente como você pode aplicá-lo a partir de agora. Ah, e se você tem algum case legal, fale também!

Ele será o principal propagador da sua ideia, produto ou serviço.

Crie um personagem 3D em 6 passos

1920 1080 Roberto Silva

Atualmente, vivemos uma explosão de vídeos no cenário digital. Eles estão por todas as partes e integram diferentes conteúdos. Assim, com o crescimento dos vídeos, o mercado 3D também teve um salto.

Aliás, apesar dos personagens 3D estarem presentes nos vídeos, eles também são aplicados em diversos meios. Aqui na Prod, trabalhamos bastante com personagens em sites e aplicativos. Além disso, outras opções também são aplicá-los em impressos e até esculpi-los. Inclusive, a impressão 3D é uma maneira interessante de moldá-lo, sendo possível usar diferentes matérias-primas, como papel, plástico, borracha, resina e metal.

A criação de personagens 3D gera resultados incríveis para uma campanha ou marca. Afinal, ele será o principal propagador da sua ideia, produto ou serviço. Assim, com a sua personalidade, é possível transmitir valores, sentimentos e reações. Tudo para entregar ao consumidor uma experiência por meio do personagem.

Para a criação dos nossos projetos e personagens 3D, seguimos as seis etapas de projeção abaixo:

Passo 1 – Concepção dos elementos

Este é o momento de definir o estilo da imagem que desejamos criar. Ou seja, se ela será uma cena estática ou animação. É importante listar todos os elementos que serão modelados, a composição e o aspecto de cada um. Estes aspectos incluem cor, textura, rugosidade, etc.

Nesta etapa, construímos vários desenhos digitais, storyboard (no caso das animações), referências e descrições. Todo esse planejamento economiza tempo na hora de confeccionar a arte 3D e facilita o resultado da imagem final.

Passo 2 – Modelagem

A partir do planejamento realizado na concepção, iniciamos a modelagem nos softwares. Há também alguns sistemas específicos que utilizamos para elaboração de modelagens mais orgânicas, como as de personagens.

Passo 3 – Rigging

O rigging é um conjunto de controles que adiciona movimento em um objeto ou personagem, simulando articulações de sua natureza estrutural (esqueleto) e linguagem corporal.

Nesse processo, é criado um esqueleto que possui um conjunto de controles de animação. Normalmente envolvem a aplicação de algoritmos complexos mediados por uma interface de usuário mais acessível.

Uma parte crítica dessa etapa é organizar os ossos hierarquicamente, de modo que o movimento de um nó mais alto na cadeia cause um movimento recíproco nos nós inferiores. Então, por exemplo, se o antebraço se mover, os dedos também terão que se mover.

Um rig de personagem pode variar de simples e elegante até incrivelmente complexo.

Uma configuração básica para posicionamento simples pode ser construída em poucas horas enquanto um equipamento totalmente articulado para um longa-metragem pode exigir dias ou semanas para que o personagem esteja pronto para a animação, por exemplo, no nível da Pixar.

Passo 4 – Animação

Após a modelagem e o rigging prontos, é hora de dar vida ao nosso personagem. Assim, ele terá diversos movimentos, seguindo o que foi planejado no storyboard.

Nesse momento, utilizamos os controladores criados no rigging para desenvolver cada movimento e expressão do personagem. Esses movimentos são chaveados em uma timeline, criando diversas posições em sequência. Desta forma, trabalhamos com a gravidade e os segundos para gerar realidade à animação.

Passo 5 – Iluminação e texturas da cena

Nessa etapa, aplicamos as texturas e determinamos a luz, simulando a realidade e a interatividade dentro de uma cena.

Passo 6 – Pós-produção (etapa final)

Quase toda cena 3D criada e renderizada, seja ela estática ou uma animação, passa por algum tratamento de pós-produção.

Para isso, em cenas estáticas, usamos programas que melhoram suas cores ou estilo.

Já nas animações, quando precisamos inseri-las em outras cenas ou mudar a composição, utilizamos outro pacote de editores.

