google

Algoritmos são uma inteligência que define quem estará melhor rankeado. Mas você sabe quais são os principais algoritmos do Google? Clique!

Algoritmos do Google: o que são e como interferem no seu site

1920 1080 Leonardo Pereira

Já demos várias dicas de SEO aqui no Blog da Prod. Também, falamos que os algoritmos são uma inteligência que define quem estará nas primeiras posições do Google. Mas você sabe quais são os principais algoritmos que o Google usa? Bora descobrir.

O que são algoritmos?

Algoritmo, para o mundo web, nada mais é do que um conjunto de regras e procedimentos lógicos que solucionam um problema em algumas etapas. Ao aliar esse conceito meio que abstrato ao Google, chegamos a uma conclusão: são fórmulas que o buscador usa para transformar as perguntas dos usuários em respostas na hora da busca.

Essas “fórmulas” já foram diversas vezes incrementadas e modificadas. O mais legal é que, na verdade, é sempre um grande mistério como o Google define quais serão as próximas métricas que ele utilizará. As atualizações sempre recebem nomes diferentões e as mais recentes são: Panda, Penguin, Hummingbird, Pigeon, Mobile, RankBrain e Fred.

As últimas atualizações dos algoritmos

Retomando o que eu disse lá em cima, cada atualização que o Google libera trabalha algum ponto referente às buscas e aos fatores do ranqueamento. Abaixo vou falar sobre algumas das atualizações mais recentes:

Panda: essa foi a primeira atualização dos algoritmos, feita em 2011. O Panda se encarrega de atribuir pontuação para as páginas indexadas. Ele gera esses “rankings” penalizando sites com conteúdos de baixa qualidade (que sejam cópias ou plágios), excesso de palavras-chave e páginas com bounce rate.

Penguin: essa atualização chegou para ficar de olho nos backlinks que estão apontando para o seu site. Ele identifica e pune links manipulados, irrelevantes ou inadequados. Ou seja, se você estiver usando gerador de backlinks aleatórios, fica esperto! O Penguin já deve estar sabendo disso e é provável que sua página perca muitas posições quando a pena for aplicada.

Hummingbird: em 2013, o algoritmo evoluiu para algo que se aproximava muito da inteligência artificial. Era o Hummingbird que chegava na praça. Com ele, o Google passou a entender mais sobre sinônimos. Isso porque ele consegue interpretar a pergunta para oferecer o resultado que o usuário quer. Antes, era tudo baseado em palavra-chave. Hoje em dia, se na pesquisa a pessoa se confunde e comete um erro em alguma palavra, o Google entende exatamente o que ela quis dizer e dá a resposta que o usuário quer.

Pigeon: lançado em 2014, o Pigeon inseriu algo que faz muita diferença nas nossas buscas: buscas por locais. Por exemplo: se algum usuário busca por “farmácia”, os primeiros resultados serão de estabelecimentos que estejam próximos a ele. Por isso, para todos os clientes da Prod, já aprimoramos todas as respostas no Google Meu Negócio.

Mobile: já falamos bastante sobre essa atualização dos algoritmos do Google. Foi essa versão que veio priorizando sites que sejam mobile-friendly: que sejam responsivos e que ofereça uma boa experiência para o usuário.

RankBrain: em 2015, o Google passou a utilizar de fato inteligência artificial para aprimorar suas respostas. O RankBrain aprende com as consultas feitas pelos usuários e identifica quando o conteúdo acessado atendeu às necessidades deles.

Fred: a última atualização dos algoritmos da Google foi lançada em 2017. O Fred só veio pegar ainda mais pesado na vigilância de conteúdos de qualidade e que não sejam 100% comerciais. Se você não oferecer mais do que venda para os seus clientes, é muito provável que o Google não esteja entregando seu site como deveria.

Bom, deu pra perceber que o Google adora mudar os fatores de rankeamento dele, né? Por isso é bem importante ficar atento às novidades e manter seu site dentro dos padrões. Leia mais sobre tendências do marketing digital e, também, sobre sites responsivos.

