Marketing

Um dos grandes pontos positivos de utilizar mídia de performance é a possibilidade de conseguir leads - independentemente da plataforma utilizada. Para exemplificar, vou contar um case de sucesso aqui da Prod em que uma multinacional do ramo farmacêutico conseguiu gerar mais de 9 mil cadastros para o seu portal com campanha de leads no Facebook, Google e LinkedIn. Bora?

Como uma multinacional gerou 97% a mais de cadastros no portal

1920 1080 Leonardo Pereira

Um dos grandes pontos positivos de utilizar mídia de performance é a possibilidade de conseguir leads – independentemente da plataforma utilizada. Para exemplificar, vou contar um case de sucesso aqui da Prod em que uma multinacional do ramo farmacêutico conseguiu gerar 97% a mais do número de cadastros no seu portal com campanha de leads no Facebook, Google e LinkedIn. Bora?

Primeiro, o que é lead?

Em curtas palavras, são seus potenciais leads aquelas pessoas que demonstram interesse no seu produto ou serviço, ou seja, o potencial cliente do seu negócio. Com uma boa segmentação das mídias de performance, é possível criar uma rede de contato qualificada que está a fim de investir dinheiro e tempo na sua solução.

Você quer gerar inúmeros cadastros para o seu portal? Então, sim! Você está no caminho certo. Mas primeiro é preciso saber: o que é mídia de performance?

Mídia de performance

Mídia de performance e marketing de performance: ambos termos designam campanhas digitais de compra de mídia feitas por meio de plataformas de redes como o Facebook, Instagram, LinkedIn, etc. Essa modalidade, porém, possui alguns pontos bem específicos, vou listá-los abaixo:

1. É possível escolher o objetivo da campanha com base no que você busca como resultado: conversão, clique, reconhecimento de marca, engajamento do público, etc.

2. Os resultados podem variar imensamente dependendo do orçamento investido, tempo de performance gasto e como o público vai se relacionar com o anúncio.

3. A segmentação do público que será impactado precisa ser minuciosamente selecionada, pois como essas campanhas são pagas por resultados, você pode acabar gastando com as pessoas que não são seu alvo.

4. Todos os resultados são mensuráveis: você consegue ter a visão de quem clicou no anúncio, abriu a página de cadastro e finalizou o cadastro, por exemplo. Ou seja, consegue ter a métrica exata da desistência, de clique, de alcance… Incrível, né?

Como gerar cadastros para o seu portal?

Bom, agora chegamos na parte maneira! Uma parceira multinacional do ramo farmacêutico chegou com uma demanda bem específica: gerar um número específico de cadastros para um portal próprio com conteúdo relevante para o seu público-alvo utilizando a plataforma do LinkedIn Ads, Google Ads e Facebook Ads. Nós adoramos um desafio, né?

Então, para atingir o número de cadastros esperados pelo cliente, calculamos uma média de resultados, elaboramos uma estratégia de ataque e partimos para a ação! Desenvolvemos diferentes peças para os formatos de anúncio disponíveis na plataforma (carrossel, estático, gif…), fizemos a segmentação fundamentada na base de contatos enviada e subimos a campanha com o enfoque em geração de leads/cadastros!

O resultado foi incrível: nós conseguimos gerar 97% a mais do número de cadastros proposto pelo cliente, foram mais de 390k de pessoas impactadas pela campanha e um CPR muito menor do que foi estipulado no contrato. Ou seja: case de sucesso!

Claro que isso só foi possível com muito trabalho de monitoração e criação da nossa equipe de Mídias de Performance, que é especialista quando o assunto é resultado.

Acho que deu pra perceber que as mudanças acontecem tão rápido quanto se pode imaginar e encontrar um parceiro de verdade para essas mudanças é essencial. Se você quiser conversar sobre o seu problema, clique abaixo, e vamos bater um papo. 😉

Já divulgamos um texto em que falamos das tendências para 2020 sobre a gestão de pessoas e processos. Mas, claro, não poderíamos deixar de falar sobre as tendências para as operações de marketing digital. Vamos nessa?

Especial 2020: 5 tendências para operações de mkt digital

1920 1080 Leonardo Pereira

Já divulgamos um texto em que falamos das tendências para 2020 sobre a gestão de pessoas e processos. Mas, claro, não poderíamos deixar de falar sobre as tendências para as operações de marketing digital. Vamos nessa?

Tendências para marketing digital

Seja na RD Summit, livros, artigos ou acompanhando Top Voices do LinkedIn, já é possível sacar quais tendências irão (me perdoe o trocadilho rs) pipocar para operações de marketing digital em 2020. É essencial ficar alerta e, ao longo do texto, faça um teste de autoconsciência: você está preparado para o que está vindo por aí?

5 tendências que estão ganhando força

1: Analytics
Ferramentas para analisar, como o Google Analytics, nunca foi tão essencial! Você acompanha o tráfego do seu site? Analisa as páginas mais acessadas? Tira insights dos resultados obtidos? Se não, é melhor começar a repensar o uso dessa ferramenta tão poderosa. Com o aumento da tendência de business intelligence, ou seja, muita análise para decisões assertivas, softwares de análise estão ganhando, cada vez mais, uma posição de destaque nas operações de marketing digital. Isso porque eles apresentam dados concretos sobre o desempenho do movimento das pessoas no seu site.

2: Integração de ferramentas
Quer otimizar tempo? Faça a integração das suas ferramentas, sejam elas de criação (como as ferramentas Adobe que hoje são completamente integradas) ou de gestão de projetos e mídias (Trello, Harvest, Clockify, RDstation, Salesforce, mLabs e outras). O ideal é que tudo funcione com automação, em que o sistema saiba que determinadas ações devem encadear outras em diferentes ferramentas. Se tempo é dinheiro, integrar suas ferramentas pode dar um ganho no tempo gasto em demandas.