Você imaginava que o processo de criação 3D passasse por tantas etapas? Apesar de complexo, é muito legal!

Se você já pensou ou está pensando em fazer um projeto 3D para a sua empresa, deve procurar uma equipe especializada para garantir que tudo isso, falado aqui, seja aplicado à sua necessidade.

Tudo o que for planejado ou criado, precisa gerar uma boa relação entre o consumidor e a marca.

UX design: O que é e como ele pode te ajudar

1920 1080 Marcela Lisbôa

Hoje, tudo o que fazemos e produzimos deve ser pensado para o usuário e consumidor. A relevância do público é tão grande, que até técnicas e conceitos de trabalho estão mudando para priorizá-lo. E, neste meio, encontra-se o UX design e o UI design. E, se você não sabe o impacto que essas técnicas têm em um negócio, precisa conhecer agora! Vamos lá?

UX design e UI design

O UX design é uma maneira de estruturar o design pensando na Experiência do Usuário (User Experience). Aqui, o sentimento que o internauta tem com o sistema, marca ou produto é levado muito a sério. Então, tudo o que for planejado ou criado, precisa gerar uma boa relação entre o consumidor e a marca.

Neste processo, é preciso considerar a facilidade de acesso, a utilidade e a eficiência da ferramenta. Além disso, pode-se pensar na valorização do sistema e nas possibilidades que ele oferece ao usuário para realizar ações. São muitas as atividades que podem ser englobadas pelo UX design, inclusive o UI design.

O designer e autor Dan Saffer desenvolveu este gráfico para demonstrar todas as realidades envolvidas no UX:

São muitas as atividades que podem ser englobadas pelo UX design, inclusive o UI design.

Imagem: Dan Saffer/Kicker Studio

 

Uma das aplicações em UX da Prod é com o cliente Estante Mágica. Periodicamente, fazemos testes de usabilidade nas várias plataformas do sistema. Esses testes são gravados e analisados, pois queremos entender o comportamento do usuário. Também realizamos entrevistas com os alvos para entender a sensibilidade que possuem. Além de tudo isso, utilizamos as técnicas mais modernas do mercado em UI.

O UI design, ou User Interface Design, está voltado para a projeção de uma boa interface. Portanto, todos os botões e formas de interação são pensadas para oferecer uma experiência positiva ao usuário. Isso quer dizer que, com o UI design, tornamos a interface user-friendly.

O UX e o UI design coexistem e funcionam lado a lado, pois o UI é parte importante e necessária para alimentar as emoções e experiências planejadas para o usuário.

A importância do UX design para a sua marca

Valorizar as emoções do seu consumidor é fundamental para enfrentar a concorrência e estar à frente.

Se você entende como o seu usuário navega pela loja online, por exemplo, pode facilitar o processo de compra, retirar ou acrescentar formas de navegação e oferecer mais acessibilidade. Assim, você entenderá como agregar valor para o usuário. Com isso, garantirá que ele permaneça em seu site por mais tempo e não tenha interesse em pesquisar na concorrência.

Um estudo da Hyper Island acredita, inclusive, que o UX design será mais importante do que o preço na decisão de compra.

Então, pensar nas necessidades do usuário e buscar atendê-las pode tornar sua marca única e gerar um sentimento de empatia. Tudo isso contribui para que você conquiste o usuário e faz com que ele retorne para você sempre que precisar.

Agora que você entendeu as técnicas, já conseguiu pensar onde pode aplicá-las para melhorar a experiência do seu usuário?

Ter um olhar crítico e analisar todos os pontos, entendendo qual é o sentimento atual do seu público, são os passos iniciais para trabalhar a sua UX.

Nós trabalhamos com foco em UX design, pois acreditamos no diferencial de oferecer emoções positivas por meio da experiência digital. Assim, garantimos que não só os usuários fiquem satisfeitos, mas que nossos clientes também estejam em sincronia com as demandas do mercado e sejam distintos dos seus concorrentes.