Por falar nisso, seu site está adequado às expectativas do Google? Você acha que pode melhorar em algo? Vamos trocar uma ideia! Nós, com certeza, temos a solução.

Ubersuggest: ferramenta grátis de palavra-chave

1920 1080 Leonardo Pereira

Reformulada no início do ano passado, a Ubersuggest é um prato cheio para quem quer rankear no Google. Afinal, ela é a mais completa nos resultados das buscas por palavras-chave. Saiba tudo sobre essa ferramenta grátis e suas funcionalidades.

O que é a Ubersuggest?

A Ubersuggest consiste em uma plataforma gratuita e completa para gerir palavras-chave. Neil Patel, um dos nomes mais fortes quando pensamos em marketing digital, é o grande gênio por trás dessa ferramenta. Ele uniu as melhores funcionalidades do Google Suggest e do Google Keyword Planner. E, claro, o resultado não podia ser outro: uma ferramenta que te proporciona todas as visões de qualquer palavra-chave. Aliás, você sabe o que é isso?

Explicando palavra-chave

Palavra-chave (ou keyword) é a pesquisa do usuário no buscador. Basicamente, é o que escrevemos na pesquisa quando estamos com dúvidas ou querendo algo. Vou exemplificar: fizemos um estudo de palavras-chave para um cliente aqui da Prod que fabrica e comercializa telhas termoacústicas. Logo, foi necessário descobrir como as pessoas faziam as pesquisas sobre o produto. Elas buscavam por “termoacústicas”, “telhas com recheio” ou “telhas metálicas”? Somente a partir desse ponto é que conseguimos alinhar toda a campanha de Google Ads e outros conteúdos da marca.

Por que é importante usar a Ubersuggest antes de aplicar estratégias de mkt digital?

Vamos voltar ao exemplo do cliente de telhas aqui da Prod. Se criássemos um Ads trabalhando a keyword “telhas com recheio”, porém as pessoas pesquisassem por “termoacústicas”, a estratégia online traria poucos resultados para o cliente. Afinal, as pessoas erradas seriam impactadas, o tráfego do site seria extremamente baixo e acabaria convertendo poucos leads. Leia mais sobre estratégias de anúncios online no Google Ads para entender melhor.

O que são os resultados que aparecem na pesquisa?

Bom. Você entendeu o que é a Ubersuggest, descobriu o que são as palavras-chave e percebeu que é muito importante investir nessa estratégia! Aí, você entrou no site, fez a pesquisa e… Um mar de resultados apareceram. Não surte! Vou te explicar o que são esses resultados.

Informações gerais: essas são as ideias gerais sobre o posicionamento da sua palavra-chave nos buscadores. O “volume de busca” é a quantidade de vezes que esse termo já foi buscado. Já “SEO difficulty” e “Paid difficulty” referem-se ao nível de competição na busca orgânica e paga, respectivamente.

Ideias de palavra-chave: são outras palavras-chave que estão relacionadas ao termo que você buscou. É superinteressante, pois é possível enxergar outras sugestões e descobrir mais a respeito da sua palavra-chave.

Análise da SERP: nessa parte, a ferramenta nos mostra os resultados trazidos pelo Google para a pesquisa da sua palavra-chave. Ou seja, seus concorrentes! E lembre-se: você só conseguirá rankear se você for melhor que todos eles.

Enfim! Essa é uma análise simples para você conseguir entender um pouco mais sobre esse universo do marketing digital. Aqui na Prod, sempre buscamos keywords antes de consolidar qualquer estratégia para nossos clientes. Se você precisar de uma mãozinha nesse processo, entre em contato com a gente! 😉

As buscas por voz são uma tendência

Pesquisa por voz: otimize seu site

1920 1080 Marcela Lisbôa

Você, que tem um celular em mãos, provavelmente conhece – e até já usou – a pesquisa por voz. “Ok, Google” ou “E aí, Siri” são frases que estão fazendo parte das nossas vidas de forma frequente quando queremos fazer uma pesquisa rápida ou encontrar a resposta para uma dúvida.