3: Explore o LinkedIn
Você pode me falar: “Léo, o LinkedIn é uma tendência faz tempo, né?”. Sim, claro. O LinkedIn está em foco nas mídias há algum tempo. Entretanto, o jeito de usá-lo está se adaptando. Observando o crescente aumento da presença de CEOs e diretores na plataforma, devido à força que os Top Voices estão ganhando, comece a repensar o uso de Ads, ou seja, mídias de performance para atrair contatos de lá. Claro, se fizer sentido para a sua persona.

4: Audio Marketing
Tenho certeza que você ouviu ao menos 1 podcast ao longo do ano. Eles estão com tudo! Mas é claro que o Audio Marketing não se limita a isso. Cada vez mais estamos vendo a disseminação de Cortanas, Siris e Alexas que são acionadas por comando de voz. Para quem achou que o rádio sumiria, aí está: tudo se adapta. Seja no formato de audiobooks, podcasts, mídias sonoras, audiogramas… Edney Interney, Diretor Acadêmico da Digital House Brasil, já deu o papo na RD Summit: se até então estávamos na era dos likes (que está em declínio, certo?), entraremos na era da voz. Que tal começar a olhar para esse mercado?

5: Humanização
Humanize o marketing da sua empresa! Coloque o rosto das pessoas, conte histórias e inspire sua audiência com bons hábitos. Compartilhe seu produto sem ser invasivo buscando um olhar humano daquela situação. Pessoas se identificam com pessoas, não com máquinas. Claro, não deixe de explorar todos os lados da rede social. Mas a questão aqui é levar humanidade para cada publicação e, assim, entregar mais do que um simples conteúdo.

Se durante seu teste de autoconsciência você detectou falhas na sua operação de marketing digital, vamos trocar uma ideia! Temos várias soluções para integrar nossos clientes com as novidades do mercado.

Destacar o ramo de atuação, a missão, visão e valores também é importante para garantir o sucesso de uma indústria.

Presença digital para o setor industrial

1920 1080 Convidad@

Sabemos que a presença digital é importante para os negócios. E isso não é diferente para o setor industrial, afinal, informações, compras e divulgação da marca fazem parte do posicionamento online.

Além de fortalecer a marca, o mundo digital também proporciona ótimas experiências ao cliente, que o atraem de forma gradual. Assim, os ganhos da empresa são cada vez maiores e mais mensuráveis.

Desta forma, desde indústrias de alimentos até de automação industrial, que faz produtos como inversor de frequência, o universo digital tem inúmeras possibilidades de desenvolvimento de marca para oferecer. Veja alguns exemplos:

Awareness

Um dos principais pontos que uma indústria deve ter em mente ao investir na sua presença digital é justamente o awareness de sua marca. Afinal, os canais online contribuem com o reconhecimento da empresa, levando ao seu público-alvo novas formas de obter informações a respeito do negócio.

Além disso, com as estratégias certas no ambiente digital, é possível tornar a indústria cada vez mais presente no seu segmento, mercado e até no dia a dia do consumidor final. Assim, será muito mais fácil ser lembrada pelas pessoas em momentos decisivos de conversão que impactam o negócio.

Imagine só uma empresa de blindagem de carro que apresenta aos seus potenciais clientes conteúdos relevantes sobre o assunto utilizando um blog da marca. Como consequência, o público terá uma identificação muito mais fácil com a empresa e poderá vir a contratar seus serviços ou produtos.

Um outro ponto importante são as técnicas de SEO (Otimização para Mecanismos de Busca), pois ajudam na posição do seu conteúdo, e consequentemente, dos seus produtos dentro dos maiores buscadores da web, como o Google, aumentando o reconhecimento da marca.

Posicionamento

Destacar o ramo de atuação, a missão, visão e valores também é importante para garantir o sucesso de uma indústria. Por conta disso, a presença digital é uma grande aliada na hora de firmar o posicionamento da marca, algo de extrema importância nos dias de hoje.

Mostrar-se engajado em objetivos e ideias faz com que o público desenvolva empatia e semelhança com o negócio, contribuindo para um relacionamento mais estreito entre ambos. Desta forma, as ações digitais também podem atuar fortemente com o awareness da empresa.

Atendimento online

Existem diversas possibilidades de atendimento, que você pode fazer pelo seu próprio site, plataforma ou redes sociais, ou mesmo integrar tudo isso em um único local, como a Huggy. Assim, é possível utilizar telefones, e-mails, bots, SAC, FAQs, chats, entre outros.

Por isso, investir em canais de comunicação e atendimento colocarão qualquer negócio um passo à frente dos concorrentes.

Esses são só alguns dos benefícios que a presença digital garante para as indústrias. Assim, como você pode perceber, é imprescindível investir neste mercado e fazer com que a marca tenha estratégias alinhadas aos seus objetivos de comunicação e sucesso empresarial.

Como você gerencia os canais de contato das suas redes sociais?

SAC nas redes sociais

1920 1080 Marcela Lisbôa

Se você ainda oferece somente o 0800 como forma de atendimento aos seus clientes, está na hora de rever os seus conceitos. Afinal, não dá mais para fugir do mundo digital, pois os consumidores da sua marca estão online. É aí que surge a oportunidade do SAC nas redes sociais.