O número de buscas por voz está crescendo em todo o mundo e chega em 2019 como uma tendência forte do marketing digital. Afinal, os usuários estão mudando a forma como utilizam os buscadores e isso impacta diretamente nos resultados que eles encontram.

Isso acontece porque, quando realizamos uma pesquisa por voz, utilizamos expressões de conversação. Enquanto isso, nas buscas digitadas, costumamos pesquisar por palavras-chave, excluindo elementos textuais.

Olha só esse exemplo simples: Digamos que eu queira me planejar para o Natal. Rapidamente, posso perguntar ao Google em uma pesquisa por voz: “Quando é o Natal?”. Mas, se eu for digitar, provavelmente irei cortar algumas palavras e apenas buscar por “Natal 2018”. Em ambas as buscas, o Google me mostrou em qual dia da semana será o Natal. Porém, nos resultados da pesquisa, os links encontrados foram diferentes. Faça o teste aí!

Essa variação na pesquisa também pode impactar a forma como o seu negócio é encontrado. Porém, você pode lidar com isso de forma estratégica, por meio de técnicas e ferramentas, e garantir que mais pessoas cheguem até você. Inclusive, temos três dicas para você começar:

Use SEO e otimize para pesquisas por voz

Otimizar o seu site é primordial. Afinal, como você viu no exemplo, não basta ter palavra-chave quando se trata de busca por voz. Então, apostar em um texto consistente faz toda a diferença.

Outro fator para considerar no seu SEO é que as pesquisas por voz tendem a apresentar perguntas nas frases. Logo, conhecer as perguntas do seu segmento e oferecer respostas para elas pode melhorar o seu ranqueamento. Quer mais uma dica? Utilize a ferramenta Answer the Public para descobrir as perguntas. Nas nossas estratégias de marketing da Prod, sempre consultamos essa ferramenta para identificarmos possíveis caminhos para o nosso trabalho.

É importante lembrar também que o código do site é parte integrante do seu SEO. Por isso, mantenha-o limpo, organizado e estruturado para os mecanismos de busca.

Esteja no Google Meu Negócio

O Internet Trends Report de 2016 apontou que 22% das pesquisas por voz eram relacionadas a conteúdo local.

Então, ao tratarmos de proximidade, não há melhor maneira de aparecer no Google do que utilizando o Google Meu Negócio. Afinal, ele exibe todas as informações mais relevantes do seu negócio para que o usuário entre em contato ou visite o seu estabelecimento. Mas é importante que a sua conta esteja perfeitamente configurada e, assim, apareça como resultado das buscas certas.

Tenha um site responsivo

Uma vez que grande parte das buscas por voz são realizadas por mobile, é imprescindível que o seu site seja responsivo. Além disso, o Google considera como fator de ranqueamento o quesito mobile friendly.

O que você achou das estratégias que apresentamos? A Forbes apontou um dado da ComScore que prevê que, até 2020, cerca de 50% das buscas serão realizadas por voz. Ou seja, está mais do que na hora de pensar e trabalhar com esse tipo de pesquisa.

Nós já demos algumas dicas de como começar, mas, se você quiser mais detalhes, que tal entrar em contato com a gente? Com certeza ainda falaremos bastante sobre essa tendência!

Este procedimento, adotado pelo Google, é utilizado para desenvolver projetos em cinco passos

Sprint: O método do Google para novas ideias

1920 1080 Marcela Lisbôa

O Google é referência em inovação não só pelos serviços e produtos que possui, mas também pela sua forma de trabalhar. E, se você está em busca de revolução e deseja acompanhar as técnicas do mercado, vai gostar de conhecer o método Sprint.

Este procedimento, adotado pelo Google, é utilizado para desenvolver projetos em cinco passos, durante cinco dias. Com a intenção de gerar resultados rapidamente, de maneira objetiva e concreta, ele também traz benefícios para a equipe. Isso, porque, ao vivenciar os passos do processo e obter os resultados, a equipe evolui com o aprendizado.

A proposta deste método é que cada passo seja aplicado em um dia, levando, assim, cinco dias para desenvolver uma ideia ou produto. Desta forma, você pode começar na segunda-feira e, na sexta-feira, já obter resultados. Além disso, o Sprint prevê também a participação massiva da equipe, para que todos contribuam com o projeto trabalhado.

Preparação para o Sprint

Apesar de ser um método rápido, é preciso se preparar para realizá-lo. O Google prevê que este alinhamento aconteça entre três e cinco dias, para que uma empresa inicie o Sprint. Nesta etapa, é preciso levar em conta o conhecimento da sua equipe sobre o processo, o espaço onde ele será realizado, o tempo que será destinado, os especialistas a serem consultados, entre outros. Aliás, o Google tem até uma lista de passo a passo para a preparação.

Depois de realizar este processo, é hora de começar a aplicar o Sprint:

Primeiro passo (Dia 1)

Para iniciar seu Sprint, pense em um objetivo a longo prazo que queira alcançar. Lembre-se de estar em acordo com toda a equipe.
Depois disso, você deve mapear todas as etapas que serão necessárias para realizá-lo.

É importante também consultar especialistas sobre o assunto, na busca de mapear com mais precisão e colher ideias. Neste momento, é importante destacar os responsáveis por cada passo.

Para finalizar essa etapa, analise o material e defina um alvo para orientar o seu Sprint.

Segundo passo (Dia 2)

É hora de esboçar seu Sprint. Primeiro, faça possíveis ajustes no seu mapa para aperfeiçoá-lo. Para isso, conte com as ideias e experiências da sua equipe.

Partindo para o esboço, garanta que cada participante do projeto faça seu próprio esboço e sugira soluções. Desta forma, será possível reunir mais alternativas em busca do seu alvo.

No livro “Sprint”, de Knapp, Zeratsky e Kowitz (2017), o esboço é dividido em quatro partes. Para torná-lo mais fácil, você pode adotar essa forma. As quatro partes são:

  1. Anotações: Anote tudo o que você considerou “bom” até agora. Copie também o objetivo, para tê-lo em mente.
  2. Ideias: É hora de pensar. Escreva suas ideias. Vale desenhar, criar títulos, ações, etc.
  3. Crazy 8s: Para cada ideia criada, desenvolva mais oito versões melhoradas.
  4. Esboço da solução: A melhor ideia, de cada membro da equipe, deve ser esboçada em detalhes. Os esboços serão analisados e debatidos.
    Para facilitar o entendimento da ideia, ela deve ser colocada em um storyboard. É importante que seja autoexplicativo, anônimo e contenha um título marcante.

Terceiro passo (Dia 3)

Quantas soluções você já tem! Agora é o momento de decidir quais ideias são mais aplicáveis e têm mais chances de sucesso.
Compare todas as ideias e realize uma votação para selecionar apenas uma. Com o plano definido, desdobre ele em um storyboard detalhado.

Quarto passo (Dia 4)

Vamos testar o storyboard. Faça um protótipo de fachada, apenas para testar situações hipotéticas que você possa enfrentar. É claro que, em um dia, você não conseguirá criar o seu produto ou serviço. Por isso, é importante ter em mente que o protótipo não precisa ser perfeito. Ele deve apenas proporcionar conhecimento e aprendizado sobre a sua solução.

Quinto passo (Dia 5)

Agora que você tem excelentes ideias e um protótipo pronto, precisa saber a opinião dos seus clientes. Faça entrevistas e avaliações do protótipo para analisar a sua funcionalidade. Com isso, você saberá como melhorar o seu projeto e oferecer ao seu público algo que atenda suas necessidades.

E aí, gostou de aprender este método de trabalho?

Aqui na Prod, nós começamos a aplicar o Sprint e já percebemos os benefícios que ele traz para os projetos e para a equipe! Como temos uma vida agitada ao longo da semana, sem uma rotina fixa de trabalho, preferimos desenvolver o Sprint aos sábados, para podermos viver cada etapa com atenção.

Se você ficou interessado em aprender mais, pode até acessar alguns casos do Google para conhecer exemplos e se inspirar.

Já pensou quando você vai aplicar o Sprint com a sua equipe? Teste, analise e conte para a gente como foi a sua experiência!