O avanço da tecnologia transformou as relações entre empresas e clientes. Então, por mais que uma marca tenha o objetivo de manter perfis institucionais nas redes sociais, ela precisa atentar-se aos canais de contato que pode ter com quem mais importa. Aliás, não só aos canais, mas também ao que o seu público está dizendo e compartilhando na rede. Assim, será possível encontrar oportunidades de relacionamento únicas e oferecer um atendimento muito mais personalizado. Como consequência, gerará mais empatia com a marca e clientes mais satisfeitos.

Tudo o que eu estou te dizendo é conhecido como SAC 3.0. Ele é responsável por expandir e transformar a experiência de atendimento ao consumidor. Com este novo conceito, as empresas ganham um papel ativo no relacionamento. Assim, passam a interagir de forma mais eficiente com seu público, conhecendo suas preferências e identificando aberturas de abordagem.

Quer uma dica de onde estão as oportunidades?

Canais de SAC nas redes sociais

Chats, direct messages, publicações, comentários, tweets, vídeos, memes, sticks, stories, avaliações… A lista não para de crescer!

São diversos os pontos de contato que as redes sociais oferecem para as marcas e clientes. Por isso, devem ganhar atenção especial para garantir a eficiência do seu SAC.

Como você pode notar, alguns dos canais que eu citei são específicos de algumas redes sociais, como Twitter e Instagram. Além disso, há formas mais comuns utilizadas pelos clientes, como os chats e directs. Contudo, nenhum canal deve ser excluído do seu plano de atendimento. Ainda mais se você pretende aproveitar oportunidades estratégicas de falar da sua marca ou produto.

Já pensou se a decisão de compra está em uma dúvida que o cliente twittou? Se o seu concorrente for ágil e proativo em responder e você ainda não investir neste modelo de atendimento, terá grandes chances de perder uma conversão.

Mas então eu preciso estar presente em todas as redes sociais?

Nós entendemos que nem todas as marcas têm condições estratégicas de manter perfis em todas as redes sociais. Então o mais importante é identificar onde o seu público está centralizado e focar sua comunicação naquelas redes específicas, fazendo um monitoramento constante dos pontos de contato.

Inclusive, esse é um serviço que faz parte da rotina do marketing digital feito pela Prod. Nós utilizamos ferramentas específicas para realizar o atendimento dos nossos clientes, encantar os usuários e trazer mais resultados para as marcas.

O que você acha de eu te contar algumas das ferramentas que nós conhecemos para otimizar o seu trabalho de SAC nas redes sociais?

Ferramentas para redes sociais

Monitoramento: As ferramentas de monitoramento, como a Agorapulse, Hootsuite e Scup, permitem que você veja e analise em tempo real tudo o que estão falando a respeito de um assunto. Assim, com as regras de monitoramento definidas, você pode identificar oportunidades de interação, críticas ou problemas e atuar de forma rápida. Algumas ferramentas ainda sugerem influenciadores para a sua marca.

Chatbots: Utilize a inteligência artifical para interagir com seus usários. Neste caso, nós construímos trilhas de diálogo para ensiar o bot a conversar com seus clientes.

Integração: Que tal atender em todas as redes sociais, mas de um só lugar? As ferramentas de integração, como a Jivochat, permitem que você receba mensagens de todos os seus perfis em um só lugar. Assim, são ideais para negócios online.

Gestão: Gerenciar seus conteúdos e mensagens de forma prática é muito importante para otimizar o seu atendimento online. Para isso, há desde as próprias ferramentas de gestão das redes sociais, como o Facebook Business, como ferramentas do mercado: mLabs, Postgrain e RD Station Marketing.

Agora que você chegou até aqui, certamente consegue avaliar com mais propriedade como está o seu SAC nas redes sociais. Assim, já sabe qual deve ser seu próximo passa para melhorar o seu relacionamento com o consumidor.

Ficou com aquela curiosidade para conhecer algumas dessas ferramentas? Nós temos parcerias especiais e podemos te ajudar na implementação de um sistema de SAC mais avançado. É só falar com a gente!

O público está nas redes sociais, online, consumindo e buscando informações, serviços e produtos.

Você investe nas redes sociais certas?

1920 1080 Marcela Lisbôa

Você já sabe que o brasileiro passa quase 4 horas por dia usando, pelo menos, uma rede social, certo? Pesquisas apontam que o número de usuários de redes sociais aumentou em 7% no último ano, só no Brasil. A pergunta é: você está investindo nas redes sociais certas para o seu negócio? Vamos descobrir!

Conheça as principais redes sociais utilizadas no Brasil para saber em qual delas investir:

Redes sociais para apostar

Facebook: a rede social dominante no mundo. São mais de 2 bilhões de pessoas conectadas por meio dele. Além do grande público, ele é especial por causa da possibilidade de criar uma página para a sua empresa com diversos recursos que te auxiliarão a melhorar os resultados online.

Instagram: 800 milhões de contas ativas. Este é o número de perfis na rede social. No Instagram, os usuários buscam por fotos e vídeos de significado e relevância. Por isso, além de trabalhar o aspecto visual, gerar empatia por meio do seu conteúdo é fundamental. Além disso, você pode explorar os recursos de negócios para impactar seu público da maneira certa.

Twitter: o berço de memes da internet tem mais de 330 milhões de usuários e ganhou destaque no último ano pelo seu crescimento. Além das possibilidades de anúncio, o Twitter permite a utilização de bots e faz uso de hashtags de maneira inteligente para campanhas.

Youtube: a segunda maior rede social do mundo e funciona, até mesmo, como um buscador. Porém, ele permite a publicação apenas de vídeos e este tipo de conteúdo requer maior produção. Para a publicidade, suas formas de anúncio são muito eficientes e podem alavancar uma campanha.

Linkedin: uma rede social voltada para profissionais e, por isso, tem conteúdos mais focados. Em crescimento constante, ele é um excelente canal para você conversar com possíveis colaboradores e encontrar os profissionais ideais para o seu negócio. Há a possibilidade de anúncios se você trabalhar com uma área de interesse do mercado profissional, como estudos e livros, por exemplo.

Pinterest: um grande catálogo de ideias, é assim que o Pinterest se define. Um reduto dos projetos e produtos mais criativos! Por isso, atrai artistas, designers e curiosos que se interessam pela área. Produzir conteúdo para essa rede social, é uma missão que demanda entendimento total de público. Moda, decoração e culinária são os assuntos com maior público e o Brasil está, em número de acessos, no top 5 países. Pensando que 71% dos usuários são mulheres, é saber porque vale a pena investir nessa plataforma.

Vero: criada em 2015, essa é uma rede social ainda desconhecida pelos brasileiros. Porém, vale ficar de olho, porque ela funciona sem algoritmos e está chamando atenção, cada vez mais, dos usuários. Então, vale a pena baixar o app, fazer uma conta e se familiarizar com a plataforma.

Quora: foi lançada em 2009, mas está ganhando força no Brasil. Essa rede social é, basicamente, um lugar para fazer perguntas e tê-las respondidas por qualquer pessoa ao redor do mundo! Pense nessa plataforma como uma oportunidade para divulgar seu serviço ou produto.

Outras plataformas

As redes de conversação também são uma boa aposta para o seu negócio, principalmente para utilizar como ferramenta de CRM. Oferecer canais de comunicação é uma forma de aproximar-se do seu público, garantir um atendimento personalizado e eficaz.

WhatsApp: no Brasil, o WhatsApp é o chat mais utilizado pela população digital. Empresas de inúmeros segmentos já utilizam o app como ferramenta de comunicação com o cliente. E até usam bots para isso. Recentemente falamos sobre o WhatsApp Business, sendo uma excelente opção para quem deseja trabalhar com ele.

Facebook Messenger: o Facebook Messenger acompanha o Whatsapp em número de usuários no mundo. Mas, fica em segundo lugar quando o assunto é a população brasileira. Interligado com a plataforma do Facebook, ele permite que você interaja de maneira privada com os usuários, elabore bots e até faça SAC por meio dele.

Agora você já sabe quais são as redes sociais mais impactantes, inclua ações nessas plataformas para melhorar a sua comunicação! Planeje conteúdos, monitore e analise as informações para adotar estratégias cada vez mais assertivas. Ah, e, se precisar de uma ajudinha, pode contar com a gente! ?

Você já esteve em alguma situação em que pensou “cara, isso precisava ser aprovado mais rapidamente” ou “esse projeto precisa estar rodando na próxima semana e ainda estamos em fase de testes”? Bom, então venho dar ótimas notícias: o Lean UX pode ajudar você nessa missão impossível. Vamos descobrir como?

Aplicando o Lean UX no seu ambiente de trabalho

1920 1080 Leonardo Pereira

Você já esteve em alguma situação em que pensou “cara, isso precisava ser aprovado mais rapidamente” ou “esse projeto precisa estar rodando na próxima semana e ainda estamos em fase de testes”? Bom, então venho dar ótimas notícias: o Lean UX pode ajudar você nessa missão impossível. Vamos descobrir como?

O que é o Lean UX?

O Lean UX significa literalmente “UX magra”. Esse sentido parte da ideia de que essa é uma metodologia de trabalho “mais magra”, ou seja, com processos menores e mais fáceis de aplicar ao comparar com outras metodologias disponíveis. Isso porque seus processos não demandam tanto tempo dos envolvidos.

Ela surgiu para diminuir os ruídos na comunicação entre os desenvolvedores e os designers. Pois é muito comum em agências o seguinte cenário: o designer constrói todo o projeto sem trocar ideias sobre o funcionamento desse com o desenvolvedor. Então, há toda uma aprovação com o cliente, passando pelas fases anteriores de ideação e criação. Quando o projeto chega no desenvolvedor, há erros processuais ou ideias que não são possíveis de aplicar com as tecnologias disponíveis.

Esse gap pode gerar perdas de tempo e de dinheiro para a empresa, afinal, excesso de ajustes podem impactar diretamente no produto final. Aqui na Prod, nós seguimos os conceitos do Design Thinking e do Design Sprint, aliados com o Lean UX, mas é sempre bom ficar antenado nas novidades, aprender novos conceitos e construir ou adaptar uma metodologia que seja eficaz para a sua situação. Então, vamos entender como funciona o Lean UX?

Como funciona?

Seu funcionamento é simples e exige apenas a união de todos os times envolvidos nos processos (desde o Comercial, passando pela Criação e finalizando nos Dev’s). Podemos, por exemplo, ao invés de pensar durante horas para definir um fluxo de navegação de um site, podemos desenhar as ideias em um quadro branco, chamar os envolvidos e conversar sobre ele. O importante aqui é coletar o feedback de todos, pois é extremamente mais simples fazer alterações no projeto quando ele ainda está no “plano das ideias”.

O Lean UX é dividido em pequenos ciclos formados por “descobrir, definir, desenvolver, entregar”. “Descobrir” é o momento inicial para fazer a imersão no projeto, entender as necessidades dos usuários, analisar o mercado e os produtos similares. “Definir” é a fase em que os times refinam todas as informações que já foram coletadas e propõem alternativas para suprir as necessidades encontradas. Então, parte-se para a fase “Desenvolver” em que são coletadas as melhores ideias e coloca-se a mão na massa para que os protótipos ganhem vida. A última fase, “Entrega”, são os testes com os usuários finais do produto e isso é vital para colher os feedbacks deles para que seja gerada a última versão com ajustes refinados e alinhados com as expectativas. O legal é que, por ser uma dinâmica mais rápida, sobra tempo para mais uma rodada neste ciclo, afunilando ainda mais o projeto.

Dicas para aplicar o Lean UX no seu ambiente de trabalho

Bom, agora que você já entendeu o Lean UX, tenho certeza que você deve estar se perguntando “Léo, eu trabalho com Contabilidade, como essa metodologia pode me ajudar?”. Então, calma! Vou explicar com algumas dicas:

Faça a imersão: seja em qualquer área de trabalho, toda demanda exige imersão. Você precisa entender o que está sendo pedido e o que já foi feito por esse problema, seja internamente ou externamente. Compartilhe as dúvidas com seu time, mais cabeças pensam melhores que uma sozinha.

Pense sobre as soluções: ao compartilhar seu problema com o time inteiro, você conseguirá refletir a respeito das soluções indicadas. Você provavelmente conseguirá olhar a demanda de uma forma diferenciada.

Desenvolva a partir das ideias: tudo o que foi dito foram conceitos que estão no “mundo das ideias”. Bote a mão na massa e desenvolva sua demanda a partir das ideias. Ao enxergar o problema mais claramente, as respostas virão de maneira que vai soar intuição.

Teste!: aqui na Prod temos a filosofia de testar tudo o que será veiculado – de um site à uma campanha de Ads. Tudo precisa ser testado para ver se, de fato, dará certo. Caso não dê, volte do início e busque pessoas diferentes para compartilhar seu problema. Caso dê certo, tente achar brechas que possam levar a futuros erros.

Bom, o problema pode ser individual ou coletivo. Você pode chamar algumas pessoas ou um time inteiro! Depende da demanda e de quão complexa precisa ser a solução dela. Que tal experimentar? Conte pra gente o resultado!

Se você acompanhou os nossos textos mais recentes, você provavelmente já sabe que o perfil do consumidor mudou. Agora eles estão à procura de experiências mais imersivas ao invés de compras pontuais. O que ainda não falamos é que o Inbound Sales pode ajudar a converter esse novo perfil de consumidor em um cliente fidelizado. Bora descobrir como se faz?

Inbound Sales: mude sua forma de vender

1920 1080 Leonardo Pereira

Se você acompanhou os nossos textos mais recentes, você provavelmente já sabe que o perfil do consumidor mudou. Agora eles estão à procura de experiências mais imersivas ao invés de compras pontuais. O que ainda não falamos é que o Inbound Sales pode ajudar a converter esse novo perfil de consumidor em um cliente fidelizado. Bora descobrir como se faz?

Para começo de conversa, eu preciso que você entenda sobre Inbound Marketing e Funil de Vendas. Os dois textos são de leitura rápida e vai ajudar você a entender mais sobre essas linhas de pensamento para revitalizar o marketing digital da sua empresa.

O que é Inbound Sales?

Os estudiosos definem Inbound Sales (ou IS) como um método que utiliza o marketing digital e tecnologias diversas para fazer o fluxo de vendas (ou o funil) ser mais lucrativo. Porém, mais do que isso, o IS é visto como uma reestruturação completa do processo de compra/venda. Afinal, as quatro etapas do funil são trabalhadas e modificadas.

Lembra que eu já falei que o consumidor quer uma experiência completa com o produto ao invés de apenas comprá-lo? O Inbound Sales faz exatamente isso. Usa ferramentas como blogs, redes sociais, sites, e-books, podcasts, vídeos, e-mail marketing e outros, para que o processo de compra flua naturalmente.

Isso porque as “iscas de conversão”, que são essas ferramentas citadas anteriormente, estão espalhadas estrategicamente em páginas específicas na web. E aí funciona assim: o consumidor se sente atraído pela história narrada naquela imersão do produto, morde a isca, é convertido e finaliza a compra. Isso no melhor dos casos, obviamente.

Entender o perfil do consumidor é vital

Para fazer o IS acontecer, você precisa entender o perfil do seu consumidor. Afinal, como você vai saber onde colocar sua isca, se não conhece o hábito dele na internet? Quais sites ele acessa? Ele lê e-book ou prefere um vídeo mais dinâmico? É leitor assíduo de blogs? Prefere Instagram ou Linkedin? Essas informações você só consegue com estudos, avaliações, definição de personas e muitas pesquisas.

Qualificar leads

Uma fase muito importante no Inbound Sales é a qualificação de leads. Ela nada mais é do que fazer com que essa pessoa estabeleça uma relação com a sua marca. Isso pode se dar de diversas maneiras, como: fornecer conteúdo informativo sobre o produto (por meio de um blog, por exemplo); diluir as informações extremamente comerciais em vídeos animados (usando o conceito de Storytelling) e etc. Ao utilizar essas técnicas, você está nutrindo o seu lead com informações importantes e que sempre estarão voltadas para a sua empresa.

São muitas maneiras para qualificar seus leads. Isso fará com que você entenda em qual parte no funil de vendas que ele está. Inclusive, se ele está pronto para finalizar sua compra. Mas é extremamente importante que você entenda essa sua persona. Afinal, se você vender exatamente o que a pessoa procura vai eliminar grandes problemas. Seja, para o cliente, um delicioso picolé em um dia quente: exatamente o que ele quer.

3 dicas para guiar o seu avanço no Inbound Sales

Bom, já expliquei a importância de entender seus consumidores, certo? Essa também é uma dica muito importante! Agora vou discorrer outros pontos:

Estude seus leads: depois que você entendeu seus consumidores, estude-os! Entenda suas dores e o que você pode fazer para solucionar seus problemas. Lembre-se: se você vender o produto certo para a pessoa errada, ela irá achar que o seu produto tem algum problema.

Comunique-se com efetividade: quando você entender a dor dos seus consumidores, ficará fácil construir um discurso para vender a solução dessa dor. Alinhe esse discurso com os valores da sua empresa e com o estilo de comunicação da sua persona. Converse diretamente com o seu lead! Isso aumentará a efetividade da conversão.

Nutrição e monitoramento: continue nutrindo seus leads com essas informações relevantes e de qualidade. Por exemplo, aqui na Prod sempre disparamos um e-mail marketing com os últimos conteúdos do blog. Obviamente, são conteúdos importantes para as nossas personas. E, mais importante que isso, monitore se esses leads estão avançando ou não no seu funil de vendas.

E aí? Vai começar a aplicar essas práticas? Lembrando que Inbound Sales não é algo que começa a dar resultados da noite para o dia. É preciso planejamento, estudo e efetividade na atuação. Engaje todo o time de vendas e vá a luta! Se precisar daquela mãozinha, é só falar, ok? 🙂

O que são personas negativas e 5 dicas para defini-las

O que são personas negativas e 5 dicas para defini-las

1920 1080 Leonardo Pereira

Personas negativas não são pessoas com depressão ou que vivem na bad. Na verdade, o conceito de persona negativa está beeeem longe disso. Quer descobrir do que se trata? Leia abaixo.

Afinal, o que são personas?

Bom, sempre falamos aqui no blog sobre personas, né? Você pode até entender o conceito clicando aqui. Para defini-las é preciso entender qual é o seu público-alvo. Porém, não basta definir idade e situação financeira. É preciso mergulhar na vida dessas pessoas, mapear suas rotinas na Jornada de Compra, buscar informações sobre seus gostos pessoais e, o mais importante, descobrir o que a fez comprar o seu produto.

Por exemplo: aqui na Prod, temos um total de 4 personas principais. Elas foram criadas a partir de uma leitura dos atuais clientes de todas as áreas aqui da agência: O que elas consomem? Qual o cargo delas? Quem elas são? O que elas gostam? Quais são suas principais dores? Isso nos ajudou (e muito!) a nortear o time Comercial, a definir OKR’s e parametrizar diversos pontos da gestão.

Definir suas personas terá um reflexo positivo nas vendas e, também, no direcionamento da marca. Se você conhece o seu público, é mais fácil conversar com ele, né?!

O que são personas negativas?

Para começo de conversa, deixe bem claro na sua cabeça que persona negativa não é o oposto de buyer persona. Muito pelo contrário, elas se assemelham em muitos aspectos: fazem as mesmas pesquisas no Google, buscam os mesmos conteúdos, se interessam pelos mesmos produtos… Mas não irão adquirir seu produto ou serviço. Um ótimo exemplo disso são aquelas pessoas engajadas nas redes sociais da marca, que acompanham o seu site, sabem tudo sobre o produto, mas não têm dinheiro para comprar.

É preciso ficar claro que as personas negativas, embora sejam muito familiares, não irão adquirir seu produto ou serviço por múltiplos motivos que você pode um dia entender ou não. Se você entender o que a faz ser negativa, pode ser uma maneira de corrigir isso. Porém, muitas das vezes, as variações irão fugir do seu controle. Impactar essas pessoas com FaceAds que você paga por clique, por exemplo, vai ser um enorme erro. Elas vão clicar, vão se interessar, mas vão parar no meio do Funil de Vendas.

Aí você me pergunta “Léo, mas é interessante recusar compradores?”. Bom… Se você pensar que cada lead tem um custo, talvez seja perspicaz retirar essas pessoas das suas listas de possíveis compradores. Quer outro exemplo? Você faz uma campanha que distribui cupons de descontos. Obviamente, um tanto de pessoas serão atraídas por esse chamariz. Sua intenção com os descontos é fidelizá-las, mas algumas das pessoas que foram atraídas pelos descontos não irão se tornar seus clientes recorrentes. Elas não foram atraídas pela sua marca e, sim, pelo desconto. Entende? Eu sei que você deve estar pensando “como faço então para identificá-las?” Calma, elaborei algumas dicas para ajudar você nessa tarefa.

5 dicas para definir personas negativas

Defina o seu público: a primeira dica é a de ouro! Se você não souber quem são as suas personas, você não vai conseguir identificar as personas negativas.

Experiências prévias: faça o exercício de examinar as experiências passadas com clientes que não foram bem sucedidos. Entenda porquê essas pessoas não gostaram do seu serviço ou não compraram o seu produto. Mapeie as reclamações. O resultado dessa análise será um grande norte para você entender as personas negativas.

Padrões no comportamento: analise friamente a sua Jornada de Compras. Há grupos de pessoas que não avançam nas etapas, não importa a estratégia que você use? Que se nutrem com seus conteúdos, mas não chegam à fase final? Esses “padrões” no comportamento são indicadores de personas negativas. Pare de investir na conversão dessas pessoas.

Serviços/produtos que você não oferece: sempre tem aquele cliente que quer mais do que o que está no seu escopo ou nas suas skills. Pare e pense: “vale a pena se esforçar muito para suprir essa demanda?”. Se a resposta for não, você está lidando com uma persona negativa. Muitas das vezes, os clientes pedem coisas que não temos como oferecer. Podemos estar aqui falando do preço ou do produto em si. Se não vale a pena, não perca a cabeça com isso.

Avalie as variáveis: é preciso muito cuidado ao definir personas negativas. A análise deve ser detalhada e compreender cada cliente. Afinal, se a pessoa não tem dinheiro para comprar o seu produto, você já pensou em oferecer opções como o parcelamento? Tente solucionar o problema dessas pessoas. O ponto crucial aqui é: se não valer a pena para você, encare como uma persona negativa. Outro exemplo é pensar: “essa pessoa não tem interesse ou ela não enxergou o valor no seu produto?”.

Mas olha! Vê se não vai sair colocando pessoas na lista negra, viu?! O objetivo de identificar as personas negativas é apenas para não direcionar campanhas para esse perfil. Assim, você evitará o desperdício de investimentos em personas que não são as ideais.

Se precisar daquela mãozinha para entender mais sobre personas (sejam elas negativas ou não) e como atingir as pessoas certas nas suas campanhas, pode contar com a gente! 😉

Descubra o perfil desses novos consumidores e algumas dicas para acertar em cheio na conversão deles.

Aumento da venda online: 6 dicas para converter os novos consumidores

1920 1080 Leonardo Pereira

Você já leu o primeiro texto sobre o aumento das vendas online? Não?! Então, clique aqui para ler. Agora, se você já está por dentro do crescimento exponencial que teremos com o e-commerce nos próximos anos, chegou a hora do próximo passo. Descubra o perfil desses novos consumidores e algumas dicas para acertar em cheio na conversão deles.

Perfil do consumidor na venda online

Após a transformação digital, o consumidor também se transformou. A tecnologia passou a ser um ponto primordial no processo de compra e venda. Segundo uma pesquisa da SiriusDecisions, 67% da jornada de compra é feita pela internet. Isso significa que não adianta fugir, o seu consumidor está completamente dentro do mundo digital. Ou seja: se você quiser vender para essas pessoas, você precisará entender o hábito deles na internet e o que fará eles tomarem alguma decisão.

Experiência do consumidor

Eita termo batido, né? Aqui na Prod já saturamos de ouvir esse conceito de “experiência do usuário”. Porém, mais do que nunca, ele é extremamente necessário. Agora é preciso proporcionar uma completa imersão do lead na plataforma da compra. Precisamos contar a ele sobre nosso produto de uma forma clara e que pareça uma conversa entre amigos queridos. Todos estamos cansados de venda descarada.

Aliás, já está comprovado que até 2020, 86% dos consumidores estarão dispostos a pagar mais apenas para ter uma experiência completa do produto. Hoje em dia, o consumidor busca mais do que apenas uma compra. E, se você leu o texto anterior, sabe que essas pessoas irão gastar ainda mais com vendas online. A tendência é, no mínimo, dobrar os valores gastos nesse tipo de comércio.

Consumidor é agora influenciador

Agora imagine esses novos consumidores nas redes sociais, onde tudo é postado. Historicamente, sempre nos tornamos fãs de marcas que gostamos. Porém, antes nossa opinião ficava restrita a um pequeno grupo de pessoas que falávamos desse produto que adquirimos e gostamos. Na internet, um post simples pode atingir uma massa enorme com apenas um clique. Todos querem compartilhar nas redes os produtos que se tornaram favoritos ou não. E olha… Se o cliente não gostou, você pode ter certeza que ele colocará no Facebook. Seja avaliando mal sua página ou fazendo uma postagem.

Por isso elaborei algumas dicas para ajudar você a entender melhor os novos consumidores e ser mais eficaz ao atingir um possível lead.

6 dicas para converter novos consumidores

Entenda o seu público: esse é o primeiro passo. Se você já passou pela fase de construir o conceito do seu produto, você provavelmente já conhece seus consumidores. Mas o importante mesmo é entender como seu público-alvo se comportam na internet. Eles são mais sérios? Mais brincalhões? Entendem memes e virais? Gostam de compartilhar frases motivacionais? Eles fazem compras grandes na internet? Enfim, são perguntas necessárias para você entender o hábito deles. E, somente com essas respostas, você saberá como converter suas personas em clientes fiéis.

Incorpore o digital: sei que já falei sobre esse assunto no texto anterior, mas isso é vital! Tenha um site responsivo, nutrido com informações importantes e com canal para e-commerce (se esse for seu foco). Por outro lado, prepare também sua equipe para dar assistência nas redes sociais e em outros canais de comunicação. Para auxiliar você nesse processo, contratar uma agência digital é o ideal.

Redes sociais: transforme uma simples página nas redes em um reduto da sua marca! Faça posts que fujam do comercial descarado, conte histórias sobre suas personas, se coloque no lugar do seu público e, o mais importante, fale a mesma língua dos seus consumidores. Você pode utilizar a regra 80/20 para ajudar. Além disso, padronize toda a comunicação visual das suas redes: isso vai passar confiabilidade. Aprenda mais sobre em quais redes sociais investir.

Campanhas digitais: a maneira mais efetiva de atingir seu público é por meio de Ads. Já falei isso também no texto anterior, mas é importante frisar que investir em campanhas ajudará você a impactar o público que você procura. Seja no Google, no Facebook, no Instagram ou em outra rede que seja estratégica para você. Aqui na Prod, temos vários clientes que investem em Ads, seja em posts impulsionados ou em campanhas maiores, e todos estão notando o aumento do reconhecimento das suas marcas.

Sensação de urgência: seja persuasivo, mas sem ser apelativo. Por exemplo: sempre inserimos CTAs com senso de urgência nos e-mail marketings que disparamos para um cliente do ramo hoteleiro. São sempre assuntos que despertam a curiosidade, seguidos de textos que conversam sobre a experiência do parque hotel e depois um botão que induz ao clique. Assim criamos a urgência

Transforme em dados: guarde todos os resultados das suas campanhas, pois isso é nada mais do que dados importantíssimos sobre seus leads! Na internet, tudo fica registrado para podermos aprender com os erros e sermos cada vez mais assertivos ao impactar essas pessoas.

E aí? O que achou desse especial “vendas online”? Você descobriu como iniciar suas e-commerce com o pé direito e como impactar da maneira certa seus consumidores. Se você quiser conversar um pouco mais ou estiver precisando de alguma solução digital, pode contar com a gente, ok?! 😉

Na era do digital, estamos sendo confrontados pelo crescimento da venda online. Quer descobrir o que está por trás disso? Vem comigo! E, no final do texto, contarei algumas dicas para melhorar seu e-commerce.

Aumento da venda online: 6 dicas para iniciar um e-commerce

1920 1080 Leonardo Pereira

Na era do digital, estamos sendo confrontados pelo crescimento da venda online. Quer descobrir o que está por trás disso? Vem comigo! E, no final do texto, contarei algumas dicas para bombar um e-commerce.

Site = ponto importante da presença digital

Ter um site é super importante, afinal, é para ele que todos os pontos da sua presença digital irão convergir. Você também pode fornecer informações importantes sobre sua empresa (como endereço e contatos). E, obviamente, é o canal perfeito para atrair novos leads, afinal o Google é muito usado por usuários que estão buscando alguma solução ou serviços. Então, se alguém pesquisar sobre algum produto que você vende, tenho certeza que você irá querer aparecer, certo?

Cenário da venda online nos próximos anos

Pra você ter uma noção em números, a empresa Forrester Research revelou que as vendas na internet (somente no Brasil) irão dobrar até 2021. Se continuar no crescimento médio de 12,4%, em 2021 será vendido, pela internet, um valor aproximado de R$ 85 bilhões durante o ano todo. Então, se você quiser uma fatia desse montante, é melhor se preparar. Serão quase 70 milhões de pessoas comprando algum produto ou serviço via web. Aliás, os serviços que mais crescem são relacionados à tecnologia (smartphones, notebooks e itens do mundo dos games, como controles e jogos).

E aí? Você está preparado para venda online e para atender esses novos consumidores? Por falar neles, fica ligado porque lançaremos ainda nesta semana, um outro texto abordando apenas essa mudança nos hábitos de consumo. Agora, conforme prometido no começo, vou contar algumas dicas para vender mais na internet.

6 dicas para iniciar as vendas online

Plano de negócio: você precisa planejar tudo! Desde os produtos e a estocagem, até os seus consumidores. Defina muito bem qual é o seu público, seus hábitos na internet e o que eles consomem. Esses pontos são essenciais. Por isso, entenda todo o cenário mercadológico para tomar alguma decisão importante.

Plataforma: tenha um site que possibilite o e-commerce. Embora hoje em dia haja várias maneiras de vender na internet, nada passa mais confiabilidade do que um site bem construído e com um layout incrível que seja responsivo, afinal, cada vez mais as compras online estão sendo feitas via smartphone. Agências digitais serão ótimas parceiras nesse processo.

Instagram Vitrines: já abordamos aqui no blog o Instagram Vitrines. Essa é uma ótima tática para vender pela internet. Afinal, é uma rede social que não para de crescer e te dá todas as ferramentas necessárias para consolidar uma boa venda. Vale a pena investir! Aah, um ponto super importante: mantenha a comunicação visual alinhada entre todas as redes sociais.

FaceAds: investir em FaceAds é interessante, porque você consegue segmentar para diferentes públicos ou subir uma base de contatos que você já tenha. Esse tipo de campanha faz uma CTA automático que seduz a pessoa para converter e, possivelmente, comprar o seu produto. Um grande case de sucesso aqui da Prod é uma startup do ramo da educação que também possui um e-commerce. Nós conseguimos aumentar a captação de leads em 2.600% com táticas de marketing digital.

Google Ads: fundamental para um comércio na internet. Seu futuro cliente irá pesquisar tudo o que ele puder a respeito da sua marca e do seu produto no Google. Logo, as informações sugeridas vão impactar diretamente na compra final. Ao fazer Google Ads pesquisa, seu link aparecerá no topo das pesquisas como publicidade. Assim, as chances dele clicar será ainda maior! Vários clientes aqui da Prod já utilizam desse tipo de campanha para melhores resultados nas suas vendas.

Blog: temos um texto especial sobre blog. Mas, em linhas gerais, além de transmitir credibilidade no assunto e construir uma boa reputação, o blog tem poder de qualificar seus leads ao te fornecer informações sobre o que mais interessa pra ele. Além disso, vai facilitar o processo da venda online já que você fará textos sobre sua área e mostrará que você tem uma solução para o problema dele. Também, essa dica te ajudará a aparecer nas primeiras posições do Google organicamente, ou seja, sem ajuda de investimentos. Pois, quanto mais seu site é movimentado com novos conteúdos, mais provável dele subir posições em rumo ao topo do Google.

Você ainda pode começar a pensar se vale a pena elaborar um aplicativo para vendas. Porque, dependendo do seu produto/serviço, o app será extremamente útil. Descubra os passos para criar um aplicativo.

E aí? Você já está seguindo esses passos ou ainda está um pouco perdido? Se precisar, a Prod tem inúmeras soluções para problemas digitais. Vamos bater um papo? 😉